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Ambulantes tomam praças e ruas da região central de Porto Velho

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As praças de Porto Velho há tempos não funcionam como deveriam funcionar, alias, como tudo aqui na capital. Os locais que antigamente serviam de lazer para a população, agora viraram locais de comércios irregulares

As praças Marechal Rondon e Jonathas Pedrosa foram completamente tomadas pelos ambulantes, onde o comércio não é regularizado. A praça está completamente abandonada pelo poder público. Ao anoitecer quando os vendedores fecham suas barracas a sujeira que fica no local é nítida, e para piorar a situação, de madrugada o ponto serve para o consumo de drogas.

Uma das poucas praças que ainda estão disponíveis na região central da cidade, são as 3 caixas D’água e Aluízio Ferreira, sendo que esta última costuma ficar lotada aos finais de semana, por famílias que buscam um local para passear e levar as crianças.

Devido a enchente do Rio Madeira no ano de 2014, o antigo shopping popular foi tomado pelas águas, destruindo o camelódromo e deixando os vendedores sem espaço adequado para trabalhar. A solução encontra pela prefeitura então, foi colocar os comerciantes nas praças da cidade, ao invés de buscar um local mais adequado.
Segundo o secretário Municipal de Desenvolvimento Socieconômico e turismo (SEMDESTUR), Geraldo Affonso Antonio, no máximo “até semana que vem” os 36 ambulantes que estão ocupando praça Marechal Rondon, serão transferidos provisoriamente para o antigo shopping popular da cidade.

Um camelódromo também estaria sendo planejado pela prefeitura para solucionar o problema da ocupação irregular as praças. O secretário afirmou que foi realizado um levantamento sobre a quantidade de boxes necessários para abrigar todos os comerciantes ambulantes, da praça Marechal Rondon, Jonathas Pedrosas e avenida 7 de Setembro. Segundo ele, serão construídos 248 boxes. O secretário também garantiu que não vai ficar mais nenhum comerciante trabalhando em nenhuma praça, e que até dezembro o camelódromo será entregue.

Segundo o presidente da Fecomércio  Raniery Coelho, os ambulantes atrapalham de um certo modo, pois a concorrência chega a ser desleal para os comerciantes que contratam funcionários, pagam aluguel e pagam seus impostos corretamente. “A lei tem que servir para todos, já que os comerciantes são fiscalizados, os ambulantes também deveriam” concluiu o presidente.

Enquanto o camelódromo não fica pronto, os transtornos na região central da cidade continuam. A Avenida 7 de Setembro, por exemplo, tem suas calçadas tomadas por vendedores de produtos diversificados, de brinquedos piratas a roupas e eletrônicos.

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