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Coluna – Acir e Confúcio “amarraram” prefeitos

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Pitaco de “anão”

O governo brasileiro emitiu nota de repúdio ao que considera “uso desproporcional da força por Israel” no conflito que matou mais de 700 palestinos nos últimos dias. A embaixada israelense, assim como as comunidades judaicas rebateram a nota do Itamaraty alegando que o Brasil, apesar de ser “um gigante econômico e cultural, permanece um anão diplomático”. A declaração foi dada pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor. Pois bem, apesar de me considerar menor que um anão nessa questão, mesmo assim quero dar um pitaco nessa história. Vamos lá.

Breve resumo

Em 14 de maio de 1948 a criação de Israel se baseou numa resolução aprovada um ano antes na Organização das Nações Unidas (ONU) e que previa a divisão do então território da Palestina em dois estados: um árabe e um judeu. Na época, a Palestina estava sob administração britânica e era habitada por uma maioria árabe. Por isso, a resolução da ONU, que foi aceita por líderes judeus, acabou sendo recusada pelos governantes dos países árabes vizinhos da Palestina. As discussões diplomáticas ainda estavam quentes quando líderes judeus se apressaram para decretar a independência de Israel em maio de 1948. A resposta árabe foi imediata: no dia seguinte à declaração de independência, Egito, Síria, Líbano e Iraque atacaram o novo país. Cerca de 750 mil árabes que viviam na região foram obrigados a fugir por causa do conflito. Por outro lado, 800 mil judeus residentes em países como Síria, Iraque, Tunísia, Líbia e Iêmen deixaram às pressas seus lares, a maioria tornando-se imediatamente cidadãos de Israel. A vitória israelense viria no ano seguinte, em 1949, garantindo a sobrevivência do novo país. Mas, longe de tranqüilizar as coisas, o resultado do conflito só semeou mais violência na região. Violência que dura até hoje.

Evidente

Que quem invadiu foram os judeus, que pensavam, na época, em criar seu “Estado de Israel” aqui na Amazônia. Discussões à parte, aos palestinos cabe usar as armas que possuem, em uma guerra desigual. Os americanos sempre apoiaram Israel militarmente, politicamente e financeiramente. O que está acontecendo naquela região atualmente é um massacre de civis que não tem a menor condição de defesa. Apoio o governo brasileiro e sou contra essa violência desmedida e covarde. Acho que também sou um anão.

Por aqui

O deputado Maurão de Carvalho inaugurou seu comitê em Porto Velho na noite da última quarta-feira e reuniu cerca de 200 pessoas. O evento contou com a presença de poucos políticos, mas de muitos correligionários.

Nesta quinta

Jaqueline e Ivone Cassol lançam oficialmente suas candidaturas ao governo e Senado respectivamente. O evento será no no Espaço Ello Eventos, em Porto Velho, na Avenida Guaporé com Rio de Janeiro, no antigo clube Forasteiro.

Caravana do 13

O candidato ao governo pelo PT, Padre Ton lidera neste fim de semana a “Caravana do 13, Pra Fazer Diferente”, que se trata de uma serie de eventos que ocorrerão em Alto Alegre dos Parecis, São Felipe, Parecis, Rolim de Moura, Santa Luzia e  Alta Floresta. Ton permanecerá na região da Zona da Mata no dia 28 de julho, com agenda ainda em fechamento.

Ansiedade

Correleigionários de Expedito Júnior aguardam com ansiedade o julgamento do pedido de registro de candidatura, que deve ocorrer até o próximo dia 5. A demora está prejudicando Expedito, porque os boateiros aproveitam para levar informações desencontradas. Na capital, onde a população costuma acompanhar mais de perto o desenrolar dos bastidores essas conversas não colam, mas em localidades mais distantes atrapalha, e muito.

Otimista

Júnior está otimista em relação a sua situação. Acredita que o Tribunal Regional Eleitoral vai adotar os critérios que já foram julgados pela Corte superior. Os adversários observam e se unem na central de boatos. Para todos eles, se Júnior tiver o pedido negado, será quase uma sentença de morte eleitoral, mas não é bem assim.

