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Ação contra Acir no STF repercute na imprensa nacional

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Supremo acatou, por unanimidade, denúncias contra líder do PDT no Senado que podem lhe render 17 anos de prisão

Após a aceitação pelo Supremo Tribunal Federal, de ações contra o senador Acir Gurgacz (PDT), a imprensa nacional passou a repercutir o assunto. A revista Veja noticiou da seguinte forma, “Senador de Rondônia vira réu no STF por estelionato” e narra que “o Ministério Público apontou elementos suficientes de que o senador Gurgacz utilizou notas fiscais falsas, faturas, recibos, certificados e registros de ônibus adulterados para induzir o Basa a liberar o dinheiro. Ao todo, a instituição disponibilizou 1,5 milhão de reais em 2004 em prol da empresa Eucatur, que tinha o senador como diretor de filiais. Laudos periciais apontaram que os sete ônibus novos que motivaram a concessão do empréstimo e deveriam custar 290.000 reais cada não foram comprados. Em vez disso, Gurgacz providenciou veículos com mais de dez anos de uso, adquiridos por 12.000 reais cada um e “maquiados” com carrocerias novas”.

Já o site Congresso em Foco, especializado na cobertura do Congresso Nacional, destacou, “Líder do PDT no Senado vira réu no Supremo” e relembrou que “o histórico de complicações judiciais de Acir tem sido noticiado por este site desde 2008, um ano antes de sua posse no Senado. Em setembro daquele ano, levantamento do Congresso em Foco mostrou que, somente no Tribunal de Justiça de Amazonas, um dos negócios do senador, a Empresa União Cascavel de Transportes e Turismo Ltda (Eucatur) – de transporte interestadual de passageiros – chegou a ser alvo de cerca de 200 processos. Em novembro de 2009, Acir assumiu a vaga do então senador Expedito Junior (PR-RO), cassado por compra de voto. As acusações – direcionadas a ele e aos pais, seus sócios na empresa – iam de estelionato e crime ambiental a pedidos de indenização por danos materiais e morais. Gurgacz e a Eucatur ainda respondiam a processos em cortes do Paraná e de Rondônia. Na época, procurado pela reportagem, o empresário disse que, devido ao porte da Eucatur, “não se pode considerar um grande número” a existência de 200 processos contra ele e sua empresa na Justiça. Já as denúncias de estelionato, garantiu, tinham motivação política”.

O G1, noticioso das organizações Globo destacou, “Senador Acir Gurgacz vira réu por suposto estelionato e crime financeiro” e destacou que o ministro Teori Zavaski, “durante a sessão, chamou a atenção do advogado de Gurgacz, Thiago Machado de Carvalho, que pediu mais tempo para analisar o processo, pois pegou o caso na semana passada. O relator negou o pedido, alegando que havia risco de prescrição, quando a demora entre o fato e o recebimento da denúncia elimina a possibilidade de punição”.

 

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