Painel Político
A maior agência de notícias em seu Whatsapp do Brasil

Coluna – “E aí, Expedito registra ou não”?

0

Em Brasília

O ex-senador Odacir Soares assumiu nesta terça-feira a vaga de Ivo Cassol no Senado Federal. Após 16 anos, ele realiza o sonho de voltar a Câmara Alta. Ele é o segundo suplente de Ivo deve permanecer no cargo pelos próximos três meses. O primeiro suplente, Reditário Cassol, também preferiu ficar afastado para ajudar na campanha da filha (Jaqueline – governo) e da nora (Ivone – Senado). Nesta terça-feira também renunciou ao Senado, o empresário Clézio Andrade, irmão do ex-deputado federal por Rondônia, Oscar Andrade. Clézio alegou problemas de saúde.

Por aqui

Está cada vez mais difícil acreditar nos resultados das pesquisas eleitorais que são apresentadas por determinados institutos. São tantos números desencontrados, que fogem completamente da realidade. Candidatos que acredita em pesquisa, ao menos em algumas que andam circulando por aí, está fadado a dormir eleito e acordar sem mandato.

Luminus

E o Ministério Público Estadual apresentou nesta terça-feira, sete denúncias contra os  envolvidos na Operação Luminus, que investigou desvios de recursos através da Empresa de Desenvolvimento Urbano de Porto Velho (EMDUR) durante a gestão de Roberto Sobrinho (PT). Foram denunciados o ex-presidente da Emdur Mário Sérgio Leiras Teixeira, os servidores públicos Wilson Gomes Lopes, Wilson Gondim Filho, Walter Fernandes Ferreira, Vera Lúcia da Silva Gutierre e Eleonise Bentes Ramos, além da empresária Mariana Matos Marques de Miranda, proprietária da Empresa Rondônia, seu marido Bergson Miranda de Oliveira, a época servidor da Emdur; a advogada Noêmia Fernandes Saltão e Deodato da Silva Matos, proprietário da empresa Exactos, Cleomar Frota de Souza e Olávio José Guimarães, donos das empresas Luguimar e Dupolen, Jeová Brauna de Souza e Daniel Nogueira Machado, donos das empresas Vidraçaria Oriente e Artevidro, Antônio Alves de Sousa, dono da J. de Lima e de outras empresas. Também foi denunciado por falsidade ideológica Denerval José de Agnelo.

Interdição ética

O médico Hiran Gallo, que está disputando a vaga de conselheiro federal para o Conselho Federal de Medicina, fez uma importante colocação ao tratar da questão da chamada “interdição ética” que fechou o centro cirúrgico do hospital de Cacoal no último fim de semana porque a unidade dispõe de 5 anestesistas ‘apenas’ em seu quadro funcional. O centro foi fechado por determinação do CREMERO (Conselho Regional de Medicina) e quase custou a vida do paciente Valmir Suruí, que deu entrada na unidade coim ferimento de arma de fogo. Os médicos Cláudio Queiroz e Neila Witt Silva, romperam os lacres do centro cirúrgico e realizaram o procedimento, que salvou a vida do paciente.

Para Gallo

“Não se pode, em hipótese alguma, vulgarizar a interdição médica”. O médico esclarece que o mais correto é caminhar ao lado do medico que se sentir prejudicado, ajudando a ele e o gestores para uma solução adequada. Segundo Hiran, a falta de profissionais é crônica, e ele citou como exemplo uma unidade de saúde de Ji-Paraná, onde ele visitou a uma semana e percebeu que lá tinha apenas um obstetra para atender toda a demanda do hospital (pré-parto, parto e centro cirúrgico), “É obvio que se partirmos do pressuposto da falta de profissionais,  iremos interditar todos os hospitais dos 52 municípios”.

Expoente

Hiran Gallo é um dos mais respeitados representantes de Rondônia fora do Estado. Tem coerência e sabe bem o que fala. Pelo jeito anda faltando bom senso lá pelas bandas do CREMERO, assim como faltam medicamentos em várias unidades de saúde do Estado e não vemos o Conselho questionando esse problema.

