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Buscas pelo corpo de Eliza Samudio são encerradas na Grande BH; saiba como foi

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O delegado Wagner Pinto, chefe do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), disse que as buscas foram necessárias porque a polícia não poderia dormir com essa dúvida, depois da entrevista de Jorge Rosa Sales à Rádio Tupi, no Rio de Janeiro. No entanto, a procura foi sem sucesso. “Objetos encontrados não têm nenhuma relevância para a investigação. Está encerrada a busca efetivamente feita no local”, disse o delegado. Conforme Wagner Pinto, a obrigação da Polícia Civil é esgotar qualquer recurso que possa colaborar com as investigações. Foram recolhidos apenas uma luva, um calçado e um terceiro objeto que também parece ser um calçado.

O advogado Nélio Andrade, que acompanhou Jorge Rosa Sales, disse que o trabalho de escavação foi completo, mas sugeriu que futuramente uma máquina rastreie o solo.

Ele disse que delegados chegaram a cogitar esse trabalho em outro momento. “Eles disseram: numa próxima investigação vamos arrumar essa máquina. A Polícia Civil fez a busca no local certo e foi até além”, afirmou.

13:36 – O primo de Bruno, Jorge Rosa Sales, deixa o local das buscas.

13:27 – Delegados e o advogado de Jorge Rosa Sales conversam no terreno.

 


13:13 – 
As buscas pelo corpo de Eliza Samudio são encerradas porque nada foi encontrado que ajudasse nas investigações no lote da Rua Aranha, no Bairro Santa Clara, em Vespasiano. O delegado Wagner Pinto, chefe do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) vai falar, em breve, sobre os trabalhos. A retroescavadeira preenche o buraco aberto com terra. Foram recolhidos apenas uma luva, um calçado e um terceiro objeto que também parece ser um calçado.

12:32 – Curiosos se aglomeram no entorno do terreno onde a Polícia Civil faz as buscas na Rua Aranha, no Bairro Santa Clara, em Vespasiano.

Delegados, investigadores e peritos se misturam aos moradores da região. Mesmo com a chuva, os trabalhos de remoção de terra continuam com uso da retroescavadeira.

12:15 – Os trabalhos de escavação no lote, no Bairro Santa Clara, em Vespasiano, continuam. Até agora foram encontrados uma luva, um calçado e um terceiro objeto que também parece ser um calçado.

12:12 – Veja a entrevista da TV Alterosa com Jorge Rosa Sales, feita nesta quinta-feira em BH:

11:53 – O marceneiro José Cassiano Pereira, de 57 anos, é morador da Rua Aranha, 870, que fica bem ao lado do lote onde ocorrem as escavações. Para ele, é pouco provável que o corpo de Eliza Samudio esteja no lote, pois mora há 20 anos no bairro e nunca viu qualquer movimentação no terreno. Pereira acha complicado que tenham enterrado algo no trecho, pois é uma rua movimentada, com moradores e crianças brincando durante todo o dia.

Conforme o vizinho, o coqueiro apontado por Jorge como marco do lugar onde estaria o corpo era muito pequeno há quatro anos (época do crime), o que dificultaria o uso dessa árvore como referência. O marceneiro não sabe a quem pertence o lote.

11:24 – Também foi encontrada no buraco das escavações uma luva parecida com aquelas usadas por operários em construção. Jorge Rosa Sales continua orientando os trabalhos e a profundidade da cratera – feita pelo trator – aumenta progressivamente.

11:18 – Mais um objeto parecido com um calçado é retirado no meio da terra, no trecho de escavações.

11:16 – 
Os policiais acabam de retirar o pé de um calçado no local das escavações.

11:04 – Jorge Rosa Sales orienta os policiais no lote. Os investigadores e delegados estão de luvas, aguardando para remexer na terra, que é removida pela retroescavadeira e por um operário com enxada.

10:48 – O local onde os policiais procuram pelo corpo é um lote vago na Rua Aranha, ao lado do número 870. Uma retroescavadeira vai ajudar na remoção de terra. Jorge Rosa Sales orienta os policiais sobre o ponto exato de escavação.

10:47 – Chove muito no local das buscas. Além do delegado Wagner Pinto, chefe do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), acompanham os trabalhos os delegados Júlio Wilke e Alessandra Wilke, que participaram das investigações do caso em 2010. O delegado Frederico Abelha também compõe a equipe nesta sexta.

10h45 – Equipes da Polícia Civil chegam ao local das buscas no Bairro Santa Clara, em Vespasiano, na Grande BH.

10:44 – O goleiro Bruno Fernandes está condenado a 22 anos e três meses de reclusão pelo crime contra Eliza Samudio. São 17 anos e seis meses em regime fechado por homicídio qualificado (por motivo torpe, asfixia e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima). A sentença inclui uma condenação de três anos e três meses por sequestro e cárcere privado e ainda um ano e seis meses por ocultação de cadáver. O advogado Francisco Simin, defensor do ex-atleta, chegou a dizer que se encontrarem o corpo, o crime de ocultação de cadáver será questionado.

10:21 – A Polícia Civil chegou a cogitar o adiamento das buscas pelos restos mortais nesta sexta-feira por causa da chuva, mas decidiu manter a operação na Grande BH.

10:19 – A juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, que presidiu o julgamento dos réus do Caso Bruno, falou na manhã desta sexta-feira sobre a expectativa pelas buscas do corpo de Eliza Samudio, depois das novas declarações de Jorge Rosa Sales. Para ela, o achado poder ser apenas um alento para a família da jovem, que terá a oportunidade de sepultá-la, mas juridicamente não haverá grandes mudanças no processo.

10:05 – Equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) saem para iniciar as buscas ao corpo de Eliza Samudio na manhã desta sexta-feira. As viaturas estão em comboio pela Avenida Presidente Antônio Carlos, sentido aeroporto de Confins.

O delegado Wagner Pinto, chefe do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), chegou por volta das 9h05 à unidade policial com o primo do goleiro Bruno, Jorge Rosa Sales. Eles ficaram cerca de uma hora dentro da delegacia antes de partir para o sítio apontado pela testemunha como sendo o local onde Eliza Samudio está enterrada.

A nova operação policial do Caso Bruno, antes dado como encerrado com o julgamento dos réus, é feita por causa das declarações de Jorge.

O jovem afirma que os restos mortais, nunca encontrados, estão enterrados perto do aeroporto de Confins. Assista:

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