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Aos 09 anos, karateca vilhenense conquista medalha de bronze em mundial na Irlanda

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No voo para casa,Carlinhos também enfrentou problemas com a saúde e precisou receber atendimento médico em Cuiabá (MT). Mas quando chegou em Vilhena, a dor de garganta e os outros sintomas quase foram embora ao ver os colegas no aeroporto dando os parabéns com faixas e cartazes.

O pequeno Karateca da cidade de Vilhena, Carlos Henrique Thomazzi, de 9 anos, conquistou ao lado de dois goianos a medalha de bronze no Mundial de Karatê em kumite e a 7° colocação na modalidade individual kata, a qual é o atual campeão brasileiro, no Union of Karate-do Federations (WUKF).

O Mundial de Karatê foi realizado em junho, em Dublin, na Irlanda. Carlinhos, como é chamado por familiares e amigos, competiu na categoria de 9 a 10 anos contra outras 96 crianças.

Na ocasião, ele disse aos pais que estava muito nervoso e ansioso, e para agravar ainda mais a situação, também doente. No segundo dia em solo estrangeiro o menino já sentiu a mudança da temperatura e o retorno sinusite.

No entanto, no dia seguinte, Carlinhos estava na arena da competição e só perdeu no kata ao enfrentar o atual campeão mundial, um carateca da Romênia. Já no kumite, conseguiu levar para casa, ao lado de dois colegas de Goiás que integram a confederação, a medalha de bronze.

No voo para casa,Carlinhos também enfrentou problemas com a saúde e precisou receber atendimento médico em Cuiabá (MT). Mas quando chegou em Vilhena, a dor de garganta e os outros sintomas quase foram embora ao ver os colegas no aeroporto dando os parabéns com faixas e cartazes.

No início de julho, ele iria disputar o Campeonato Brasileiro de Karate Interestilos Unificado, porém, por causa do estado de saúde, os pais preferiam cancelar a viagem.

IRLANDA GELADA E MOLHADA

Carlinhos já havia conhecido outro país em 2015 ao disputar o Pan-Americano na Argentina, no qual foi campeão. Entretanto, essa foi a primeira vez que pisou em solo europeu e o pequeno carateca disse que achou a Irlanda ‘gelada e molhada’.

Ele também contou que agora vai prestar mais atenção nas aulas de inglês do cursinho em que frequenta.

– É muito ruim não entender o que as pessoas dizem, como aconteceu em Dublin – afirma.

 

Folha do Sul

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