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Coluna – Deputado apresenta atestado de doença e vai para campanha

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Bússola

O deputado federal Padre Ton conseguiu se perder no processo eleitoral, e de quebra, seu grupo arrastou o PT para o limbo. Ficou falando sozinho na aliança com o PP do senador Ivo Cassol, perdeu o PDT e o PSB e está correndo o risco de ter que lançar sozinho sua candidatura, ou ceder para Cassol e sair de vice, o que seria vergonhoso nesse caso. O senador enquadrou a “companheirada” que deixou a Capital Federal completamente sem rumo.

De concreto

Nessa história toda só ficou a candidatura de Fátima Cleide, que vai disputar uma das oito cadeiras na Câmara Federal. Ex-senadora, Fátima abriu mão de uma candidatura ao Senado em prol do partido. A idéia é, se o PT afundar, ela não poderá ser responsabilizada. Cá entre nós, no quesito alianças e articulações o grupo da ex-senadora é muito mais competente que o bonde de Ton, formado pela deputada estadual Epifânia Barbosa, o deputado Claudio Carvalho e o ex-prefeito Roberto Sobrinho, devidamente acompanhados do presidente da CUT, Itamar Ferreira.

Aprendizes

Dos nomes acima, o mais experiente é Ton, que já foi prefeito e atualmente é deputado federal. Epifânia e Cláudio são marinheiros de primeira viagem. Roberto se perdeu no próprio mandato e terminou preso, já Itamar só conseguiu ser presidente do sindicato dos Bancários e da CUT, e sempre na base do acordo. Roberto não conseguiu aprender nada com Odair Cordeiro, que era um grande articulador político e conduzia com maestria o processo. Com seu falecimento, Sobrinho passou a se achar e deu no que deu. O futuro dessa trupe é incerto, mas se o PT ficar isolado, corre um grande risco de perder inclusive a vaga na Câmara Federal.

Pior ainda

Foi a notícia veiculada nesta sexta por um sítio eletrônico do cone sul que, ouviu de Ton a possibilidade do mesmo ser candidato ao Senado, apoiando Jaqueline Cassol ao governo. Os petistas reagiram a opção, alegando que ou Ton sai a governo ou vai a reeleição. Qualquer outro arranjo seria considerado uma traição.

Faltam propostas

A classe empresarial de Rondônia vem acompanhando com preocupação o desenrolar do processo sucessório no Estado. A maioria dos empresários ouvidos pela coluna são enfáticos em afirmar que faltam propostas concretas por parte de todos os pré-candidatos, “uns falam que Deus vai ajudar, outros que Rondônia é show, mas ninguém apresenta soluções, nem discursos sólidos”, disse um comerciante. A preocupação também é dividida com os pecuaristas e produtores rurais, que não encontraram políticas eficazes no atual governo e não enxergam nenhuma proposta concreta nos demais candidatos, “a coisa está feia, se juntar todo mundo, não dá meio”, declarou um pecuarista.

De fato

Apesar de ainda estarmos no período pré-eleitoral, os pré-candidatos, inclusive o próprio governador, poderiam apresentar propostas realistas para os mais diversos setores. Industrialização virou lenda, mas o segmento de comércio e setor extrativista estão operando pela metade. O Estado precisa ter foco, ampliar o potencial produtivo e qualificar a mão de obra. Para se ter uma idéia, o parque industrial do Estado, localizado em Porto Velho, está abandonado, jogado às traças, tomado pelo mato. Sequer as linhas de ônibus que haviam sido prometidas estão operando e o local não atrai ninguém para implantar uma empresa naquele local.

Tá de brincadeira

O deputado federal Nilton Capixaba, que anda todo pirilampo pelo Estado nos últimos dias, participando de eventos nos mais diversos municípios, está de “licença para tratamento de saúde” no Congresso desde o dia 7 de maio deste ano. O pedido foi de 45 dias.

Mas

No Facebook do deputado, dezenas de compromissos, com direito a fotos, enfeitam o perfil do parlamentar que, no trabalho, “está doente”. Das 50 sessões deliberativas realizadas neste ano, Capixaba participou de 22 e apresentou “justificativa” em 28.

Outra

Companheiro de Capixaba no chamado “Escândalo das Sanguessugas”, o ex-deputado federal Agnaldo Muniz anda queimado em todos os grupos. Ele vem tentando encaixar sua legenda, o PSC, garante que tem o apoio incondicional da Assembleia de Deus e quer, além de coligar, um “apoio financeiro”. O problema é que ele já foi rifado pelo senador Acir Gurgacz, Cassol não quer nem ouvir falar e ele vem tentando pousar seu peixe no ninho tucano. Corre o risco de virar jantar, já que o PMDB também não quer saber de coligar na proporcional.

Aliás

O PMDB está com uma nominata pesada e aqueles que vão se aventurar pela primeira vez no processo eletivo vão servir de escada para os maiores. Lúcio Mosquini tratou de convocar seu amigo, o prefeito de Ouro Preto Alex Testoni para coordenar sua campanha. A idéia é gastar muito para garantir a vaga. O grupo tem ainda Marinha Raupp, Lindomar Garçon, Amir Lando, Marcelo Bessa e mais uma dúzia. Ou sobe ou afunda de vez.

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Casal dorme melhor quando a mulher está mais feliz com a relação

Dica para o homem casado. Se quiser dormir bem, faça sua mulher feliz. Pelo menos é o que diz um novo estudo da Academia Americana de Medicina do Sono. Segundo o trabalho, a sincronia de sono do casal se aproxima mais da plenitude quando a mulher está satisfeita com o seu casamento. “A maior parte do que se sabe sobre o sono vem de estudá-lo em nível individual. No entanto, para a maioria dos adultos, o sono é um comportamento comum entre os parceiros de cama”, explica Heather Gunn, autor da pesquisa e PhD na Universidade de Pittsburgh. “Como os casais dormem juntos, isto pode influenciar no funcionamento do relacionamento”. Os resultados mostram que, de uma maneira geral, um casal dorme ao mesmo tempo por 75% da duração do sono dos dois, em média. Da mesma forma, o estudo constatou que, quando a mulher diz estar mais feliz com o casamento, essa porcentagem é mais alta. A pesquisa foi realizada com 46 casais que completaram uma série de avaliações e forneceram dados sobre o seu sono durante um período de dez dias. “O sono dos casais fica mais em sincronia minuto por minuto do que o sono de pessoas aleatórias. Isto sugere que os nossos padrões de sono são regulados não somente por quando dormimos mas, também, por com quem dormimos”, esclarece Gunn. De acordo com o estudo, cerca de 75% do tempo que um casal está na cama há reprodução do comportamento do companheiro.

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