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Coluna – Expedito Júnior decide seu candidato a vice

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Lá vem

O governo da enganação vem alardeando desde sábado que “o anúncio oficial da pré-candidatura de Confúcio Moura ao governo contou com a presença de 42 prefeitos”. Sobre isso quero dizer o seguinte, a maioria dos prefeitos estava presente por um simples detalhe, não querem perder recursos, principalmente do programa de pavimentação que vem sendo feito pelo DER. Sobre o anúncio em si, não foi nenhuma surpresa. A coluna já havia falado sobre isso diversas vezes, inclusive dando a data do evento. Portanto…

Agora

Surpreendente foi a demonstração de autismo político de Confúcio durante seu discurso. Ele está sofrendo do mesmo mal que acometeu Roberto Sobrinho quando era prefeito de Porto Velho, o de viver em um universo próprio, sem prestar atenção ao que acontece à sua volta. Vou dar alguns exemplos. Ele culpa a imprensa (não a chapa branca, só a que ele chama de ‘opositora’). Sobre isso quero só fazer uma observação ao governador natural do Tocantins: não se trata de oposição a seu governo, se trata de oposição aos malfeitos de sua gestão.

Voltando

Confúcio acredita que seu governo “é a mudança”. Ele disse que a Polícia Federal calou seus opositores e que ele é ficha limpa. Bom, para começo de conversa foi ele quem nomeou José Batista, protagonista principal da Operação Termópilas, assim como todos os demais enrolados naquela situação. Vale destacar que algumas questões não foram fechadas, inclusive a participação de membros da família Moura e agregados. Portanto, ainda é cedo para dar esse assunto por encerrado. Outro ponto são os índices de aprovação de seu governo, que sinceramente não sei onde foram obtidos. Rodo o Estado de norte a sul e por onde passo ainda não ouvi uma pessoa sequer sair em defesa deste governo. Os comissionados não contam.

Contraponto

O secretário de Defesa Marcelo Bessa, pré-candidato a deputado federal pelo PMDB vem sendo chamado pelos demais secretários de “showman” devido a quantidade de entrevistas que vem concedendo nos últimos tempos. Mas justiça seja feita, apesar de algumas tropeçadas dadas por sua secretaria, principalmente na Operação Apocalipse, resultados positivos foram obtidos, principalmente nos casos mais emblemáticos como o Caso Arthur Pietro, desvendado na semana passada e o combate efetivo ao chamado “novo cangaço”.

Porém

Em entrevista neste fim de semana, o secretário voltou a afirmar que a prisão do filho de Hermínio Coelho “não foi ilegal”. Obviamente que ela não foi ilegal, mas foi um engano apocaliptico, isso foi. Também faltam responder algumas perguntas sobre o famigerado Caso Naiara. De acordo com Bessa, foram abertas três linhas distintas de investigação. Uma a gente já sabe, os fatos. Falta responder a principal, o motivo.

Manifestação

Agentes Penitenicários que passaram no concurso e não foram chamados realizaram uma manifestação durante a inauguração do presídio Aruana. O governador, que havia confirmado presença, arrumou um “compromisso agendado anteriormente” e mandou o chefe da Casa Civil.

Fechado

O candidato a vice de Expedito Júnior será o deputado estadual Neodi Carlos (PSDC – Machadinho). A decisão já foi tomada e o martelo batido. Para Expedito, a escolha foi “de longe a mais acertada”.

Trama

Na sexta-feira a Polícia Federal deflagrou a Operação Trama, que arranhou o feudo do senador Acir Gurgacz em Rondônia. Não é nenhuma novidade que a Superintendência Regional do Trabalho no Estado é comandada por Acir desde a morte de Eduardo Valverde, deputado federal petista, servidor de carreira da SRTE e conduzia o órgão com indicações que nunca criaram problemas. Diferente de Gurgacz.

A comprovação

Veio com a prisão da atual superintendente, Ludma Oliveira, esposa do ex-superintendente, Ruy Parra Motta, que foi indicado também por Acir. Entre Ruy e Ludma, Rodrigo Nogueira, presidente do PDT em Guajará-Mirim, foi superintendente por um curto período. A Polícia Federal não revelou maiores detalhes sobre gestões anteriores, focando principalmente na gestão de Ludma. A coluna tratou dessa nomeação em agosto de 2012.

50 Anos

Neste dia 1º de abril completam 50 anos do golpe militar que jogou o Brasil na sombra da ditadura durante 21 anos. Os eventos tiveram início no dia 31 de março de 1964 e culminaram com o golpe no dia 1º. Foi orquestrado pela CIA americana e serviu de modelo para outros golpes na America Latina durante o período. Lamentavelmente acompanhamos algumas pessoas defendendo o retorno da ditadura. Só para exemplificar, a “República Popular da China” é uma ditadura. Por lá o Google, Facebook e outros sites e serviços são proibidos ou monitorados. E quando o chinês posta algo contra o governo, comum no Brasil, encarado até como brincadeira, ele é identificado, preso e até morto. Na Venezuela, outra ditadura, o governo determinou esta semana que quem tem imóvel alugado há mais de 20 anos, vai ser obrigado a vende-lo ao inquilino ou a qualquer outra pessoa. Isso é uma ditadura, quando o governo decide por você e limita seus direitos individuais.

No Brasil

Não precisamos de militares ou qualquer outro tipo de ditador idiota. Precisamos de pessoas comprometidas com a sociedade, de forma equilibrada e responsável. E não adianta querer fechar o Congresso ou explodir as Assembleias, os parlamentos são espelhos da sociedade. Se existem políticos corruptos é porque temos eleitores corruptos. Se existem bolsas para famílias pobres, se o sistema penal não funciona, é porque nossos representantes são inaptos. Não vote em quem é candidato a deputado e fica prometendo “emenda parlamentar”. Deputado tem que legislar, fazer valer a vontade daqueles que votaram nele. Dinheiro é importante para municípios, mas as leis são importantes para nosso país e principalmente, para o seu dia a dia. Precisamos de um Congresso que discuta e aprove temas relevantes e não ditadores restringindo principalmente nosso direito mais sagrado, que é o de expressar nossas idéias e anseios.

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Pesquisa sugere melhor período para mulher perder peso após gravidez

Uma pesquisa conduzida por médicos do Canadá sugere que o período entre três e 12 meses depois do parto é o ideal para perder os quilos a mais ganhos durante a gravidez. Segundo o estudo, publicado na revista especializada Diabetes Care, as mães que não conseguem perder o excesso de peso dentro de um ano depois do nascimento do bebê, ou engordam neste período, podem correr sérios riscos de saúde. Os pesquisadores afirmam que esse grupo pode vir a sofrer problemas como hipertensão e outros fatores que provocariam diabetes e doenças cardíacas no futuro. O estudo revelou que os fatores de risco mais elevados para a saúde das mulheres – observados um ano depois do parto e naquelas que não emagraceram – não foram verificados três meses após o nascimento do bebê. A conclusão sugere que o período crítico para as mulheres perderem pelo menos uma parte do peso extra ganho durante a gravidez se estende de três a 12 meses depois do parto.

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