Coluna – Daniel Pereira surge como alternativa e Jesuíno se defende

E ainda, Cira Moura solta o verbo, “Maurão é de longe a pior escolha” em relação à sucessão

Outro lado

O deputado estadual Jesuíno Boabaid entrou em contato com PAINEL POLÍTICO nesta quinta-feira para falar sobre as ações que estão sendo protocoladas contra ele por uma policial militar, que acusou o deputado e sua esposa, a vereadora Ada Dantas de injúria racial, em conversas em um grupo de Whatsapp. A ação contra Ada Dantas já está tramitando e contra o parlamentar está em fase de protocolização. Jesuíno é administrador do grupo e o advogado da policial alega que ele foi omisso em relação às conversas de cunho racista, por isso deve ser processado. Esse é o objeto da ação, agora vamos ao que o deputado fala sobre o assunto.

“Vão ter que provar”

O deputado está #chateado com o assunto. Afirmou que nunca foi racista, que jamais iria injuriar alguém, “tenho assessores negros em meu gabinete, isso tudo não passa de uma falácia. Se de fato essas pessoas estiverem movendo ações contra mim, vão ter que provar que sou racista. Considero esse tipo de ação uma agressão e vou me defender com toda a certeza. É uma acusação que não tem o menor fundamento contra mim. Tenho certeza que exerço meu papel como parlamentar de maneira honrada e vou defender minha reputação contra essas acusações infundadas”.

Dia desses

Falei sobre a interferência direta de Cira Moura, irmã do governador Confúcio Moura que ocupa função de secretária de governo, em algumas secretarias e o fato dela andar falando pelas costas de alguns parlamentares. Mesmo assim, ela não tem poupado críticas ao deputado estadual Maurão de Carvalho, que ela considera “inapto” para ser o candidato do PMDB nas eleições de 2018. Para Cira, “Maurão é de longe, a pior escolha”. Ela não esconde de ninguém a insatisfação de ver o deputado próximo do governador. Resta saber se ela também anda queimando o deputado nas hostes partidárias, porque nas palacianas, Maurão está mais queimado que beirada de pizza.

Despontando

O vice-governador Daniel Pereira vem trabalhando pesado nos bastidores para disputar o governo em 2018 e está obtendo bons resultados na empreita. Pereira, que foi deputado estadual, é um político competente e com posições firmes. Pode desequilibrar o cenário.

Uma maldade

O governo federal abriu permissão para que os trabalhadores coloquem seus FGTS como garantia em empréstimos junto às instituições financeiras. O que parece ser um “ato de bondade” na verdade traz um problema sério. Em plena crise, a grande maioria dos brasileiros vai optar por essa modalidade de obtenção de crédito. Com isso, uma das poucas garantias que os trabalhadores tinham, vai para o ralo. O FGTS só podia ser usado na habitação e doenças graves, o que salvou muita gente. Com essa flexibilização, o trabalhador vai ser prejudicado de verdade. Lamentavel.

Ladeira abaixo

É apenas dessa forma que podemos classificar as condições em que se encontra a Caerd. Após a pataquada de conseguir perder mais de R$ 700 milhões ainda do PAC 1, deixar faltar cloro para as unidades de tratamento, o governo mantém a presidente Iacira Azamor, escalada para promover o desmonte da companhia. Essa conta quem vai pagar é a população de Rondônia, porque agora uma empresa privada deverá formatar uma parceria com o poder público e nisso só quem se ferra é o povo. Um serviço que poderia ter sido feito há anos, foi perdido graças a incompetência da classe política.

Para ser justo

O problema começou lá no governo Cassol. O então vereador Cláudio Carvalho, à época do PT, denunciou superfaturamento no projeto. O TCU mandou parar, Cassol tentou ajeitar as coisas e até conseguiria, se tivesse tido tempo. Confúcio assumiu e a coisa desandou de vez. O Estado, que era o executor, resolveu licitar as obras em apenas um lote. Um processo licitatório complicado que terminou dando errado. O resultado de toda essa trapalhada foi a perda do recurso.

Pílula do dia seguinte pode falhar dependendo do seu peso

A pílula do dia seguinte (PDS) é muito utilizada como solução contraceptiva de emergência, mas pode ser ineficaz para mulheres acima do peso – é o que diz um grupo de cientistas da Faculdade de Saúde Sexual e Reprodutiva (FSRH), da Universidade inglesa Royal College of Obstetricians and Gynaecologists. De acordo com a FSRH, o medicamento pode acabar diluído no corpo das pacientes com mais de 70 kg ou índice de gordura corporal (IMC) superior a 26, o que compromete sua eficácia. No anúncio, a instituição destacou a importância de que médicos conversem com suas pacientes sobre a forma de utilização e os riscos da pílula, e reforça que o método mais efetivo de contracepção é o DIU de cobre (disponível pelo SUS, no Brasil). Cientistas já especulavam sobre a interferência do peso no desempenho da pílula do dia seguinte para evitar uma possível gravidez, mas só agora essa suspeita foi esclarecida. O dado mais preocupante talvez seja o peso estabelecido pela FSRH como seguro para uso da pílula: mais da metade das britânicas se encaixam no perfil de risco e isso representa um impacto significativo nas opções que elas dispõem à contracepção. A própria FSRH destaca que a melhor forma de evitar uma gravidez indesejada é a proteção. Não à toa, a pílula do dia seguinte também é chamada de pílula plano B.

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Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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