Coluna – Ministério Público de Contas expediu recomendações sobre obras da nova rodoviária

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E ainda, JBS atuando forte em Rondônia, doou dinheiro para praticamente todas as campanhas eleitorais. Saiba quanto

Excrescência

Quando o interesse privado se sobrepõe à saúde pública é sinal que a coisa realmente está sem controle. A Operação Carne Fraca, deflagrada pela Polícia Federal nesta sexta-feira em 7 estados mostra que podemos nos considerar no mesmo patamar de países subdesenvolvidos em termos de controle sanitário. A corrupção endêmica afeta não apenas partidos e políticos, ela está enraizada na alma de alguns brasileiros pilantras que em nome do lucro fácil, acrescentam produtos químicos, carnes de cabeça, papelão e sabe Deus o que mais à produtos que chegam à mesa de milhões de brasileiros, que com suor de seu trabalho, acreditam que pagando mais caro, estão pagando por produtos saudáveis. Estamos, literalmente, na merda.

Evidente

Que um esquema de tal natureza conta com apoio de fiscais e políticos. A sebosa classe política brasileira, que com raras exceções, chafurda no lamaçal da propina e da corrupção. O crescimento abissal do Grupo JBS começa a mostrar que não são apenas as empreiteiras que corrompem. Quer ver um dado rápido das eleições de 2014, quando foram eleitos governadores, deputados e senadores? O Partido da República (PR) recebeu R$ 105 milhões à título de “doação de campanha”; O PDT recebeu R$ 33 milhões, sendo que R$ 100 mil foram repassados ao diretório de Rondônia e aparece na prestação de contas do deputado federal Marcos Rogério, que atualmente está no DEM; o PMDB recebeu da JBS pouco mais de R$ 616 milhões, sendo que o deputado federal Lúcio Mosquini recebeu R$ 20 mil, em 4 repasses feitos pelo partido; Já o PSDB “nadou de braçada”, recebendo R$ 629.323,035,76; O PTB levou R$ 59.982,406,13 e o deputado federal Nilton Capixaba levou R$ 248.950,00 em sua campanha, conforme declaração na prestação de contas. Levantamos apenas os partidos com deputados federais eleitos em Rondônia.

Portanto

Voltamos à estaca zero do crescimento e do orgulho que tínhamos por nossas grandes empresas.

A rodoviária

Em 7 de dezembro do ano passado, o Ministério Público de Contas (MPC), órgão auxiliar do Tribunal de Contas do Estado, expediu a notificação recomendatória 003/2016/GPGMPC com uma série de observações sobre a desapropriaçào da área onde o governo quer construir a nova rodoviária de Porto Velho. No documento, de 6 páginas, o órgão alerta para que o Executivo estadual obtenha todas as licenças e estudos necessários para uma obra que certamente vai impactar não apenas o trânsito, mas afetar a vida de todos na região.

Entre as recomendações

O MPC lembra que o mesmo governo causou inúmeros prejuízos à população de Porto Velho ao iniciar obras sem as devidas licenças ou cautelas, entre elas o famigerado Espaço Alternativo que rendeu até prisões, as obras do Hospital de Urgência (Heuro) que também foram alvo de operação da Polícia Federal e da escola Anísio Teixeira. E olha que o MPC se ateve apenas as obras em Porto Velho. Leia as recomendações abaixo:


Evidente

Que o governo “anda” para esse tipo de recomendação, pois já atropelou uma série de alertas e observações, insistindo em entrar numa briga judicial, que vai onerar em milhões os cofres públicos, ao invés de usar o bom senso e construir o terminal em um espaço praticamente pronto, e com muito mais acessibilidade e menos impacto, que seria onde funciona o aeroclube. Em enquete realizada pelo próprio Confúcio Moura, em 2015 no seu perfil no Facebook, a população havia optado pelo Aeroclube como melhor local. Aliás, essa história da rodoviária se arrasta desde 2015.

Aliás

Remexendo nos arquivos sobre o caso, me deparei com ESSA COLUNA, de 10 de julho de 2015 onde falava sobre a relação JBS, Governo e o local onde a nova rodoviária seria construída. Na época ainda não sabia com precisão o local, mas já sabia quanto o Estado pensava em pagar.

 

 

Trecho da coluna de 2015

Relaxante muscular é eficaz no tratamento do alcoolismo

O relaxante muscular baclofeno mostrou-se efetivo na redução do consumo de bebidas alcoólicas entre dependentes da substância. De acordo com os resultados finais dos estudos Alpadir e Bacloville publicados nesta sexta-feira, para coincidir com a conferência anual da Sociedade Francesa de Alcoologia em Paris, na França, altas doses do baclofeno ajudam na diminuição do consumo de álcool após um ano de tratamento. O novo estudo foi realizado com 320 pacientes com idade entre 18 e 65 anos, sem pré-seleção, acompanhados entre maio de 2012 e junho de 2013, segundo informações da agência de notícias AFP. Os participantes foram aleatoriamente divididos em dois grupos. O primeiro recebeu o baclofeno e o segundo, um placebo. Os resultados mostraram que 56,8% dos pacientes do grupo 1 apresentaram abstinência ou redução do consumo de álcool, contra 36,5% daqueles que receberam o placebo. No entanto, a eficácia do baclofeno não foi superior à do placebo para a abstinência. De acordo com Michel Reynaud, presidente do Fundo de Ações em Vícios, isto se deve a uma maior expectativa dos pacientes pela diminuição do consumo de álcool. O declínio no consumo observado foi maior no grupo tratado com baclofeno e ainda mais acentuada em alcoólatras de alto risco. Para o especialista,”esta droga é um plus no arsenal terapêutico” contra o alcoolismo.

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