Coluna – Crise em presídios e polícia  atende pelo nome de Isis Queiroz

Responsável por gerenciar as compras do Estado, ela desconhece a realidade e complica vida de secretários e do próprio governador

Exumando

A Lava-Jato desenterra Celso Daniel e deixa os petistas desesperados. A prisão de Ronan Maria Pinto, empresário do grande ABC, mostra que ele ficou milionário após a morte do prefeito de Santo André, morto em 2002, que queria intervir na máfia dos transportes e do lixo que atuava na região. Essa máfia sustentava o PT financeiramente. O império de Ronan inclui empresas de transporte público e coleta de lixo, além do Diário do Grande ABC e da DGABC pesquisas.

Chantagem

O publicitário Marcos Valério revelou em depoimento ao MPF que Silvio Pereira (então secretário-feral do PT) o informou de que Gilberto Carvalho (chefe de gabinete de Lula), Lula e José Dirceu “estavam sendo chantageados por um empresário da área de transporte de ônibus, chamado, Ronan Pinto, de Santo André.” Marcos Valério pediu para ficar de fora dessa história, dizendo “me inclua fora disso”. Ainda assim, Silvio Pereira lhe pediu que o acompanhasse “na reunião com Ronan Pinto, marcada no Hotel Mercure (hoje hotel Puma)”, em São Paulo. Ronan Maria Pinto chegou acompanhado por Breno Altman, homem de José Dirceu. Na reunião, Ronan informou que precisava de R$ 6 milhões para comprar o jornal Diário do Grande ABC.

Valério revelou

Que a solução encontrada por Sílvio Pereira foi conseguir o dinheiro via empréstimo com o banco Schain através de José Carlos Bumlai, amigo de Lula. Marcos Valério afirmou que a construtora de Carlos Eduardo Schahin adquiriu sondas de petróleo para serem alugadas pela Petrobras, “como forma de viabilizar o pagamento da dívida” contraída por José Carlos Bumlai, para calar a boca do chantagista Ronan Maria Pinto. Ou seja, os contribuintes e os acionistas da Petrobras pagaram, por meio de contratos superfaturados pelo PT, para que o atual dono do Diário do Grande ABC não revelasse o papel de Lula, José Dirceu e Gilberto Carvalho no assassinato de Celso Daniel. Via o Antagonista com edição nossa.

Daqui em diante

Tudo pode acontecer em relação a esse caso. Quem está comemorando muito é a família de Celso Daniel, que ficou 14 anos aguardando que fosse feita justiça. A cada dia que passa torna-se mais evidente que o PT não mediu esforços para chegar, e ficar, no poder. Valeu absolutamente tudo para atingir os objetivos. Começo a achar que os pecados da direita brasileira são brincadeira de criança perto do que a turma da estrelinha andou aprontando. E não se enganem, as coisas não foram ‘acontecendo’, elas foram calculadas.

A crise

Continua forte no governo do Estado e aquela situação divulgada pela coluna esta semana sobre os ofícios que estão sendo redigidos à mão pelos agentes penitenciários tem um responsável. Na verdade uma, Isis Queiroz que controla as compras no Estado só que não está comprando…Além do toner para impressoras, falta de armamento nos presídios, no interior a situação está ainda pior. Policiais Militares relataram que falta combustível para viaturas rodarem.

A moça

Tempo desses estava quase ganhando as contas, mas ai andou pela Assembleia onde conseguiu enrolar um grupo de deputados, que intercedeu a seu favor junto ao governador. Era melhor ter demitido. A coisa vai de mal a pior e claro,´para a população e servidores a culpa é de Confúcio, e é mesmo, afinal, quem tem a caneta é ele.

O problema

É que o governador é meio chegado nesse tipo de assessor. Basta olhar o histórico desde seu primeiro governo. São tantos que fica até difícil lembrar de todos, mas vamos lá, teve o Ricardo Sá, Edvaldo Soares, José Batista. Rômulo Lopes, Isabel Luz, Wagner Luiz (Bocão), Lúcio Mosquini, Gilvan Ramos, Alexandre Árabe, Abelardo Castro, Marcelo Bessa, ufa…Até o Mangabeira Unger andou dando trabalho por aqui.

