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Coluna – Estado perdeu aparelho de ressonância por falta de uso

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Centro de Diagnóstico por Imagens está pronto desde 2013 e não é usado. Exames são feitos em clínica particular

Do além

Passaram-se sete dias e enfim o departamento de comunicação do governo da cooperação (com os amigos) se manifestou sobre a fantasmice de Fabiana de Vito, aquela moça que cursa medicina na Bolívia mas vinha recebendo salário de quase R$ 7 mil pelo DER. Uma notinha, com pouco mais de meia dúzia de palavras, explicou que “Fabiana de Vito foi exonerada do quadro do Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes (DER). O decreto de exoneração foi publicado no Diário Oficial no dia 7 de maio de 2015. Providências estão sendo tomadas para que o erário seja ressarcido. O caso foi encaminhado à Corregedoria do DER para apuração e punição dos responsáveis. Informações sobre o caso também foram encaminhadas ao Ministério Público Estadual (MPE)”.

Pois é cara-pálida

Estaremos acompanhando essas “providências” já que simplesmente exonerar a moça é pouco. O dinheiro precisa ser devolvido e principalmente, tem que responsabilizar a pessoa que vinha abonando a folha de frequência da servidora. Na última terça-feira o deputado estadual Laerte Gomes também cobrou, na tribuna da Assembleia, que o governo se manifeste sobre o caso.

Olha essa

Enquanto a Polícia Civil não dispõe de dinheiro sequer para comprar papel higiênico nos escombros que restam de delegacias, o governo alugou, ao custo mensal de R$ 286 mil, o helicóptero Esquilo B2. O contrato prevê 40 horas de voo por mês. Não é errado ter a aeronave e locar, de fato, é melhor que comprar. O problema é que falta o básico para a polícia, como policiais, por exemplo.

Tic-tac

E quinta-feira é dia de acordar cedo. Na capital e interior. Tem gente que vai dormir no carro, fiquei sabendo…

Caso Cacoal

Existe a real possibilidade do pedido de prisão do prefeito padre Franco Vialetto, mas por enquanto ainda não foi feito. Foram impetrados três habeas corpus com pedido de liminar, mas todos foram negados pelo desembargador Gilberto Barbosa.  A situação no município continua tensa e a população está revoltada. Apesar do prefeito ter dito em coletiva que estava “envergonhado” pelas ações de sua chefe de gabinete, Maria Ivani Araújo, presa na sexta-feira da semana passada, as explicações não convenceram. Em Cacoal até os grãos de café sabiam das traquinagens da assessora direta de Franco. Inclusive ele.

Saúde no limbo

O governo andou se gabando do parto de uma jovem em uma aeronave de resgate, mas não moveu uma palha sequer para botar em funcionamento o Centro de Diagnóstico de Imagens, um elefante marrom que fica ao lado do Hospital de Base. O local, entregue em 2013 pelas usinas como compensação ao estado, disporia de dois equipamentos caríssimos, uma ressonância magnética e uma tomografia. O aparelho de ressonância é delicado, deve ser mantido em sala refrigerada por causa do gás que mantém o resfriamento dos magnetos. Se fica desligado, o gás escapa e o aparelho não pode funcionar. O equipamento foi instalado mas nunca foi usado, como resultado, “bateu biela”. Para consertar, tem que ser enviado para a Alemanha ao custo de U$ 500 mil. Ou seja, já era.

Mais grave

É que o estado não utiliza o espaço, não libera para o HB nem para o Hospital do Câncer. O prédio já vem apresentando uma série de problemas pelo fato de estar fechado. Isso que dizer que antes de ser usado, vai ter que ser reformado. Enquanto isso, o Estado paga os exames em algumas clínicas, entre elas a de Samuel Castiel.

Mais problemas

O Hospital do Câncer de Porto Velho, um braço do Hospital do Câncer de Barretos, vem atendendo em média cerca de 600 pessoas/dia, mas ainda não conseguiu seu cadastramento junto ao SUS, e por um pequeno detalhe, ainda não dispõe de radiologia. A unidade é otimizada para atendimento desses pacientes, que contam com tratamento bem diferente do oferecido pelo estado. Já está em construção um enorme complexo em uma área de 100 mil metros quadrados, no quilômetro 14 da BR 364, sentido Candeias, do Hospital do Câncer da Amazônia e lá serão feitas todas as instalações, inclusive o setor de radiologia.

