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Coluna – Futuro político de Rondônia pode ser decidido em Nova York

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New York, New York

Esta semana estarão se encontrando em Nova York o deputado federal Rubens Moreira Mendes e o prefeito de Ouro Preto do Oeste, Alex Testoni. Não, eles não combinaram de se encontrar por lá, foi uma mera coincidência. Mas obviamente deverão conversar sobre a sucessão no estado em 2014. Moreira é presidente do PSD em Rondônia e Alex está cotado para ser o candidato da legenda para governo. Só quem não vai estar por lá será Hermínio Coelho, presidente da Assembleia filiado ao PSD e que também quer disputar governo. Posso até estar enganado, mas acho que essa candidatura, Testoni só não leva se não quiser.

Enquanto isso

Hermínio tenta, por aqui, decidir seu futuro político que anda meio complicado. Avaliando rapidamente o cenário não sobram muitas opções, caso ele não seja candidato ao governo. A situação está mais ou menos assim, Moreira tenta reverteer sua condenação no Superior Tribunal de Justiça. Ele alega que os ritos processuais não foram cumpridos e que o processo que o condenou precisa ser revisto. Caso ele consiga, não esconde que é candidatíssimo ao senado. E Testoni indo para governo, restaria a Hermínio a possibilidade de reeleger-se estadual ou ir para federal.

Porém

Caso Moreira não consiga, Coelho pode tentar a vaga ao Senado, uma disputa difícil e que requer uma estrutura financeira pesada, o que no momento ele não tem. Aliás, as campanhas de Hermínio sempre foram modestas, sempre contando com apoio principalmente de amigos próximos e simpatizantes. E não, nem adianta querer dizer que foi “dinheiro de crime organizado”, essa culpa ele não carrega. Se de fato fosse bancado por recursos ilícitos, certamente viveria em condições bem melhores.

Voltando

A questão da eleição, Hermínio ganhou fôlego graças a atrapalhada operação da Polícia Civil, que tentou lhe imputar uma associação ao tráfico e prendeu errôneamente seu filho. Com isso, ele passou da condição de falastrão que atacava o governador a uma vítima do sistema. Todo mundo sabe que com família não se mexe, vide Marcelo Bessa, que alega ter “imobilizado com uso de força” um suposto ladrão que invadiu sua casa e teria mexido com suas filhas pequenas. Ressuscitaram o coelho que estava com os dois pés fora do PSD e lhe deram um fôlego para sonhar com o governo. Mas, ao que tudo indica, a coisa para por ai.

A outra possibilidade

Seria Testoni não disputar e o PSD compor com outra legenda, e Hermínio entraria com o “vice da Capital”. É uma possibilidade remota, mas existe. O que se conclui, de fato nessa história toda é que o fiel da balança, por enquanto, é Alex Testoni. Resta saber se ele vai ter maturidade e jogo de cintura suficiente para conduzir esse processo sem traumas. Quando ele voltar dos Estados Unidos pode ser que tenhamos novidades.

Pesos pesados

O trio rolimourense Expedito Júnior, Ivo Cassol e Valdir Raupp observa a movimentação das demais legendas. Para Júnior seria interessante compor uma chapa praticamente imbatível, mas quem tem cacife não quer ser vice. Cassol está avaliando a possibilidade de emplacar sua filha, Karine Cassol na Assembleia. E Raupp quer Mário Portugues no governo. A relação entre ele e Confúcio está azeda e eles andam evitando agendas combinadas. Claro que Raupp, com a cara de paisagem que lhe é peculiar afirma que “tudo está tranquilo”. O mesmo comportamento pode ser observado em Confúcio, mas internamente as coisas estão bem complicadas.

O que resta?

A avaliação que se faz do governo Confúcio é de bagunça. O Estado vinha em determinado ritmo com Cassol, quem não andava muito satisfeito eram os servidores públicos, e em parte com razão, já que o italiano não era nada flexível e apertava o cinto nos reajustes salariais. Mas Cassol sabia o que estava fazendo. Não endividou o Estado, conduziu a máquina que havia sido enxugada por Bianco. Confúcio fez o contrário. Durante a campanha criticou durante Cassol, afirmando que o Executivo tinha comissionados demais e mesmo assim praticamente dobrou a quantidade de cargos. Além disso, no primeiro ano fez um realinhamento salarial que bagunçou toda a estrutura e chegamos ao fim do terceiro ano de mandato com uma folha descontrolada, contas sem fechar e um futuro econômico incerto.

Quer mais?

Você sabia que a folha de pagamento do Estado anda em um pendrive que fica com um funcionário de empresa terceirizada que administra a folha? Pois é, se o jovem perder essa unidade de armazenamento ou ela simplesmente “der pau”, a máquina pára. O Ministério Público solicitou da Fundação Getúlio Vargas uma auditoria na folha de pagamento para ver o que anda acontecendo. A coisa vai apertar.

Olha essa

O Jornal Diário da Amazônia, da família do senador Acir Gurgacz é auditado pelo Instituto Verificador de Circulação (IVC). Atualmente o “maior jornal de Rondônia” circula com 1.500 exemplares por dia, o que dá uma média de 28 exemplares por município (isso se ele chegasse em todos). Se levarmos em consideração que parte disso “encalha”, digamos, um terço, o Diário circula com 19 exemplares por cidade. Essa é “a força” da mídia impressa. O perfil da ASCRON no Facebook tem mais amigos que o Diário tem de leitores.

Sem podcast

Em função de uma inflamação da garganta não vai dar para gravar o podcast nesta terça. Voltamos com ele na quarta.

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Pipoca tem 5 vezes mais fibras que alface

Não é de hoje que os especialistas sabem que a pipoca oferece muitos ganhos à saúde. “Ela conta com o amido resistente que é um ótimo tipo de carboidrato, pois não provoca elevações repentinas das taxas de açúcar no sangue”, conta a nutricionista Priscila Rosa, sócia da Fit Saúde e Nutrição, em São Paulo. Com isso, ele previne o diabetes e ainda garante saciedade por mais tempo. Pesquisas também já demonstraram que esse nutriente, que está presente na parte branquinha, ajuda a reduzir os riscos de câncer no aparelho digestivo. O ácido fólico é outra personagem que deixa esse enredo mais interessante. “Ele é muito importante para as mulheres em idade fértil e desponta em muitos estudos como protetora do coração”, conta a nutricionista Joice Amaro, do Rio de Janeiro, que é mestre pela Deakin University, na Austrália. “Ele também favorece a manutenção das células de defesa do organismo, evita a anemia e melhora a absorção dos nutrientes”, acrescenta Priscila. As fibras também têm uma participação relevante nessa história. A pipoca tem uma quantidade cinco vezes maior dessa substância do que a mesma porção de alface. Com isso, ela dá um empurrão e tanto no funcionamento do intestino. As fibras ainda tornam a digestão mais lenta, fazendo com que a pessoa se sinta satisfeita por mais tempo. O prêmio de melhores nutrientes coadjuvantes vai para o fósforo e o potássio, que estão presentes em pequenas quantidades, mas, mesmo assim, dão uma força para o sistema nervoso, na formação dos ossos e na manutenção dos músculos.

 

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