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Auditor-fiscal do DF recebeu R$ 304 mil em fevereiro; 583 servidores “furaram” o teto

Os 10 maiores valores recebidos variam entre R$ 165 mil e R$ 304 mil, entre servidores ativos e aposentados. Benefícios turbinaram cifras

Pagamentos robustos ao funcionalismo ainda oneram empresas estatais, corporações da segurança e outros órgãos públicos do Distrito Federal. Em fevereiro, 583 servidores ativos e aposentados receberam contracheques superiores a R$ 30,4 mil, teto estipulado pela Constituição para a capital, que equivale à remuneração de um desembargador do Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT).

Tudo por conta de liminares na Justiça, que impedem a adequação dos valores com o chamado “abate-teto”, e, especialmente, por gratificações que encorpam os vencimentos. Ou seja, embora as cifras fiquem acima do previsto na Constituição, não há ilegalidade nos pagamentos. Ainda assim, essa realidade está a um abismo de distância da situação vivida pela maioria dos trabalhadores da iniciativa privada.

Levantamento feito pelo Metrópoles, com dados fornecidos pelo Portal da Transparência do DF, mostra que o ex-auditor fiscal da Receita do DF Fernando Carlos Tejera Campos do Amaral, aposentado em março de 2016, embolsou R$ 304.993,61 unicamente em licença-prêmio. Ele encabeça a lista dos servidores que, no quinto dia útil de março, viram cifras altíssimas engordarem o saldo da conta bancária.

A reportagem é do Metrópoles, e você lê na íntegra AQUI

Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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