Coisas do Pimentel

Ocorre que o “gênio da saúde” Williamens Pimentel resolveu implantar uma unidade de radiologia no Hospital de Base, e ao invés de repassa-la ao Hospital do Câncer, o que facilitaria o cadastramento junto ao SUS, resolveu que o Estado vai ficar responsável. E o problema é que o SUS só cadastra uma unidade por Estado. Portanto, a ação de Pimentel inviabiliza o trabalho especializado que vem sendo feito naquele hospital.

Como funciona

Atualmente o Hospital do Câncer realiza os procedimentos, o Estado recebe os recursos do SUS e os repassa ao hospital. Com o cadastramento essa operação será direta, e o Hospital do Câncer poderá receber os recursos, reduzindo a burocracia. Mas a vaidade fala mais alto e por causa disso um projeto de extrema importância para Rondônia vai ficando inviabilizado. A previsão é que o Hospital do Câncer da Amazônia esteja operacional daqui a um ano.

Em Ji-Paraná

As obras do anel viário, de extrema importância para o município estão paralisadas e pelo jeito vão continuar por um longo tempo. O governo anulou o contrato com a empresa que vinha tocando a obra, por uma série de problemas e agora quer fazer nova licitação. Isso representa um atraso de pelo menos seis meses. Outra alternativa seria a convocação do segundo colocado, mas a rádio cipó informa que “forças ocultas” dentro do DER operam no sentido de que isso não ocorra. Eles preferem prejudicar a população à fazer o certo.

Obras de saneamento

Nesta quarta-feira o vereador de Porto Velho Jair Montes, que integra a comissão de obras públicas da Câmara de Vereadores, esteve no Tribunal de Contas e Ministério Público para tentar evitar que o governo faça a licitação das obras de saneamento da capital para apenas uma empresa. O vereador quer que seja dividido em lotes, evitando dessa forma que as obras sejam paralisadas na totalidade, caso ocorram problemas, o que não é difícil. O vereador afirmou que se for necessário, vai entrar na justiça para impedir o prosseguimento do processo licitatório.

Empresários

Do setor de construção civil de Rondônia afirmaram que teriam pedido para o vice-governador Daniel Pereira intervisse junto ao governo para que a licitação fosse feita em lotes, porém, segundo eles, Pereira teria dito, “isso foge de minha alçada, é coisa do governador”. Fontes do palácio informaram que o edital foi todo preparado para favorecer uma gigante do setor, sediada em Goiânia (GO).

Imperdível

Nesta quinta-feira, a partir das 21 horas acontece no Hangar 787 em Porto Velho o show de stand up comedy de Maguii Leonello. Mesas a R$ 50 e entradas individuais a R$ 15. É uma apresentação que vale a pena prestigiar.

Para contatos

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Dispareunia: quando o sexo se torna um tormento

Um estudo publicado em 2008 na revista Menopause, com base em resultados de um questionário anônimo, concluiu que 40% das mulheres sofrem do distúrbio da dispareunia, uma condição que faz com que as relações sexuais envolvendo penetração sejam dolorosas. No entanto, outro relatório, publicado no Scandinavian Journal of Public Health, diz que a dispareunia afeta somente 10% das mulheres. Especialistas, no entanto, dizem que determinar o número real de mulheres que experimentam a dor durante o sexo é difícil porque muitas têm vergonha de procurar ajuda. “É mais comum em mulheres de meia-idade, entre 40 e 45 anos, ou após o parto com episiotomia (quando é feita uma incisão cirúrgica para facilitar o nascimento do bebê)”, explica Mariano Rosselló Gayá, especialista em Medicina Sexual do Instituto de Medicina Sexual na Espanha. “As causas físicas ou orgânicas podem ser falta de lubrificação, hímen hipertrofiado, distúrbios de abertura vaginal, irritação, infecção, atrofia vaginal, cicatrizes ou ferimentos anteriores”, enumera Gayá. Em todos os casos, é importante consultar um especialista para conseguir apoio adequado para cada caso.

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