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Coluna – Licitação comprova relação de Mosquini com empresa

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E ficou assim

Padre Ton (PT) sai a governo, com vice ainda não anunciado, Confúcio (PMDB) vem com Daniel Pereira (PSB), Jaqueline Cassol (PR) com Carlos Magno (PP) e Expedito Júnior (PSDB) com Neodi Carlos (PSDC). Acir Gurgacz (PDT) resolveu voltar para o grupo peemedebista e disputa a reeleição ao senado, Ivo Cassol está sem candidato para esse cargo e o PT deve apoiar Gurgacz, mesmo não estando coligado. As conversas continuam, principalmente na questão dos proporcionais.

Nem pensar

Cassol foi procurado por Nilton Capixaba. O deputado queria disputar o cargo de senador, levando Ivone Cassol como suplente. O italiano olhou, pensou só um pouquinho e disse não. Ele lembrou de ambulâncias, fez as contas e chegou a conclusão que é melhor deixar do jeito que está do que arriscar, torrar uma pequena fortuna e morrer na praia. Outro que anda rondando Cassol é o ex-senador Odacir Soares (quem?), que não tem voto, mas teria dinheiro para ajudar a pagar a conta. Quem conhece Ivo um pouquinho sabe que gastar dinheiro não é o forte do italiano, então, ele prefere deixar o pé de meia no cofrinho do que fazer uma aposta mal sucedida.

Atualmente

Cassol vem buscando um candidato que tenha dinheiro para ajudar a custear a campanha ou voto, que garanta a eleição. Essas duas qualidades estão difíceis de encontrar atualmente, então não restam muitas opções. O desconhecido Léo Facchin (quem2?) também está rodeando. Voto a gente já sabe que ele não, quanto a dinheiro…

De camarote

E quem anda rindo à toa é César Cassol, irmão de Ivo, que assiste a tudo de camarote. César é contrário a candidatura de sua irmã e queria ter sido candidato ao senado. Foi rifado por Ivo, não vai ajudar a pagar a conta e deve apoiar Expedito Júnior só de birra. O italiano, claro, não quer ver César “nem pintado de ouro”. O difícil agora para Ivo vai ser manter a união do grupo, após a rasteira em Maurão de Carvalho. Os deputados que apoiavam Maurão debandaram, e está cada um por si. A maioria vai com Confúcio, que está garantindo o pagamento de emendas e promessas de ajuda para a campanha. Confúcio não está preocupado em meter a mão no bolso, já Cassol…

Quem também

Esta relativamente tranquilo em relação ao fator ‘finanças’ é Expedito Júnior. Ele garantiu recursos para sua campanha através do PSDB nacional, vai montar um grande palanque para Aécio Neves e todo mundo ficou feliz. O mesmo não podemos dizer do palanque de Dilma por essas bandas. As trapalhadas do pároco petista estão gerando um prejuízo político imenso, tanto ao Planalto quanto a legenda no Estado. O PT sai diminuído e tinha tudo para se dar bem nessa eleição. Ton está repetindo os mesmos erros de Roberto Sobrinho, que teve tudo para fazer uma grande gestão e teve um fim melancólico. O padre segue o mesmo caminho.

Olha essa

A obra de R$ 22 milhões do Espaço Alternativo e, Porto Velho está sendo realizada pelo Consórcio de Obras Centro Oeste, que é formado por duas empresas, a Construtora e Instaladora Rondonorte e a Max Silva Lopes Construções. A primeira detém 80% das cotas do consórcio e a segunda os 20% restantes. Só que quem entrou com capital de garantia foi a cotista menor, ou seja, ela tem 20% da obra, mas garante 100% de capital. Isso é estranho, mas o mais complicado ainda está por vir.

Já havíamos

Dito que o ex-secretário de Obras de Confúcio e o “quase-candidato-a-vice-governador” Lúcio Mosquini era o responsável técnico pelos projetos elétricos da Rondonorte até 2010, um fato que por si, já deveria levantar suspeição da empresa em um processo licitatório desse porte. Porém, Lúcio mesmo estando ocupando um cargo no governo, ainda tentou participar de uma licitação, mas a coisa não deu certo.