Já se conhece

O posicionamento do Tribunal Superior Eleitoral sobre o tema. O grande desafio de Expedito e sua equipe é trabalhar essa lacuna temporal, que pode ocorrer em uma eventual negativa da Corte local. Fazer seu eleitorado entender que mesmo tendo o registro negado por aqui, em Brasília a tendência é ele garantir que está apto a disputar.

O problema

É que Júnior atualmente luta contra a ansiedade em relação a posição do TRE, e contra Ivo Cassol, seu principal desafeto político. O senador se licenciou para ajudar a irmã e a esposa que são candidatas a governo e senado, respectivamente e vem participando ativamente de reuniões e está coordenando as campanhas. Confúcio e Ton apenas observam, e o governador, nessa briga, leva a melhor.

Outro

Que também está relativamente tranquilo em relação a disputa desse ano é Acir Gurgacz, senador que busca a reeleição. Acir conta com o apoio da maioria dos prefeitos do Estado e conseguiu isso através da liberação de gordas emendas. Os prefeitos, a maioria com o pires na mão, agradecem ajudando na campanha. Alguns de forma mais tímida que outros, mas o certo é que poucos, ou quase nenhum, apóia a candidata de Cassol.

O mesmo

Se repete no apoio em relação a Confúcio Moura. Apesar de andar com a popularidade em baixa o governador conta com o apoio da maioria dos prefeitos, inclusive os dos dois maiores colégios eleitorais do Estado, Porto Velho e Ji-Paraná. Lá em Vilhena José Rover também está amarrado, assim como Laerte Queiroz de Nova Mamoré. Neste cenário, se Expedito sangrar, vai ficar bem complicado bater a dupla Confúcio/Acir.

Olha essa

Nesta quinta-feira o advogado Clemildo Espiridião foi preso em Porto Velho com 2kg de cocaína em sua residência, após uma denúncia anônima. Ele chegou a trocar tiros com a polícia. Não seria nada demais, afinal todos os dias alguém é preso por tráfico mundo afora. O problema é que ele chegou a se inscrever na lista sêxtupla da OAB de Rondônia para a vaga de desembargador do Tribunal de Justiça. Já pensou se passa?

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‘Vinhos mais baratos tendem a ser os melhores’ , afirma cardiologista britânico

William McCrea é um cardiologista britânico que prescreveu vinho tinto a dez mil pacientes em dez anos. No Brasil, segundo ele, a bebida pode ser incorporada à dieta. E o nosso café poderia ajudar nisso. A ideia de receitar vinho surgiu aquando ele percebeu que os franceses tinham menos infartos que os britânicos, apesar de comerem mais gordura e fumarem mais. Segundo ele, “aos pacientes com bloqueio da artéria coronária, de todas as idades, eu indico 125 ml de vinho duas vezes por dia. Às pessoas com distúrbios psiquiátricos, histórico de adição a álcool ou drogas, doenças hepáticas, úlceras estomacais, doença do músculo cardíaco ou batimentos cardíacos irregulares o vinho não é receitado”. Ele afirma que um dos melhores é o Cabernet Sauvignon do Chile, por ser cultivado em grande altitude. “É o melhor, o mais rico em antioxidantes. Outros vinhos benéficos são Pinot Noir e Shiraz. Os italianos, surpreendentemente, têm concentração média de antioxidantes, e o Zinfandel tinto da Califórnia está entre os de concentração mais baixa. Em geral, vinhos mais jovens e baratos com tampa de rosca tendem a ser os melhores para o coração”. Essa afirmação, segundo o cardiologista é porque “uma vez que a garrafa é aberta, os antioxidantes se dissipam conforme o vinho “respira”, por isso eu recomendo o uso de tampas a vácuo. Os antioxidantes também podem ser absorvidos pelas rolhas durante o armazenamento prolongado, particularmente em madeira”. Um brinde!

 

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