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Após 30 anos Exército requer área doada pelo INCRA a agricultores de Vilhena

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Os militares dizem que os 17 mil hectares pertence à força armada; proprietários das terras estão no local desde a década de 1980

Mais uma vez, o Exército do Brasil cria obstáculos na produção rural de Vilhena, que apesar dos pesares se desenvolve normalmente.

Depois de conseguirem lotes valiosos em troca da área correspondente à Aspronvida e Cooperfrutos, os militares deram um prazo de 60 dias para que produtores de uma outra enorme área (que fica um pouco mais adiante da Asprovida e Cooperfrutos) saiam depois de mais de 30 anos sob os lotes, inclusive com autorização do INCRA no apogeu da criação do Estado de Rondônia, sob a alegação de pertencer ao Exército.

O prazo estipulado pelo oficiais se encerra neste domingo, 3. O local que o Exército diz possuir tem aproximadamente 17 mil hectares, usados atualmente para agricultura de subsistência, além de gado e eucaliptos. Um dos fatos que está estimulando o Exército a retomar a área é justamente o tamanho de cada propriedade.

Alguns agricultores chegam a ter 700 hectares e já não são mais considerados como “pequenos produtores”. Várias placas informativas de que a área pertence ao Exército brasileiro foram colocadas na região. O município não pode fazer nada em relação ao assunto por se tratar de “grandes áreas”, pois não tem lotes com o mesmo tamanho para oferecer aos militares.

A celeuma sobre as áreas da Aspronvida e Cooperfrutos terminou, e agora o Exército conta com áreas nobres na área urbana de Vilhena.

Fonte: Extra de Rondônia

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