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Após perder licença em Londres, Uber deixa de atuar em cidade canadense

Empresa decidiu sair da cidade canadense por não concordar com as novas regulamentações locais. Situação parecida pode acontecer no Brasil

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A semana não está das melhores para o Uber. Após perder a licença para operar em Londres, o aplicativo agora anunciou a sua saída da cidade de Quebec, no Canadá. A decisão aconteceu depois que a cidade canadense aprovou novas regulamentações das quais o Uber discorda, conforme publicado pela Reuters.

Segundo o gerente geral do Uber em Quebec, o aplicativo deixará de oferecer serviço na cidade canadense a partir do próximo dia 14 de outubro. No entanto, o executivo deixou aberta a possibilidade de que um acordo entre empresa e órgãos reguladores locais possa ser feito até a data.

Uma das principais reclamações do Uber sobre as novas regulamentações em Quebec é a obrigatoriedade para que seus motoristas passem um por um treinamento de 35 horas. “Entre outras coisas, as regras propostas iriam impor obrigações onerosas de treinamento desenvolvidas para um mercado diferente sobre os motoristas parceiros, sem levar em conta os benefícios que vêm com a nova tecnologia como recursos de segurança dentro do app, rastreamento via GPS de todas as corridas, um sistema de classificação para as duas partes, e suporte 24/7”, afirmou o porta-voz do Uber em Quebec.

Anteriormente, o Uber passou por algo parecido em Austin, no Texas. A empresa deixou de operar na cidade no ano passado, quando o governo local aprovou regulamentações das quais a empresa discordava. A volta aconteceu em 2017 depois que o governador do Texas assinou uma lei suspendendo as regras da cidade.

Brasil

Podemos ver algo similar acontecer no Brasil, já que uma nova proposta de lei que tramita no Senado pode causar uma possível saída do Uber e outros apps do tipo no país. O PL, que já foi aprovado pela Câmara dos Deputados, é criticado pelo Uber, Cabify e 99, que chegaram ao ponto de criarem uma sugestão de lei para o governo, algo um tanto bizarro. As empresas também se mobilizaram junto aos usuários, pedindo sua participação em um abaixo assinado contra a proposta, que deve ser votada nesta semana pelo Senado.

IDGnow

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