Coluna – Confúcio deixa governo dia 12 de março; e o novo “jênio” do governo que foi condenado por fraude

É mais um que integra a longa lista de enganadores que passou pelo governo da cooperação; E ainda, Confúcio vai “trair de novo”

Antecipando

Daniel Pereira assume o comando do Estado dia 12 de março, data em que Confúcio Moura renuncia ao mandato. O governador pretende disputar uma das duas vagas ao Senado nas eleições desse ano. Confúcio só precisaria sair em abril, e a antecipação faz parte de uma estratégia para fortalecer Daniel Pereira e dar mais tempo para que ele possa “mostrar serviço” e se capitalizar para disputar o governo.

Com isso

Fica bem claro que Confúcio não anda nem um pouco preocupado com a candidatura de Maurão de Carvalho, a quem Moura deve sua permanência no governo. Com dezenas de irregularidades, escândalos e muita explicação faltando, não fosse a leniência do Legislativo, Confúcio Moura sequer estaria fechando esse segundo mandato. Ao invés de ajudar Maurão, o governador resolveu traí-lo na cara dura, assim como fez com Raupp e todos os demais membros do MDB.

Engodo

O governo de Confúcio é marcado pelo engodo e enganação, virou uma verdadeira “curva de rio” onde engancharam alguns profissionais na arte da enrolação e do papo furado. Outros se vendem como “gênios” de qualquer coisa, em qualquer área. Para quem não sabe ou não lembra, Confúcio arrastou para Rondônia, e envolveu em um grave escândalo, o ex-ministro “de coisa nenhuma” Mangabeira Unger, pagando passagens com recursos públicos, alugando um apartamento caríssimo para que ele usasse uma semana por ano porque não gosta de hotéis. Isso foi ainda no primeiro mandato de Confúcio. E nos últimos tempos, ele arrumou um pseudo-escritor-produtor-marqueteiro-gênio das redes sociais que atende pelo pseudônimo de “Augusto Branco”, mas se chama Nazareno Vieira de Souza. E não, não é o “Professor Nazareno”.

Agora olha essa

Nazareno Vieira de Souza, ou Augusto Branco Tagliani Arenhart, ou Rogerio Romeu Dias e Silva, ou Carlos Eduardo Silva Pontes, ou  Cassiano Bulhosa Feijó, ou Celso Gomes dos Reis e Wilson Moreira da Cruz são todos a mesma pessoa. Nazareno foi condenado em 2016, a 3 anos e 6 meses de prisão por ter criado 88 (isso mesmo, oitenta e oito) CPFs e RGs entre agosto e setembro de 2005, quando trabalhou na Caixa Econômica em São Paulo, para obtenção de financiamentos fraudulentos. Ele recorreu da sentença e a Justiça Federal reduziu para 3 anos. Para entender o golpe todo (a história é longa) CLIQUE AQUI e veja a sentença. E é essa pessoa, com esse histórico, que atualmente circula pelo governo de Rondônia como “novo gênio”.

“Mundialmente conhecido”

Chegado a “escrever poemas” ele se vende como “grande escritor, de projeção mundial”, e vem ocupando espaços em áreas do governo sensíveis, como a educação. Nazareno é irmão da secretária de Assuntos Estratégicos do governo, Rosana Cristina Vieira de Souza e eles andam com uns projetos daqueles que gastam muito dinheiro e nenhum resultado. Estão bolando um tal “Facescola”, e foi lá, pelo Facebook que Nazareno mostrou seus dotes. Nas eleições de 2014 ele foi condenado pela Justiça Eleitoral por ter criado uma página para atacar o então candidato Expedito Júnior e exaltar Confúcio Moura.

E é assim

Que o governo da enganação vem agindo desde sempre, sorrateiramente, dando espaço para pessoas com passado (e presente) extremamente duvidosos, que vão se criando. A última do Nazareno foi ter usado a página dp evento público Infoparty para promoção pessoal e familiar.

