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Ações na justiça cobram prestação de contas do Porto Velho Shopping

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Um grupo de lojistas representando 25 lojas que incluem franqueados de grandes marcas nacionais e internacionais acionou o Porto Velho Shopping, administrado pela Ancar, na justiça há alguns meses e em decisão judicial recente foi autorizado a depositar em juízo todos os valores cobrados mensalmente pelo Shopping.

As ações questionam as cobranças de água, energia e gás, além de pedir também a prestação de contas de despesas comuns rateadas entre os lojistas pelo Shopping, como, por exemplo, as taxas de condomínio e gastos com atividades de marketing.

O grupo alega ter encontrado fortes indícios de irregularidades nas cobranças de energia, gás e água, além de uma forte resistência por parte do Porto Velho Shopping em prestar contas das despesas comuns.

“As tarifas de água e energia cobradas pelo Porto Velho Shopping são significativamente mais altas que as praticadas pela Ceron e pela Caerd” informam os lojistas. “Além disso, mesmo em tempos de crise, como o que estamos vivenciando hoje, a administração do Shopping vem aumentando sistematicamente as despesas condominiais sem realizar qualquer prestação de contas ou ao menos apresentar justificativas. As taxas de condomínio tiveram reajuste de 30% nos últimos dois anos, e isso está trazendo enormes prejuízos.”

Os demandantes informam que o objetivo das ações é fazer com que a administração do shopping entenda a necessidade de diálogo e transparência na relação com os lojistas, algo que não ocorre desde a inauguração do Shopping há mais de 6 anos. “Os lojistas sempre sentiram que a administração do Porto Velho Shopping os trata como empregados, e não como os parceiros comerciais que são. O descontentamento é generalizado. Além da falta de diálogo e de transparência, os lojistas se sentem prejudicados com o descumprimento de algumas promessas feitas pela administração do Shopping, como, por exemplo, a construção das torres comerciais”, cujo projeto foi suspenso ano passado em função da crise econômica que vinha intensificando.

Os processo tramitam na 8ª Vara Cível de Porto Velho, sob os números 00120140231870 ; 00120140114849; 00120140059139; 00120140114849; 00120140059139; 00120140248616; 00120140231870; 00120140059139; 00120140114849; 00120140114830; 00120140059139 ; 00120140231870; 00120140114849; 00120140248616; 00120140114849; 00120140059139; 00120140059139; 00120140114830; 00120140231870; 00120140114849; todos apensos as ações 0022972-84.2014.8.22.0001 e 0024630-46.2014.8.22.0001.

Com informações do Rondoniaovivo

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