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Coluna – O “país de todos” não sabe o que fazer com os haitianos

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Governo do Acre, principal porta de entrada, abandona abrigo e tenta empurrar problema para o governo federal

Continua cassado

Na sessão desta terça-feira, 28, o Tribunal Regional Eleitoral manteve o que já havia sido decidido no dia 5 de março, a cassação de Confúcio Moura e seu vice, Daniel Pereira. Os embargos foram rejeitados e eles continuam nos cargos, por força de liminar obtida no Tribunal Superior Eleitoral. Porém, já começa a andar também a segunda ação que pede a cassação de ambos, proposta pelo Ministério Público Eleitoral. Se também forem condenados, vão enfiar a viola no saco e pegar seus devidos rumos.

Novas eleições

Mas o Ministério Público Eleitoral não quer dar posse a Expedito Júnior. Afirma que ele “deu calote” em uma gráfica. Vamos falar sobre esse assunto na próxima coluna.

Voltando ao atual governo

O vice-governador decidiu que vai resolver os problemas de Porto Velho. Durante entrevista a um programa de rádio no final da tarde de segunda-feira, aqui na capital, ele afirmou que o governo vai construir a nova rodoviária e um aeroporto para atender o poder executivo. Tudo isso onde funciona atualmente o aeroclube de Porto Velho. Só para relembrar, é esse mesmo governo que ia “concluir os trabalhos da Rua da Beira” e também que “ia construir um centro de convenções”, lá onde funciona o ….aeroclube.

Então tá

O governo de Confúcio Moura não deu conta sequer de concluir as obras do CPA, que funciona na base da gambiarra. Tudo por ali foi “feito nas coxas” e quem passa o dia inteiro por lá sabe bem disso. Também não deram conta de reformar a rodoviária de Porto Velho. Um convênio de mais de R$ 5 milhões foi assinado entre o governo e a prefeitura, na época comandada por Roberto Sobrinho. A placa continua lá, mas é só. A rodoviária continua um lixo.

E o Nota Legal?

Um ouvinte do programa perguntou ao vice-governador como estava a situação do “Nota Legal” aquele engodo (mais um) que o governo criou para aumentar a arrecadação. Isso veio ainda da gestão anterior, mas continua valendo (?). A resposta obtida foi, “vou me informar e depois digo como está”. Mais evasivo, impossível.

Falta bom senso

Há anos que a fiação de cobre do posteamento da BR 364 vem sendo roubado por viciados, este é um dos motivos da entrada da cidade, até a Unir viverem às escuras. Mas o problema maior é falta de inteligência, ou mesmo negligência dos responsáveis por essa iluminação. Existe no mercado atualmente, dezenas de opções, entre elas a mais óbvia, que seria a instalação de lâmpadas com placas de energia solar. Essa instalação dispensa fiação e torna praticamente impossível alguém escalar o poste para roubar o equipamento, em função da altura. A instalação é um pouco mais cara, mas é bem mais barata que ficar repondo fios a cada furto. Deveria ter uma lei obrigando gestor público a usar massa cinzenta quando o assunto é coisa pública.

“Bata palma”?

A Assembleia Legislativa de Rondônia deveria ganhar um prêmio por ter as piores campanhas publicitárias que se tem notícia por essas bandas. A última recomenda que os rondonienses saiam por ai batendo palmas para “curtir Rondônia”.

Delicado

O Brasil não pode ser um país de todos, como propaga por aí o governo federal. Não tem como ser. Mal damos conta de nossas problemas, que vão de corrupção desenfreada a pobreza absoluta em algumas regiões do país. Mesmo assim, nossa Constituição altamente paternalista garante que por aqui pode chegar quem quiser, da forma que quiser e ficar. Não se trata de xenofobia, trata-se de bom senso. E estou falando dos milhares de imigrantes haitianos que chegam diariamente a nossas fronteiras.E a situação está tão séria que até mesmo o governo do Acre, comandado pelos irmãos Viana, aliados de primeira hora do Planalto, adotaram uma postura unilateral e abandonaram o abrigo dos imigrantes, na tentativa de forçar o governo federal a assumir a situação.

