2017, o Brasil convulsiona com o crime e o governo troca, em plena crise, o ministro da Justiça

Michel Temer e seu incompetente staff não consegue resolver a crise que se instalou em todo o país

Brasília – O crime no Brasil atingiu níveis inimagináveis. A última crise, que ao que tudo indica está longe de ser resolvida, acontece no Espírito Santo, onde quase 80 pessoas já foram assassinadas desde que a Polícia Militar, em uma greve ilegal, aquartelou-se e assiste saques, matanças, roubos e tiroteios por todo o Estado. Antes disso tivemos as chacinas nos presídios do Amazonas, Rio Grande do Norte e Roraima.

Perdido, Temer reduziu as chacinas a um “acidente”, depois viu que a coisa era mais séria do que seu então ministro abobado Alexandre Moraes relatou. Voltou atrás na declaração e agora, em um rompante de generosidade, em plena crise no Espírito Santo, resolve indicar o inoperante para a Corte mais alta do País. Uma pessoa com passado obscuro, que trabalhou como advogado para o crime organizado, para Eduardo Cunha e ficou rico, ainda não se sabe bem como.

Enquanto Temer brinca de ser presidente, sem um plano concreto, sem um rumo definido, o Brasil volta à era das trevas. Em todos os estados notícias de crimes bárbaros eclodem nos noticiários. A população de praticamente todos os estados está refém, vive em medo constante. Policiais mal remunerados, delegacias caindo aos pedaços, falta de equipamentos e recursos. Um verdadeiro caos.

A crise, pelo visto, está longe de terminar. No mesmo rumo da segurança pública seguem a economia, as reformas políticas e estruturais e os programas sociais.

É bom lembrar que o PMDB é mestre em criar o caos por onde passa, afinal, é na bagunça que se ganha dinheiro, as licitações são dispensadas, os contratos se tornam emergenciais e todos ganham dinheiro. Menos, é claro, o povo, que paga a conta, muitas vezes com a própria vida.

Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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