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Coluna – Aluguel de helicóptero de resgate só durou a campanha eleitoral

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Governo locou aeronave por quatro meses, mas omitiu essa informação alegando que ela faria parte do acervo

O golpe

Junho de 2014, tem início, de fato, as campanhas eleitorais. De olho na reeleição, e sabendo das inúmeras deficiências que o Estado atravessa, principalmente na área da saúde, calcanhar de Aquiles de seu governo, os aloprados encontram um jeito de fazer uma moral e armam um circo. Aproveitando-se das enchentes que assolaram alguns municípios, principalmente Porto Velho, o governo contrata por dispensa de licitação um helicóptero que era usado como táxi aéreo no Paraná, cola uns adesivos e diz que ele será usado no “reforço do serviço aeromédico”.

A solenidade

Cheia de pompas, com direito a sobrevôo e simulação de resgate, conta com a presença de autoridades, entre elas o secretário de Defesa, Antônio dos Reis, que tasca a seguinte pérola, “o governo estadual oferece condições de trabalho e trabalhamos com excelência”. Na ocasião foi alardeado que o Corpo de Bombeiros e a Secretaria de Saúde iriam “trabalhar em parceria” com a tal aeronave.

Pois bem

Como dizem por ai, alegria de pobre dura pouco. Como tudo nesse governo é uma enganação, eles cometeram mais um estelionato contra a população. Em nenhum momento, durante a tal solenidade foi dito que o contrato era temporário, de apenas 4 meses. a impressão que se tinha é que o Estado havia comprado o helicóptero, que custa em média R$ 3 milhões (usado, no mercado atual).

Esse engodo

Faz parte do longo pacote de golpes aplicados pelo governo da enganação contra a população. Isso se chama estelionato eleitoral, fizeram o povo acreditar que podia contar com um socorro que não existe. E foi exatamente pela falta de uma aeronave igual a essa que o cabo da Polícia Militar Sérgio Campos veio a falecer. De acordo com informações repassadas pelo Grupamento de Operações Aéreas (GOA), do Corpo de Bombeiros, não foi possível fazer o resgate de Campos, baleado na última quarta-feira em Cujubim, porque a cidade não conta com pista de pouso.

Não vou entrar

Na discussão técnica se dá ou não para pousar em estrada, fazenda ou seja lá onde for, também não duvido dos esforços dos bombeiros e militares, mas se eles não foram é porque não tinham condições para isso. O problema é que vivemos em um estado de faz de conta, onde a propaganda vende uma coisa, e a realidade é completamente diferente. O secretário de Defesa vai para a mídia afirmar que “está tudo sob controle”, mas ao mesmo tempo a população, apavorada, impõe a si própria um toque de recolher, é visível o medo nos olhos dos moradores.

Enquanto o governo mente

Dezenas de pessoas morrem diariamente em todos os cantos desse Estado, vítimas da incompetência generalizada que tomou conta do Executivo e ao mesmo tempo temos um legislativo fraco, prostrado de joelhos diante de tantas barbáries. Só um estelionato desse, que custou a vida de um policial já era motivo mais que suficiente para afastar o governador. Rondônia, assim como o Brasil, encontra-se em um limbo onde a corrupção e o papo furado imperam. Fora PMDB, fora PT. Xô!

O interessante

Dessa história toda é ver o governo falando uma língua e o povo nas ruas falando outro idioma completamente diferente. É mais ou menos como um boliviano conversando com um chinês. No estado das maravilhas governista Rondônia avança a passos largos. No estado real da população o dinheiro sumiu, o comércio estagnou e ninguém sabe a quem recorrer.

Toc-toc

  • Quem é?
  • É a Polícia Federal, por favor, abra a porta, viemos realizar uma busca e apreensão de bens.
  • De novo? vocês já me deixaram sem dinheiro até para comida!

Empresário Eike Batista na manhã desta sexta-feira em sua residência no Rio de Janeiro, quando a Polícia Federal chegou para levar seus carros de luxos e até o piano de cauda, que ficava na sala de estar.

Chegou

Ao Supremo Tribunal Federal o processo contra o ex-secretário de Obras do Estado e atual deputado federal Lúcio Antônio Mosquini (PMDB). A ação penal impetrada pelo Ministério Público Eleitoral contra ele e Rosimeire Américo Neto pela suposta prática de desobediência. Eles teriam se recusado a cumprir ordem judicial. No último dia 3, o juiz federal Dimis da Costa Braga determinou a remessa do processo ao STF.O caso refere-se à campanha eleitoral de 2014, mas o parlamentar enfrenta complicações jurídicas ainda mais sérias.

Em Ouro Preto

O Ministério Público de Rondônia expediu recomendação ao Município de Ouro Preto do Oeste para que seja declarado nulo o concurso deflagrado pela Prefeitura daquela cidade, cujas provas teóricas foram aplicadas em dezembro de 2014. O MP orienta que sejam adotadas todas as providências necessárias para a realização de um novo certame, no prazo máximo de 60 dias. Com a anulação, nomeações referentes ao antigo certame se tornarão sem efeito. A recomendação foi emitida pela Promotoria de Justiça de Ouro Preto do Oeste que instrui o município a dar ampla divulgação à medida, fixando prazos e datas para a realização das provas futuras. A recomendação pela anulação do concurso  foi motivada por denúncia de um candidato. Ele informou ter sido procurado por representante legal da organizadora do certame, Instituto Exactus, que propôs a devolução do valor referente à inscrição e pagamento de taxa para o certame do município de Ariquemes, em troca de o denunciante não levar ao conhecimento das autoridades a montagem incorreta de sua prova. No exame a que foi submetido, classificado como de tipo 2, o denunciante respondeu questões aplicadas na prova do tipo 1.

Em Guajará-Mirim

Foram protocoladas diversas ações pelo Ministério Público em função da precariedade do sistema de saúde do município. A coisa anda feia por lá, e para piorar a situação, a rodovia continua caótica. Onde tem asfalto está intransitável. Os motoristas preferem os acostamentos, causam menos prejuízo aos carros.

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Estudo liga remédios para renite e insônia a maior risco de demência

Um estudo ligou medicamentos usados regularmente, incluindo remédios contra insônia, depressão e rinite alérgica, à demência. Pesquisadores da Universidade de Washington acompanharam a saúde de 3.434 pessoas com 65 anos ou mais que não tinham sinais de demência no início do estudo. Eles observaram registros médicos e de medicamentos para determinar quantos tinham ingerido remédios com o efeito anticolinérgico, quais as doses e quantas vezes. Então, compararam esses dados com diagnósticos subsequentes de demência nos 10 anos seguintes. O estudo, divulgado na publicação científica Jama Internal Medicine, apontou que doses mais elevadas e o uso prolongado destes medicamentos estavam ligados a um risco maior de demência em idosos. O perigo aumentava se o consumo fosse diário por três anos ou mais.

 

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