Rapaz…

Tô começando a achar que na verdade o governador anda com sérios problemas…ele ainda não demitiu nem a Isis nem o Emerson Castro e ainda mantém o Glauber Gahyva como assessor, realmente as coisas andam complicadas pelas bandas do Palácio.

Eleições 2016

Essa semana PAINEL POLÍTICO® revelou com exclusividade que a relutância de Mariana Carvalho em confirmar (ou negar) sua candidatura pode ter relação com um projeto de lei que regulamenta o ProUni Municipal, programa criado em 2010 que vinha dormindo em alguma gaveta da prefeitura, mas por coincidência “acordou” em 2016 quando ela se tornou um empecilho aos planos de Nazif para a reeleição. Com Mariana é na disputa é complicado, sem ela fica bem mais fácil. Ai o leitor pergunta, mas o que uma coisa tem a ver com a outra?

Pois é

O ProUni municipal permite que as instituições de ensino negociem débitos de ISSQN por bolsas de estudo, mas para isso essas entidades precisam emitir a Certidão Negativa de Débitos (CND). A FIMCA, que pertence ao pai de Mariana, o ex vice-governador Aparício Carvalho não pagava ISSQN desde maio de 2010 (a lei é de junho – será mais uma coincidência?). Atualmente apenas a FIMCA deve a prefeitura R$ 4.829.862,16, mas é bom lembrar que podem existir débitos da Metropolitana, que é outro CNPJ. Além disso, o grupo também foi condenado em setembro de 2015 uma área para o município em troca do terreno onde a faculdade foi construída, que pertence aos moradores do Jardim Eldorado II e deveria ter sido feita uma praça no local. A FIMCA tomou na “mão grande” e ainda não resolveu essa pendência.

Não se tratam de acusações

E sim de relatar coincidências. Está pegando mal para Mariana relutar em disputar a prefeitura enquanto existe um forte apelo popular por seu nome. Melhor seria ela declarar de uma vez por todas que é ou não candidata. O projeto que dormia, acordou em fevereiro desse ano, dois dias depois que o PSDB local anunciou que Mariana poderia lançar sua candidatura em março. Ela adiou a reunião, que seria dia 5 para 10 e se recusou a falar sobre o assunto. Coincidências da política…

Quanto ao projeto

Ele seria incluído na pauta de uma sessão extraordinária que aconteceu nesta sexta-feira, porém, o vereador Jair Montes pediu vistas ao projeto. Ele declarou que está mal feito e vai pedir a inclusão de um artigo, para que os beneficiários do programa prestem serviço no município por pelo menos dois anos em troca da bolsa.

DVD

O humorista Maguii Leonelo está em Porto Velho e se apresenta neste domingo no Boteco da Fama, onde grava seu primeiro DVD. A apresentação terá início às 20 hora. Mesas e informações podem ser obtidas pelo telefone 3043-3001.

Clínica Mais Saúde informa – Gás de buzina tem efeito entorpecente e pode ser fatal

Assim como o álcool e as drogas, a overdose de substâncias entorpecentes como o gás de buzina pode levar à morte. De acordo com Zila van der Meer Sanchez, pesquisadora do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), muito jovens utilizam diferentes aerossóis – como o gás de buzina ou o anti respingo de solda (produto encontrado em lojas de material de construção) – em busca de um efeito alucinógeno. Esses produtos químicos são alternativas mais acessíveis a drogas entorpecentes inaláveis como o loló ou o lança-perfume (à base de clorofórmio e éter). Assim como o álcool, o gás age deprimindo o sistema nervoso central. Quando consumido em grande quantidade pode causar um colapso do sistema respiratório e cardiovascular, levando à morte por parada cardíaca ou respiratória. Segundo Zila, o grande problema é que, como acontece com outras drogas, não é possível prever quem será mais vulnerável. “A quantidade que causa overdose vai depender do organismo e da predisposição de cada um. Por exemplo, pessoas com problemas cardíacos ou respiratórios terão uma vulnerabilidade muito maior aos efeitos da substância”, afirma. Outro agravante é que, em geral, o uso dessas substâncias acontece em conjunto com o álcool, que também é um depressor do sistema nervoso. “A associação de mais de uma droga que age no organismo da mesma forma, mas por vias diferentes, aumenta exponencialmente o risco de colapso do sistema nervoso e cardiovascular”, diz a especialista.

Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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