Abrindo

A Edição Pastoral da Bíblia sustenta que o livro de Eclesiastes (Livro de Salomão) é profundamente crítico, lúcido e realista sobre a condição do povo, por volta do século III AC, quando a Palestina era então colônia da dinastia macedônica dos Ptolomeus, ao qual devia pagar pesados tributos, que eram arrecadados pela família dos Tobíadas, que controlava o comércio, a economia e a política interna. O autor escreveu durante esse tempo de exploração interna e externa, que não deixava esperanças de futuro melhor para o povo. Num mundo sem horizontes, ele fez um balanço sobre a condição humana, buscando apaixonadamente uma perspectiva de realização. O Eclesiastes ou Coélet denuncia portanto as conseqüências de uma estrutura social injusta. O povo não tem presente, quando é impedido de usufruir do fruto do próprio trabalho. Conseqüentemente, fica sem vida, que lhe foi roubada não por esta ou aquela pessoa, mas por todo um sistema social dependente que, para privilegiar uma minoria, acaba espoliando a nação inteira. E aqui, o autor mostra que isso se trata, em primeiro lugar, de um pecado teológico: Deus dá a vida para todos; se ela é roubada, o roubo é um desvio na própria fonte da vida.

Dito isto

Só me resta fechar da seguinte forma, TIC, TAC, TIC, TAC…

Expectativa

A partir da próxima semana os candidatos começam a colocar o bloco na rua e partem para os lançamentos oficiais de campanha, inauguração de comitês eleitorais e o barulho, de fato. Por enquanto, as candidaturas estão colocadas, mas nada de concreto aconteceu. A expectativa maior é em relação ao comportamento do Tribunal Regional Eleitoral no caso de Expedito Júnior.

Cá entre nós

Essa situação sequer deveria estar sendo discutida pelo TRE. Até mesmo o parecer da Procuradoria Eleitoral foi no sentido que o Tribunal Superior Eleitoral já pacificou a questão em situações análogas, sendo, em minha modesta opinião, uma perda de recursos e principalmente de tempo. Melhor seria pedir a impugnação de candidaturas dos envolvidos no escândalo da máfia das ambulâncias e que podem ser condenados em breve.

Sem contar

Que se eu que não sou candidato não aguento mais responder a pergunta, “e aí, o Expedito registra ou não”?, imagino ele. Tá igual cantor de um único sucesso…

Fale conosco

Pelos telefones (69) 3225-9979 ou 9363-1909. Também estamos no Facebook.com/painel.político e no Twitter (@painelpolitico). Caso prefira, envie correspondência para Rua da Platina, 4326, Conjunto Marechal Rondon. Para fazer parte de nossos grupos no whatsapp envie um whats para 9248-8911 com a seguinte informação: nome+sobrenome+NOTÍCIAS (apenas para receber informações); Caso queira participar de debates e interagir com os demais membros envie nome+sobrenome+DEBATES; Não incluímos ninguém por indicação, a própria pessoa deve enviar o pedido. Notícias são enviadas até às 22 horas, a partir desse horário só se for algo de grande relevância. Também estamos com grupos no aplicativo Telegram. Para mais informações acessehttp://painelpolitico.com/grupos-de-noticias.

Homens brasileiros têm mais medo de impotência do que da violência

O homem brasileiro tem mais medo de ficar impotente do que ser traído pela mulher ou mesmo de perder o emprego. É o que revela uma pesquisa patrocinada pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). Divulgada no Dia do Homem, comemorado nesta terça-feira, a sondagem ouviu 3.500 homens com mais de 40 anos, no mês passado, em sete cidades do país. Dos entrevistados nacionalmente, 28% responderam que o maior receio era ficar impotente. Para 25%, ser traído é o principal temor. O mesmo percentual se aplicou ao item perder o emprego, enquanto, para 18%, a maior aflição se relaciona ao medo de sofrer um assalto. Ficar doente, sofrer acidentes, ficar sozinho ou não conseguir pagar as dívidas, juntos, somaram 4% dos “fantasmas” do homem, de acordo com a pesquisa. Mas nem todos pensam igual. Enquanto 56% dos cariocas e dos gaúchos têm mais medo da impotência, para os homens de Salvador o pior é ser traído (42%). Em Goiânia, a infidelidade também é o principal medo deles, com 36%. Em Brasília, perder a ereção é tão ruim quanto ser traído (28% cada). Os paulistanos, hoje, temem mais um assalto (28%) do que a impotência (23%). Já para o mineiro, pior é perder o emprego (48%).

Comentários
Carregando