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Coluna – Hildon Chaves, a Caerd e as promessas não cumpridas pelo governo

E ainda, Chefe da Casa Civil é denunciado ao Ministério Público por supostamente favorecer a esposa em contratos públicos

Campanha

Nas eleições de 2016 o mote da campanha de Hildon Chaves foram as parcerias público-privadas, famosas PPPs. No centro dos debates estava a Caerd, empresa que pertence ao governo do Estado mas que não é dona do serviço, apenas concessionária como qualquer outra. E é nesse ponto que começam os problemas. Ao menos do prefeito. A questão toda é que a Caerd vem pressionando a prefeitura para se manter como concessionária na capital, alegando que agora em 2017 consegue dar início às obras de expansão da rede de esgotos e ampliação da distribuição de água. Promessa vazia, assim como todas que foram feitas pela presidente Iacira Azamor, cuja especialidade é o desmonte da companhia.

Porém

Hildon não deveria dar essa chance à Caerd não. A companhia sofre com desmandos da atual presidente, que criminosamente vem causando prejuízos e não vai ter tempo hábil para cumprir o que prometeu, de novo. A prefeitura pode, a qualquer tempo romper o contrato com a empresa, que nunca compriu nenhuma promessa. Além do mais, se Hildon quiser, de fato, resolver o problema de uma vez por todas, deve começar a produzir o edital, iniciar as audiências públicas e prosseguir como se a Caerd não existisse. Seria, sem dúvida, o melhor para Porto Velho.

Falando em prefeitura

Inegável a competência de Ivonete Gomes à frente da secretaria municipal de Esportes. Vem mostrando que não está para brincadeiras e finalmente a pasta que sempre foi cabide de apadrinhados, está servindo de exemplo que, quando se quer fazer, se faz. E bem feito.

Ainda a Caerd

A companhia vem sendo sistematicamente condenada em ações indenizatórias pelo simples fato de perder prazos processuais, ou por não enviar prepostos às audiências na justiça. É ou não uma gestão criminosa?

Indeferido

O Ministério Público Eleitoral havia recorrido da decisão da justiça eleitoral que autorizou a diplomação de Juliana Roque, prefeita eleita em Pimenta Bueno em 2016. Na última segunda-feira, o TRE negou provimento ao recurso e manteve a decisão.

Em Brasília

O cientista político João Paulo Saraiva Leão Viana lança nesta terça-feira na Embaixada do Estado Plurinacional da Bolívia, seu livro, “A Bolívia no Século XXI: Estado Plurinacional, Mudanças de Elites e [Pluri]Nacionalismo. A obra conta ainda com a participação de Clayton M. Cunha Filho e foi editada pela Editora Appris. O evento acontece às 19h30min. João Paulo é um dos mais proeminentes cientistas políticos em Rondônia.

No Ministério Público

Foi protocolada há cerca de duas semanas mais uma denúncia contra o Chefe da Casa Civil do governo de Rondônia, Emerson Castro, por favorecimento a empresa de sua esposa, Binha Rios em contratos com o governo. O MP vem dormindo em berço esplêndido quando o assunto é Emerson Castro, essa não foi a primeira denúncia e possivelmente não será a última. Entre 2015 e 2016, a Lumiar recebeu pouco mais de R$ 1.415 milhão em contratos públicos. E nem vamos falar do passado pouco mais distante.

Composto interrompe produção de proteína ligada ao Alzheimer

Em condições normais, a proteína tau ajuda a manter a estabilidade dos axônios, as longas estruturas tubulares que ligam uma das extremidades de um neurônio a outros e por onde ele transmite seus sinais. Em algumas pessoas, no entanto, estas células cerebrais começam a fabricar versões defeituosas da proteína, que vão se acumulando em emaranhados em seu interior e acabam por danificá-la, levando à morte os próprios neurônios que ela deveria ajudar proteger, no que é considerado dos primeiros marcadores biológicos do desenvolvimento de doenças neurodegenerativas como o mal de Alzheimer. Diante disso, cientistas acreditam que, se puderem controlar a produção da proteína, talvez seja possível barrar ou mesmo reverter estes danos, abrindo um novo caminho para o tratamento destas chamadas taupatias. E é justamente isso que fizeram pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade Washington em St. Louis, no estado americano do Missouri. Usando uma nova abordagem que emprega moléculas conhecidas como oligonucleotídeos antissentido, eles conseguiram reduzir a fabricação da tau, e consequentemente a formação de seus emaranhados no interior dos neurônios, nos cérebros de camundongos geneticamente modificados para produzirem versões defeituosas da proteína humana, assim como diminuir os níveis da proteína no sistema nervoso de macacos em um teste subsequente. CLIQUE AQUI para ler a reportagem abrangente sobre a descoberta.

Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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