O problema

Os municípios brasileiros que fazem fronteira com Bolívia e Peru, principais corredores de entrada dos haitianos, são tão pobres quando o próprio Haiti. Assis Brasil, por exemplo, sequer possui hotel. Quando conseguem entrar, seja de forma legal ou ilegal (nossa fiscalização de fronteira não pode ser levada a sério), os imigrantes seguem para Rio Branco, que também não tem recursos para manter tanta gente que chega de uma só vez. A situação chegou ao limite e o governo acreano adotou essa postura. Eles já haviam feito pior em passado recente, ao fretar ônibus, enche-los com imigrantes e solta-los em cidades como São Paulo e Rio Grande do Sul.

Agora

O governo federal, que abriu as porteiras, não sabe o que fazer para resolver a situação. Os estados não querem manter abrigos, seja por falta de condições ou por falta de interesse, os municípios muito menos. Diariamente continuam chegando dezenas de imigrantes, aportando nas fronteiras. Muitos chegam sem a menor ideia do que é o Brasil, ou mesmo onde vão ficar. Estamos criando problemas sociais imensos, que a médio prazo vão começar a pipocar. E o “país de todos” não vai dar conta de resolver.

Caiu

Vitorino Cherque bem que tentou, mas não conseguiu fazer absolutamente nada como sub-chefe da Casa Civil do governo Confúcio. Mas ele deveria ter pensado um pouco antes de aceitar assumir o cargo. Se nem o titular da pasta consegue mandar em alguma coisa, como que ele, sendo sub, conseguiria? Pois é, nesta terça-feira, alegando “impossibilidade de planejamento” ele pediu as contas e entregou o cargo. O que isso muda na vida dos rondonienses? Absolutamente nada.

Ele fica

O prefeito de Monte Negro, Jair Miotto conseguiu uma cautelar que vai garantir que ele fique no cargo até o julgamento do mérito de seu recurso de apelação. O advogado de Miotto, é Nelson Canedo, que vem conseguindo sucessivas vitórias nesse caso.

Prisão domiciliar

O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu, nesta terça-feira, habeas corpus a nove executivos de empreiteiras presos desde novembro do ano passado em decorrência da Operação Lava-Jato. Eles deixarão a prisão e serão transferidos para o regime de prisão domiciliar. Entre os beneficiados está o presidente da UTC, Ricardo Pessoa, apontado como o coordenador do “clube das empreiteiras” – um grupo restrito de executivos que decidiam quais empresas ficariam responsáveis pelas obras da Petrobras. O STF impôs uma série de condições aos executivos no novo regime de prisão. Eles serão obrigados a ficar integralmente dentro de casa, não poderão manter contato com outros investigados, ficarão proibidos de deixar o país, deverão entregar o passaporte à Justiça, usarão tornozeleira eletrônica, não poderão exercer atividades empresariais, precisarão comparecer a cada 15 dias em juízo e não podem mudar de endereço sem apresentar justificativa à Justiça. A decisão foi tomada por três votos a dois. Além do relator, ministro Teori Zavascki, votaram pela concessão do benefício ao réu os ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes. As informações são de O Globo.

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Tylenol também inibe as emoções, diz estudo

Clínica Mais Saúde (agende seu check-up 3214-847/9242-1079) – Um estudo recente demonstrou que o paracetamol (Tylenol), popular remédio contra a dor, também pode tornar as pessoas insensíveis a emoções positivas e negativas. Em um experimento randomizado e controlado, 85 pessoas tomaram 1.100 miligramas de Tylenol ou um placebo. Uma hora depois, os pesquisadores apresentaram a eles 40 imagens em ordem aleatória. As imagens eram muito agradáveis (por exemplo, crianças rindo com gatinhos em um parque) neutras (um rolo de macarrão em cima de uma mesa) ou muito desagradáveis (um vaso sanitário cheio de excrementos). O estudo foi publicado online no periódico Psychological Science. Os participantes que tomaram Tylenol estavam 20 por cento menos propensos a classificar as imagens como sendo muito desagradáveis e dez por cento menos propensos a classificá-las como bastante agradáveis, em comparação com os que tomaram placebo. Embora os mecanismos permaneçam incertos, pesquisas anteriores sugeriram que o Tylenol reduz a dor agindo na ínsula, parte do cérebro que influencia nas emoções sociais, entre outras funções.

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