Cultura

Coliseu virará parque arqueológico, anuncia governo italiano

Coliseu virará parque arqueológico, anuncia governo italiano

Anfiteatro integrará parque com outros monumentos históricos.

O Coliseu de Roma, monumento mais famoso da capital italiana, vai se tornar um parque arqueológico, anunciou o governo nesta terça-feira (10). O novo parque arqueológico abrangerá também Anfiteatro Flavio, o Monte Palatino, o Foro Romano e a Domus Aurea (Casa Dourada), e será administrado por um diretor-gerente escolhido através de um concurso internacional. A mudança na administração do Coliseu vem ao encontro do que já fora feito em mais de 30 museus e sítios culturais na Itália.

O ministro da Cultura da Itália, Dario Franceschini, disse que o decreto que redesenha a área arqueológica romana será assinado em breve, como parte de uma reforma iniciada em 2014.

“Em 48 horas assinaremos o decreto, que irá para o Tribunal de Contas e, depois, será publicado na Gazeta Oficial. Logo em seguida, haverá o concurso para a seleção do diretor. O Parque manterá os funcionários do Coliseu”, disse o ministro italiano. “É incontestável que a mudança para museus autônomos na Itália levou a uma melhora em várias áreas, desde o número de visitantes até a qualidade dos serviços. É um percurso lento, mas que está trazendo frutos”, comentou o ministro.

Na prática, a Superintendência Arqueológica Especial perderá a gestão do Coliseu, do Monte Palatino e da Domus Aurea, mas incorporará as competências atualmente com a Superintendência Ordinária, que será extinta. Com isso, o órgão se ocupará de todo o território cultural de Roma. A Superintendência Especial, que conservará seu caráter autônomo, inclusive contábil e gerencial, receberá 30% dos lucros obtidos pelos ingressos do Parque do Coliseu, correspondentes a 11 milhões de euros por ano, os quais servirão para tutelar todas as áreas arqueológicas e se unirão a outras verbas fornecidas pelo Estado.

O Coliseu é o maior anfiteatro já construído e foi erguido sob o governo do imperador Vespasiano em 72 d.C. A obra terminou no ano 80 d.C., na gestão de seu sucessor, Tito. O prédio era usado para combates de gladiadores e espétáculos públicos e estima-se que sua capacidade era de 50 mil a 80 mil pessoas.

Fonte: noticiasaominuto

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