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Coluna – Convênio entre usina e SESDEC terá que ser explicado ao MP

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Tá cedo

Os partidos andam conversando entre si, e muito, nas últimas semanas, mas ninguém quer assumir compromisso de fato. O PV, de Luizinho Goebel, avalia uma aliança com o PSDB, de Expedito Júnior e ao mesmo tempo é cortejado pelo PP de Cassol e PT, de Padre Ton. O PROS, do Zico, deve definir aliança em abril, mas a legenda vem sofrendo pressão para lançar candidatura a deputado federal e senado.

Na verdade

Todos os partidos querem engrossar as bancadas em Brasília, pois dessa forma conseguem garantir mais recursos e quem sabe até, um ministério ou cargos nas estatais. Portanto, a disputa por uma cadeira na Câmara ou no senado, vai ser acirrada.

E olha essa

O que já está ruim, pode piorar e muito. Um dos maiores problemas dos partidos atualmente é encontrar um nome para disputar o governo. Atualmente quem está na disputa é Padre Ton, que trás consigo toda a petezada que destruiu Porto Velho, e Confúcio Moura, que se for reeleito vai jogar uma pá de cal no que sobrar do Estado, sé é que vai sobrar alguma coisa após esse seu desastroso primeiro mandato. Expedito Júnior, apesar de decisões favoráveis e intermináveis discussões, só estará fortalecido ao conseguir o registro definitivo de sua candidatura e o grupo de Cassol, acreditem, pensa seriamente em Maurão de Carvalho.

Falando em gestão Confúcio

Em 10 de outubro de 2011 a Santo Antônio Energia repassou para o governo da atrapalhação, através da SESDEC, um total de R$ 3.388.603,39 em equipamentos para implantação de um sistema de câmeras, a ser usado na cidade de Porto Velho. Até aí, nada demais, exceto por algumas anomalias que foram encontradas no convênio e estão sendo investigadas Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público de Rondônia.

Olha só

Segundo as investigações do Ministério Público, entre as “anomalias” detectadas estão preços praticados bem acima do mercado, e alguns ítens sequer foram vistos até hoje. Um desses ítens, o 04, de acordo com o convênio, que seriam 80 postes customizados com proteção atmosférica, ao custo unitário de R$ 2.756,86, totalizando R$ 220.548,80, que segundo a denúncia, não foram localizados.

Outra

Dúvida que está sendo levantada é em relação ao valor de compra de 5 computadores (ítem 5), com a seguinte configuração, “microcomputador processador dual core, 2,4 ghz, HD de 250 GB, RAM 2GB – DDR3, chip set Intel, gravador e leitor de DVD, placa de vídeo offboard com 256mb e placa de rede fastethernet 10/100/1000mpb”. Esse equipamento custa em torno de R$ 1.500 e foi comprado a R$ 7.826,92. Ou seja, pagaram R$ 39.134,60 em cinco máquinas.

No total

São 22 ítens, entre eles o custo de instalação, que segundo o convênio ficaria em R$ 561.715,59.

O termo

Foi assinado e de acordo com a cláusula de número 4, que trata da quitação, “pelo presente termo, a SESDEC declara ter analisado os equipamentos, softwares e serviços, aceitando-os e conferindo a SAE (Santo Antônio Energia) a mais completa, geral, irrevogável e irretratável quitação com relação à obrigação assumida nos termos do Contrato e quaisquer despesas incidentes sobre os mesmos”. E na cláusula 4.2 “pelo presente termo, toda e qualquer responsabilidade pelo registro, manutenção, operação, conservação de equipamentos, softwares e serviços passam a ser única e exclusivamente da SESDEC”.

Sobre os postes

A SESDEC está utlizando os da rede de energia elétrica. Os tais postes “customizados” que custaram R$ 220.548,80 não foram encontrados, assim como não foram encontradas as 80 placas informativas/reflexivas, ao custo de R$ 363,24, totalizando R$ 29.059,20.

Outros problemas

De acordo com a denúncia, vários ítens simplesmente não existem, ou ao menos não estão instalados e outros já estavam em operação desde o governo anterior, como a “montagem da sala de controle e operação”, cujo serviço já existia no CIOP, mas mesmo assim a Santo Antônio teria pago R$ 101.641,76.

A denúncia

Junto ao Ministério Público foi feita pela Associação dos Praças e Familiares da Polícia e Bombeiro Militar (ASSFAPOM) e deve dar muita dor de cabeça para ser explicada. Na verdade, o governo da atrapalhação herdou o projeto que havia iniciado no governo Cassol/Cahúlla. Porém, quem deu o “recebido” foi o secretário Marcelo Bessa. As explicações deverão ser dadas ao Ministério Público nas próximas semanas. Resta saber se alguém vai lembrar onde está o quê.

Prejuízo causado pelas usinas

Uma carreta derrubou uma passarela na BR-060, na altura do quilômetro 383 da rodovia, perímetro urbano de Rio Verde, a 235 quilômetros de Goiânia. O acidente aconteceu na manhã desta terça-feira (18). Conforme informações da Polícia Rodoviária Federal, a carreta transportava carga excedente, uma peça para a usina hidrelétrica no Rio Madeira. A carga saiu de Taubaté (São Paulo) e seguia para Porto Velho. A passarela caiu em cima da carreta, mas ninguém ficou ferido.

Por aqui

Continua o debate sobre a responsabilidade das usinas em relação as alagações. Tem até clone da mãe Diná anunciando tsunami por aí. Na verdade a equação é muito simples, Jirau está “até a tampa” de água e Santo Antônio, idem. Ocorre que Santo Antônio precisa abrir as comportas, para baixar Jirau. Até onde se sabe, isso já foi feito, mas não apresentou o resultado esperado. Como tem chovido muito e estamos na época do degelo andino, os níveis estão altíssimos. A tendência, ao menos nos próximos dias, é de continuar subindo o nível do Madeira.

Violência

Nasci e fui criado em Porto Velho e quando criança tomava banho no Madeira. Fazíamos escorregadores no barranco e deslizávamos para a água. O Madeira, apesar de caudaloso e de forte correnteza, sempre foi um rio previsível. Ele está irreconhecível, com ondas fortes, causadas pelos banzeiros e está levando toda a barranca. Propriedades inteiras estão desaparecendo e as barreiras de contenção, feitas pelas usinas, não estão resolvendo nada. Os prejuízos são incalculáveis, mas o que sabemos, com toda a certeza, é que vai ser muito difícil responsabilizar alguém. Essa fatura deve ir para a conta de São Pedro.

Anuários

Já estamos encaminhando as propostas para os anuários dos advogados e médicos de Rondônia. Contatos para maiores informações podem ser feitos pelos telefones (69) 9363-1909 ou 3225-9979, falar com Murilo.

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Quanto maior o estresse, menos decisões arriscadas

Níveis cronicamente elevados de cortisol – o hormônio do estresse – podem promover uma aversão ao risco. Essa é uma descoberta que pode explicar o pessimismo irracional observado entre comerciantes e homens de negócios durante crises financeiras, diz um e estudo realizado pela Universidade de Cambridge, na Inglaterra. O líder do trabalho, o pesquisador John Coates, observou junto com seus colegas que os níveis de cortisol aumentam substancialmente nesses profissionais quando a volatilidade do mercado cresce. Os resultados também sugerem que fatores fisiológicos de comportamento de risco pode ser uma fonte de instabilidade ao mercado, até então ignorado pelos economistas, gestores de risco, e presidentes de bancos centrais, de acordo com os autores.

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