Sobe para 5 as mortes suspeitas em Vilhena; governo nega contágios por H1N1 em RO

Já são cinco as mortes suspeitas de terem sido provocadas pelo vírus H1N1 em Vilhena. A Divisão de Vigilância Epidemiológica do município confirma o número de óbitos registrados e investiga os casos. De acordo com reportagem do site G1, até o momento foram registrados 15 casos suspeitos no Cone Sul. “Desse índice, um terço foi internado e faleceu. De acordo com a Vigilância, além da possibilidade das mortes terem sido causadas pela gripe, outros tipos de diagnósticos também são considerados, como hantavirose, leptospirose e dengue”, diz o portal, em texto assinado pela repórter Aline Lopes.

A última vítima é um homem de 48 anos que foi medicado no dia 19 de abril e internado, dois dias depois, com problemas respiratórios na Unidade de Tratamento Intenso (UTI) do Hospital Regional. Na segunda-feira (25), o estado do paciente piorou e ele foi a óbito.

Enquanto se multiplicam as mortes suspeitas, o Governo do Estado tenta tranquilizar a população, informando que em Rondônia ainda não há nenhuma infecção pelo H1N1 confirmada oficialmente. Leia abaixo o release enviado à imprensa pela Secretaria de Estado de Comunicação:

Os municípios com o maior número de casos suspeitos da H1N1 são Porto Velho, Ji-Paraná e Vilhena.

Medidas que evitam a transmissão da influenza e outras doenças respiratórias

  • Frequente higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum alimento;
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
  • Manter os ambientes bem ventilados;
  • Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de influenza;
  • Evitar sair de casa em período de transmissão da doença;
  • Evitar aglomerações e ambientes fechados (procurar manter os ambientes ventilados);
  • Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos;
  • Orientar o afastamento temporário (trabalho, escola etc.) até 24 horas após cessar a febre.
News Reporter
Muryllo F. Bastos é advogado, editor do site e Painel Político. Natural de Vilhena.

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