Desclassificado

Em 27 de junho de 2011, a Eletrobrás Distribuição Rondônia abriu a licitação 002/2011, cujo objeto era a execução de obras de ampliação de rede de distribuição urbana no sistema Ceron. Dez empresas participaram, entre elas a Mosquini & Mosquini e a Rondonorte. Ambas as empresas apresentaram o mesmo Responsável Técnico, o engenheiro elétrico Lúcio Antônio Mosquini. A Comissão de licitação da Eletrobrás destacou o seguinte, “Mosquini & Mosquini apresentou como único responsável técnico o atual secretário do Departamento de Estradas e Rodagens de Rondônia, conforme provas anexo aos autos, mostrando-se incompatível com s atividades do responsável técnico exigido para a execução do objeto ora licitado”.

Mosquini recorreu

 

Alegando, “mesmo com o registro do reresentante da recorrente quanto à apresentação do responsável técnico da empresa Mosquini & Mosquini ter figurado na certidão de pessoa jurídica do CREA da empresa Construtora e Instaladora Rondonorte, a comissão justificou a permanência da empresa Rondonorte no certame sob o fundamento que esta apresentou outro profssional habilitado, Sr Clerton de Lima Moreira e as duas empresas apresentaram propostas para lotes distintos”.

 

O problema maior

É que tratava-se de uma licitação, ou seja, as empresas vencem com o menor preço e os envelopes são sigilosos. Ao ter duas empresas com o mesmo responsável técnico, o sigilo deixa de existir, e foi isso que a comissão alertou, “para colocar uma pá de cal na existência de quebra de sigilo entre as propostas de ambas as empresas – MOSQUINI e RONDONORTE assim como a demonstração inequívoca da falta de tratamento isonômico para com todas as participantes, sendo as planilhas de preços assinadas pelo responsável técnico, à exegese da Resolução 282/83 do CONFEA e Art. 14 da Lei 5.194/66, feriu de morte a comissão ao classificar a empresa Rondonorte, a qual, sem ressaibo de dúvida era sabedoda dos valores das planilhas de preços da MOSQUINI, fato inadimissível em qualquer processo de licitação. Data máxima vênia, sendo o RT Lúcio Antônio Mosquini responsável técnico detentor de acervo pelas duas empresas, e portanto, o responsável pela assinatura de ambas propostas, óbvio e ululante que houve quebra de sigilo das propostas”.

Esse processo

Comprova, mais uma vez, a estreita relação entre Lúcio Mosquini e a empresa Rondonorte Instaladora, responsável pela obra do Espaço Alternativo, uma obra que não era prioritária, já que Porto Velho tem necessidades muito maiores, eivada de suspeitas e que sequeer deveria ter iniciado. Muito mais útil teria sido investir esse dinheiro na construção de uma nova rodoviária, já que a atual continua imunda, horrorosa e lotada.

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Mulheres que engravidam com óvulos doados têm mais risco de desenvolver complicações graves

Mulheres que engravidam com óvulos doados têm pelo menos três vezes mais risco de desenvolver complicações graves do que outras que fizeram tratamento de fertilidade. Essa é a conclusão de um estudo do Instituto Mutualiste Montsouris, em Paris, divulgado recentemente. A pesquisa descobriu que a doação de óvulos pode aumentar em até quatro vezes o risco de pré-eclâmpsia, e de até três vezes o risco de pressão alta durante a gravidez, em comparação com outras mulheres que não engravidaram por esse meio. Grande parte do público que recorre a óvulos doados tem faixa etária superior a 40 anos de idade. Estudos anteriores sobre esse método de gravidez já indicava um aumento de risco de complicações, mas até então não se sabia se isso era em decorrência da idade avançada ou da própria doação. Observando mais de 580 mulheres acima de 35 anos, a nova pesquisa, no entanto, concluiu que o uso um óvulo doado, por si só, aumenta os riscos, independentemente da idade. Quase 18% das mulheres que engravidaram após doação de óvulos sofreram de pressão alta, segundo o estudo, em comparação com 5% de outras que foram submetidas ao tratamento de fertilidade. Já risco de pré-eclâmpsia — uma condição ligada à pressão arterial elevada, o que pode ser fatal — subiu de 2,8% para 11,2%.

 

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