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Cassol considera ter segurança oficial, “o mínimo pelos serviços que prestei ao estado”

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O senador Ivo Cassol (PP) emitiu nota na tarde desta terça-feira contestando a matéria “Cassol tenta manter seguranças pagos pelo povo de Rondônia”. No entendimento do parlamentar, “ter segurança oficial à disposição para proteger minha vida e de minha família é o mínimo que posso reivindicar pelos serviços que prestei em benefício do estado de Rondônia”. Ele se referiu ainda ao fato de ter denunciado o que ele chamou de “achaques e ameaças que vinha sofrendo por parte dos deputados” e que suas denúncias teriam “desmontado uma verdadeira quadrilha que assaltava os cofres públicos”. Para o senador, não é abusiva a lei 2255/2010, aprovada pela Assembleia Legislativa que permitiu a ex-governadores terem segurança à disposição pelo tempo em que permaneceu no mandato, Veja a íntegra da nota:

Nota do Senador Ivo Cassol

Em resposta à matéria publicada neste site intitulada “Cassol luta bravamente na Justiça para que PM volte a fazer segurança particular…” venho a público esclarecer que:

1 – O site falta com a verdade ao afirmar que foram colocadas viaturas abastecidas pelo Estado, rádios de comunicação, diárias e outros benefícios à minha disposição e aos policiais militares que realizavam a minha segurança pessoal, muito pelo contrário: durante todo o tempo que cumpriram bravamente o serviço de minha segurança e de minha família todas, absolutamente TODAS as despesas com alimentação, transporte, passagens, hospedagens e outras foram arcadas por mim sem qualquer custo ao Governo do Estado ou à Polícia Militar;

2 – Eram 9 (nove) policiais destacados pela Casa Militar para atender, em escala de revezamento, a missão para a qual foram convidados e, de forma voluntária, aceitaram. Nenhum deles foi obrigado – em qualquer tempo, fazer parte da minha equipe de segurança;

3 – Os policiais militares que integravam a equipe de segurança tinham todos os direitos assegurados aos demais membros da corporação: férias, 13º salário, descanso remunerado e outros, não havendo, portanto, qualquer tipo de benefício ou prejuízo aos mesmos em relação aos seus pares durante o tempo de serviço prestado;

4 – Não considero “abuso” a Lei 2255/2010, aprovada pela Assembleia Legislativa que permitiu a ex-governadores terem segurança à disposição pelo tempo em que permaneceu no mandato, por isso apelei à Justiça para reverter a decisão que suspendeu o serviço prestado;

5 – Ao denunciar, durante meu mandato de governador, os achaques e ameaças que vinha sofrendo por parte dos deputados e desmontar uma verdadeira “quadrilha” que assaltava os cofres públicos sofri diversas ameaças e algumas tentativas de morte, temi pela minha vida e de meus familiares. Ter segurança oficial à disposição para proteger minha vida e de minha família é o mínimo que posso reivindicar pelos serviços que prestei em benefício do estado de Rondônia.

Ivo Cassol

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