Para encerrar o assunto

Mais conhecido como Augusto Branco (um dos nomes que ele fraudou para obter financiamento), nome que ele usa para se vender como poeta, criou até uma historinha, “ele conta que o pseudônimo veio do tempo de escola, quando a professora sempre o confundia com um amigo de classe que se chamava Augusto. Então, certo dia a professora de Português pediu para que todos escrevessem um texto literário e assinassem com um pseudônimo. Ele não teve dúvidas, assinou Augusto Branco. ‘Eu só lembrei dos palhaços de Shakespeare, o Augusto e o Branco, que representam opostos da natureza humana, e assinei assim um de meus primeiros poemas’, recorda. E tem uns tontos que acreditam nisso.

Vai trair, de novo

Acir Gurgacz, apesar de toda sua complicada condição jurídica, afirmou que pretende ser candidato ao governo em 2018. Ele conta com a ajuda de Confúcio (assim como Maurão), mas pelo jeito o governador vai passar uma rasteira também em Acir. Confúcio tem duas opções, caso saia do MDB, o PSB de Mauro Nazif e o DEM, que ele estaria negociando para tomar o controle que atualmente está nas mãos de Marcos Rogério.

Vitaminadas

E teve início a divulgação de pesquisas eleitorais “vitaminadas”, com números confusos com o propósito de influenciar o eleitor. O que não faltam são números escandalosamente manipulados, que contribuem enormemente para o descrédito dos institutos.

Duas coisas

Que uma pessoa precisa ter em Brasília é um crachá (ou broche) e trânsito entre as autoridades. O crachá é conquistado ou por cargo na estrutura de um dos três poderes e o broche pelo voto. O trânsito é mais complicado, não basta ter o broche, tem que ter influência, conquistada com relações ao longo dos anos. Brasília é complicada, e quem chega de paraquedas não consegue passar da maioria das recepções. Prefeitos, vereadores e parlamentares estaduais que vem à capital federal em busca de recursos ou projetos, sentem isso na pele. Quando não estão acompanhados de algum parlamentar federal com trânsito, ficam nas longas filas.

É por isso

Que se torna tão necessário que os parlamentares federais sejam pessoas com mínimo preparo e clareza sobre o funcionamento da estrutura. Evidente que o eleitor, em sua grande maioria, não tem compreensão sobre as engrenagens que movem essa máquina complexa que é o Brasil, e cobram coisas simples de seus representantes, como a honestidade. Mas o problema é exatamente esse. Ao oferecer seu voto em troca de alguma vantagem pessoal, você já inicia o processo de forma corrompida, e o resultado a gente vê depois, imprensa massacrando políticos, justiça julgando com base na legislação e o povo sofrendo. Por isso lembre-se, por vezes, trocar o carro velho que você já conhece os enguiços por outro que você acha que é novo só porque recebeu uma pintura, nem sempre é uma boa idéia. Normalmente o motorista fica à pé. Não, não estou defendendo ninguém, apenas pedindo para você eleitor, prestar muita atenção às novidades que costumam surgir nesses períodos que antecedem as eleições.

Nove fatores que prejudicam o fígado

Ainda na ressaca das festas de fim de ano, férias e carnaval? Judiou do “figueiredo” com whisky, cerveja e muita feijoada né? De acordo com a revista “Health”, são nove os fatores que podem danificar a saúde do fígado e, por isso, desencadear de uma forma direta ou indireta vários tipos de doenças hepáticas. 1 – Obesidade, pois aumenta consideravelmente o número de células gordas no fígado, deixando-o incapaz de funcionar corretamente. 2 – Consumo regular ou diário de refrigerantes, péssimo hábito que aumenta a gordura no fígado. 3 – Ingestão constante de paracetamol, um remédio que, quando consumido em altas doses, pode causar falência hepática. 4 – Ingestão a longo prazo de esteróides anabolizante. 5 – Sofrer de hepatite B ou C, duas variantes da doença crônica que mais desencadeia câncer no fígado. 6 – Doenças hereditárias como a hemocromatose, caracterizada pela absorção elevada de ferro. Esta condição pode provocar cirrose ou uma potencial falência hepática. 7 – Doenças auto-imunes, que, por si só, levam o próprio organismo a atacar o fígado. 8 – Ser um fumante, pois este hábito não só aumenta o risco de cirrose, como também de câncer no fígado (e noutras partes do corpo). 9 – Consumir bebidas alcoólicas de forma exagerada faz com que as pessoas ganhem uma condição chamada de cicatrização do fígado, além de que aumenta o risco de cirrose e outras doenças hepáticas.

Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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