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Caerd culpa gestão encerrada em 2010 pelo atraso nos salários em 2017

Em nota companhia alega ainda que " sindicato efetua bloqueios constantes"

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A presidente da Caerd, a companhia de águas e esgotos de Rondônia, Iacira Azamor emitiu nota responsabilizando a gestão da empresa que encerrou em 2010 pelos atrasos nos salários dos servidores agora em 2017.

Segundo ela informou em nota enviada à imprensa em função da greve dos servidores iniciada na última terça-feira, 7, “Por força de desmandos cometidos pela Gestão Compartilhada, até 2010, quando o Sindur era responsável pela gestão da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (Caerd), a Companhia perdeu a concessão dos municípios de Pimenta Bueno, Rolim de Moura e Ariquemes, reduzindo portanto sua arrecadação que era de R$ 12 milhões para R$ 9 milhões”.

O que ela não contou na nota foi que, desde que Confúcio Moura assumiu o governo em 2011, que a empresa vem sendo propositadamente depenada e trabalhando com pessoal comissionado, muitos em desvio de função recebendo salários acima de R$ 8 mil, e foi exatamente isso que levou a Jutiça a determinar a exoneração de todos.

Mesmo com a alegada dificuldade a presidente da Caerd ainda quer criar mais 48 cargos temporários, e não consegue sequer pagar os servidores atuais.

Realmente, Rondônia caminha rumo ao desconhecido com a turma da “cooperação”.

Confira a nota na íntegra:

Por força de desmandos cometidos pela Gestão Compartilhada, até 2010, quando o Sindur era responsável pela gestão da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (Caerd), a Companhia perdeu a concessão dos municípios de Pimenta Bueno, Rolim de Moura e Ariquemes, reduzindo portanto sua arrecadação que era de R$ 12 milhões para R$ 9 milhões, no entanto, a folha, já inchada, atingiu o patamar de mais de noventa por cento da arrecadação.

Em que pese esses entraves, a Companhia vinha se arrastando e quitando os salários, inclusive com antecipação, no entanto, em dezembro de 2016 os empregados que tinham sido transpostos retornaram para os quadros da Companhia, aumentando em quase R$ 1 milhão a folha, comprometendo mais ainda o poder dessa fazer frente aos seus compromissos.

Aliado a isso tudo, o Sindur através da justiça efetua bloqueios constantes, além da fazenda nacional, de valores que o Sindur não pagou relativo a salários na sua gestão e encargos sociais, o que compromete mais ainda os cofres da Companhia.

Todos os recursos arrecadados pela Companhia diariamente são direcionados para pagar fornecedores e serviços visando a manutenção dos sistemas e folha.

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