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Acusado de matar filha de 2 anos alega insanidade mental; juiz autoriza exame e converte prisão em domiciliar em MT

A perícia foi marcada para o dia 25 de setembro, às 8h30, na Gerência de Psiquiatria Forense do IML de Cuiabá.

O juiz Jurandir Florêncio de Castilho Júnior, da 14ª Vara Criminal de Cuiabá, autorizou Orivaldo Sebastião da Silva, 63 anos, acusado de matar a filha Ariele Cristina da Silva Jordão, de 2 anos, a passar por exame de insanidade mental.

A perícia foi marcada para o dia 25 de setembro, às 8h30, na Gerência de Psiquiatria Forense do IML de Cuiabá. O processo tramita em segredo de Justiça, na 14ª Vara Criminal de Cuiabá.

O G1 não conseguiu localizar a defesa de Orivaldo.

O magistrado converteu, ainda, a prisão preventiva do suspeito em prisão domiciliar em julho deste ano. Desde então, Orivaldo é monitorado por meio de tornozeleira eletrônica.

O crime

O corpo de Ariele foi encontrado em uma chácara no Assentamento Barreirinho, no Bairro Pedra 90, em Cuiabá. O pai da criança foi preso suspeito de ser o autor do homicídio.

Após serem acionados pelo proprietário da chácara, policiais encontraram o corpo da criança com sinais de estrangulamento, além de uma fratura na coluna.

À época, em depoimento à polícia, o dono da chácara disse que Orivaldo pediu a ele para ficar abrigado no local com a filha porque estava sendo ameaçado pela mulher.

O proprietário deixou que os dois ficassem na chácara. Ele afirmou que foi à cidade e, ao voltar, não encontrou pai e filha. Ele voltou à cidade para procurar informações dos dois.

De volta à chácara, o proprietário notou que os cachorros latiam em direção à mata. Ao verificar, ele notou que o suspeito saiu do local sem a criança.

Ao indagar o pai sobre a filha, o acusado estava confuso e não conseguiu falar. Ele tinha lesões no nariz, pescoço e nos braços.

Aos policiais, Orivaldo não disse nada, mas apontou o local onde o corpo da filha estaria. Durante buscas, o corpo da menina foi encontrado.

Orivaldo foi denunciado em outubro de 2017 e a denúncia foi recebida pela Justiça no mesmo mês.

Histórico de atualizações

– Em 30/07/2018 a prisão preventiva foi convertida em prisão domiciliar

– Em 4/09/2018 foram incluídas no texto informações sobre o processo ao qual Orivaldo responde pela morte da filha.

Fonte: g1

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