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A importância da vacinação contra a raiva

A Merial, divisão de saúde animal da Sanofi, traz orientações para a população brasileira sobre o combate à raiva e orienta sobre a prevenção via vacinação animal. A raiva, segundo dados da ONU, faz mais de 60 mil vítimas por ano, muitas delas crianças.

De acordo com dados da OMS, a raiva está presente em mais de 150 países, principalmente, no território da Ásia e África. É uma doença extremamente grave e não possui cura. Em caso de acidente com animal suspeito de raiva, a pessoa precisa de um acompanhamento médico imediato e, possivelmente, ser submetida à profilaxia pós-exposição (PPE). Trata-se de um tratamento muito dispendioso, necessitando grande investimento público. Estimativa da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE) em 2014 indica que grande parte dos países poderia gastar até 10 vezes menos se investisse em vacinas para cães e gatos, ao invés de gastar com a PPE.

“Contra a raiva não há segredo. Apenas utilizando o método da prevenção, a partir da utilização de vacinas reconhecidas e certificadas, é que conseguimos garantir a proteção ideal ao animal de estimação e, consequentemente, à família”, explica a veterinária Fabiana Grecco, gerente de animais de companhia da Merial Pet. “Vale sempre lembrar que a raiva é uma zoonose, ou seja, transmissível entre animais e humanos, e não tem cura”, alerta a especialista.

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A Organização das Nações Unidas (ONU) destaca a vacinação em massa de cães e a sensibilização do público como a chave para quebrar o ciclo de transmissão. Uma pesquisa realizada pela Organización Panamericana de La Salud aponta o cão como o mais importante transmissor do vírus da raiva, responsável por 99% dos casos de raiva humana.

“O compromisso com a vacinação do animal de companhia contra a raiva é essencial para garantir a proteção tanto em animais, quanto em humanos. Não existe nenhum medicamento com eficácia comprovada na cura dessa doença, portanto a vacinação é o método mais eficiente na prevenção. Assim, devem-se vacinar os animais adultos a cada ano e os filhotes, a partir do 4° mês de vida. Por meio da vacinação, você protege não somente seu melhor amigo, como também todas as pessoas que mantêm contato com ele”, alerta Fabiana.

Sintomas da raiva em animais. Inicialmente, os cachorros e gatos doentes podem não apresentar nenhum sintoma, mas, ainda assim, podem infectar pessoas em caso de mordida. Algumas das características que podem ser observadas são mudanças bruscas de comportamento (inquietação, andar sem rumo), dificuldade para engolir, mudança nos hábitos alimentares, paralisia das patas traseiras, salivação abundante e, pode haver também, alteração no latido (uivo rouco).

Sintomas da Raiva em Humanos. Os sintomas iniciais da raiva podem ser febre, tontura, dor de cabeça, mal estar e muitas vezes dor, formigamento, pontadas ou sensação de queimação no local da mordida do cachorro. Posteriormente, a doença acomete o sistema nervoso central e a pessoa apresenta dificuldade em deglutir, desidratação, sialorreia, paralisia, convulsão, evoluindo para coma e morte. Nas pessoas o tempo que a doença demora a se manifestar costuma ser de um a três meses, podendo variar de uma semana a um ano. Porém, no curso normal da doença o óbito ocorre em cerca de 5 a 7 dias, após início do quadro clínico.

A consulta periódica a um médico veterinário auxilia também na prevenção de diversas outras doenças, garantindo a saúde de seu animal. Para mais informações www.vacinassalvamvidas.com.br

 

Fonte: petrede

Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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