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Alan Queiroz acompanha evolução das obras da antiga sede da Câmara

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O presidente da Câmara Municipal de Porto Velho, o vereador Alan Queiroz (PSDB) vem acompanhando de perto o andamento da obra de restauração e revitalização feita no antigo prédio da ladeira do Comendador como era conhecido à antiga sede da Câmara Municipal. Em sua última visita, o vereador teve a oportunidade de apresentar os detalhes da restauração ao promotor Átila Augusto, com auxilio do professor Marcos Teixeira e do arqueólogo Josuel Ângelo Ravani. 

Desde o primeiro dia, como presidente da Câmara Municipal de Porto Velho o vereador Alan Queiroz, busca desenvolver ações que visam resgatar a história antiga e o presente do legislativo. A proposta do vereador na revitalização do prédio da antiga Câmara Municipal e resgatar das ruínas a história do legislativo do Município de Porto Velho, dando espaço a um Museu de imagem e som, com depoimentos de personalidades, políticos e autoridades para que isso possa ajudar a na construção da biografia do Estado. “Estamos trabalhando duro para entregar esse prédio pronto no aniversário de 100 anos da capital, no dia 2 de outubro. Por isso é necessário um acompanhamento constate para que o cronograma seja cumprindo”, esclarece Alan Queiroz. 

Na oportunidade o promotor Átila Augusto, destacou a importância da restauração para as gerações futuras. “As presentes e futuras gerações vão acompanhar esse processo e colher os frutos. O processo de restauração está sendo muito bem conduzido. Nós vamos acompanhar e nos satisfazer com a reconstrução e resgate de parte da historia de Porto Velho. Era um futuro triste de um prédio com esse valor que estava se perdendo no meio de Porto Velho e há poucos metros do centro politico e comercial da Capital. Só temos a agradecer à Câmara Municipal por ter encabeçado esta luta em prol desta reforma”, diz Átila. 

Segundo o arqueólogo Josuel Ângelo Ravani, a cada dia que passa uma nova descoberta é feita nas ruínas da antiga Câmara Municipal. “Todo dia a gente faz uma nova descoberta sobre o modo de vida das pessoas que moraram aqui e as responsáveis pela construção. Cada local que se escava nós encontramos novas informações e todos os detalhamentos das reformas e do material utilizado e da origem desses materiais são de fora do Brasil. Enquanto a reforma for avançando estaremos na base das informações e são detalhamento que vão ajudar na reforma e restauração do prédio de forma mais original possível”, explica o arqueólogo. 

O professor e historiador Marcos Teixeira, conta que esse é o primeiro caso de restauração feito em Porto Velho. “Essa é a primeira restauração feita na capital e uma mudança de percepção da memoria e da historia pelo poder público. Nos quase não preservamos os nossos arquivos e isso é um limitador. Vamos ter que procurar vestígios na memoria e na arqueologia. Já descobrimos novidades a respeito da casa. As dimensões da casa original, o material utilizado e as modificações arquitetônicas pela qual a casa passou no que seja original e não era. Isso mostra que além da percepção da historia que já temos que já é uma percepção oral a coisa é mais antiga, mas quem vai dar a resposta é arqueologia, uma vez, que nós não temos documentação original”, expõe o professor.

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