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Coluna – Indicada para a Secel foi condenada por improbidade e não pode assumir cargo público

Sem clima

É no mínimo uma irresponsabilidade o Brasil sediar os jogos olímpicos esse ano, no meio de tanta confusão e instabilidade. Nem presidente a gente tem direito, temos um interino que parece estar mais perdido que cego em tiroteio, uma presidente afastada que segue para um futuro indefinido e um Congresso mergulhado em denúncias de corrupção. Para completar, a Polícia Federal cumpriu oito mandados de busca e apreensão, na manhã desta terça-feira (7), sobre um inquérito que apura indícios de fraude milionária nas obras do Complexo de Deodoro, uma das principais obras olímpicas do Rio. A operação Bota-fora, em conjunto com a Polícia Federal, Ministério Público Federal e Receita Federal apontam que os prejuízos na construção do complexo podem chegar a R$ 85 milhões aos cofres públicos.

Além disso

Os jogos acontecem entre os dias 5 e 21 de agosto, bem quando estaremos no meio da finalização do julgamento de Dilma Rousseff pelo Senado. Certamente a “companheirada” vai usar a presença da imprensa internacional para fazer todo tipo de palhaçada para chamar a atenção. Tomara que não tenhamos nenhum tipo de incidente grave relacionado à segurança. Vale lembrar que grupos extremistas estão sempre tramando alguma coisa e quando assunto é segurança por essas bandas, já viu.

 

Enquanto isso

O governo do Estado, sabe-se lá por indicação de quem, resolveu convidar para ocupar a pasta da Secel a ex-prefeita de Primavera de Rondônia, Eloísa Helena Bertoletti, que já foi condenada por improbidade administrativa e está proibida de contratar com o poder público por dez anos, a contar de 2014. Para resumir a conversa, de acordo com o Ministério Público, a então prefeita nomeou na prefeitura o jardineiro que cuidava de sua casa para o cargo de “assistente municipal”, mas continuava no jardim, e sua empregada doméstica, que tem nível fundamental, como “diretora de comunicação social”.

Na sentença

A ex-prefeita de Primavera de Rondônia  deverá ressarcir os cofres públicos, foi decretada a perda de função pública, caso esteja ocupando alguma. Seus direitos políticos estão suspensos pelo prazo mínimo de oito anos. Eloísa também deve pagar multa cível ao município correspondente ao valor da vantagem indevidamente auferida. E está proibida de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica de que seja sócio majoritário, pelo prazo de 10 anos.

Ela também

Apareceu no “Escândalo das Sanguessugas” e em agosto do ano passado prestou depoimento ao Supremo Tribunal Federal. Com um  curriculum desses, fica complicado entregar qualquer cargo nas mãos dela, não é governador?

Clínica Mais Saúde informa – A ciência revela quando começamos a perder amigos

Até a idade dos 25 anos, homens e mulheres conquistam o maior número de número de amigos. A partir de então, o círculo de amizades começa a cair rapidamente — a queda continua até o fim da vida. A conclusão é de um estudo publicado recentemente no periódico científico Royal Society Open Science. Para chegar ao resultado, pesquisadores das universidades Aalto, na Finlândia, e de Oxford, na Inglaterra, analisaram dados telefônicos de mais de três milhões de pessoas para identificar o perfil das amizades. Os resultados mostraram que aos 25 anos as mulheres contatam, em média, 17,5 pessoas por mês. No caso dos homens esse número é um pouco maior: 19 pessoas por mês. Na meia idade – aos 39 anos – homens telefonam para, em média, 12 pessoas, e as mulheres para 15. O declínio no número de pessoas contatadas mensalmente só para aos 80 anos, quando as mulheres ligam para cerca de oito pessoas e os homens para apenas seis. A principal teoria para explicar este declínio no tamanho de nossa rede social é a seguinte: enquanto a adolescência e o início da vida adulta são épocas de experimentações, a partir dos 25 anos as pessoas passam a preferir manter contato com aqueles que realmente importam. O mesmo cenário é visto em relação aos círculos sociais construídos por meio das redes sociais, como o Facebook.

Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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