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Polícia Federal descobriu estranhas coincidências obra da escola Anísio Teixeira e nas obras do Espaço Alternativo

Má sorte

Uma briga de casal que terminou na delegacia trouxe à tona um caso de corrupção envolvendo a presidente da Caerd, Iacira Azamor. Segundo registro no boletim de ocorrência, uma mulher descobriu que seu marido, que é comissionado na empresa, supostamente estaria repassando metade do salário para a filha de Iacira. O caso está sendo investigado pela delegacia da mulher, já que o marido ameaçou a esposa após o caso ter sido revelado.

Ainda a CAERD

Após a Operação Murídeos o clima esquentou pelas bandas da companhia. Como Iacira estava “no grampo”, e suspeita de estar envolvida em supostos direcionamentos de licitação, sua queda é iminente e tem gente de olho em sua vaga. Um desses é Valdo Flores, e tudo depende das licitações que estão paradas, Iacira não está conseguindo fazer a “coisa fluir”, então deve dançar.

[su_frame align=”right”] [/su_frame]Fica olhando

A Operação Murídeos também serviu para tirar algumas figuras das sombras, e uma delas é o deputado federal Lúcio Mosquini, responsável pelas licitações e contratos de construção do Hospital de Urgência e da escola Anísio Teixeira, ambas sob responsabilidade da construtora de Roberto Passarini. Na época dos contratos, Mosquini era quem mandava e desmandava no DER/DEOSP e até os bagres do Madeira sabem disso.

Pequenas coisas

O relatório da Polícia Federal indicou que o roubo do dinheiro público ocorria nas pequenas coisas, uma delas foi a compra do cascalho para o aterro. Além de não ter sido licitado, o material era comprado e levado pelo DER, mas a construtora recebia o dinheiro (no caso, R$ 300 mil). Porém, uma conta feita por um técnico da Polícia Federal revelou que a quantidade que foi utilizada, pelo preço que consta na planilha, teria custado cerca de R$ 21 mil. Também foram desviados recursos pagos para o “bota fora” do material que restou a demolição do muro do Hospital de Base e da ala psquiátrica. Em 4 de abril de 2014, os agentes flagraram uma verdadeira “operação de guerra” para limpar o terreno e envolveu caminhões do DER e da prefeitura de Porto Velho. Eles retiraram o material e jogaram em um terreno no bairro nacional denominado “Parque Rio Madeira”.

Mas olha só

Os caminhões deveriam seguir por um trajeto de 3,8km (ida e volta 7,6km), mas para isso teriam que passar em frente à sede da Polícia Federal, e poderia chamar a atenção, tendo em vista o grande volume de carga que transitou naquele dia. Eles então decidiram por um trajeto mais longo de 5,7 km (ida e volta 11,4km). Segundo cálculos da Polícia Federal, foram mais de 100 viagens nesse dia, totalizando cerca de 400km para executar um “bota fora” de responsabilidade da empresa. Ela recebeu por isso. Mas quem fez foi o Estado e o município. O diretor do DER nessa ocasião era Ubiratan Bernardino Gomes, indicado de Mosquini.

Ainda acompanhando

A movimentação da turma, a Polícia Federal flagrou, em 5 de agosto de 2014, máquinas públicas  trabalhando nas obras do “Novo Espaço Alternativo”, também uma obra executada com recursos federais, através de financiamento do BNDES. Os agentes que estavam trabalhando a Operação Murídeos não sabiam que aquela obra também estava sob vigilância do Ministério Público do Estado, que dali a alguns meses deflagraria a Operação Ludus. Tanto as obras da escola, quanto do Espaço teriam sido feitas usando os mesmos artifícios, uso de máquinas públicas por empresas privadas.

E é nesse encontro de obras

Que chegamos ao denominador comum, Lúcio Mosquini. Alguns questionamentos precisam ser feitos em relação a arrecadação de recursos para a campanha de reeleição de Confúcio Moura e a própria eleição de Mosquini. O agora deputado federal está sendo investigado por enriquecimento ilícito, por favorecimento à licitação, advocacia administrativa e fraude em licitação. Mesmo assim, está lá, em Brasília se comportando como se nada tivesse acontecendo.

Só para relembrar

O Espaço Alternativo continua com as obras paradas e agora a população que frequenta o local se queixa que os escombros inacabados viraram ponto de consumo de drogas e para encontros sexuais. Quem se arrisca a frequentar o Espaço às 5 da manhã flagra coisas inenarráveis. Uma total falta de responsabilidade. Mosquini precisa explicar de onde veio essa dinheirama toda que bancou sua campanha, que as obras do Espaço “dariam o segundo turno” a gente já sabe, essa conversa foi grampeada e veio à público com o advento da Operação Ludus. Mas a origem do dinheiro do deputado, essa, ainda falta explicar.

[su_frame align=”right”] [/su_frame]Tem mais

Por mais que ele ande tentando disfarçar e “pagar de bom moço” em Brasília, seu processo está tramitando, infelizmente não na velocidade que a sociedade deseja, mas está. Mosquini não pode escapar impune de toda essa bandalheira. E não vai. Pessoas próximas a Roberto Passarini disseram que o empresário está “terrivelmente chateado” com toda essa exposição e que “a sorte foi ele não ter sido preso, porque senão ele ia abrir o bico”. Dependendo da segunda fase da Operação Murídeos, é bom a turma ficar com a barba de molho.

Reconhecimento

A empresária Giselle Maiolino, o juiz federal Dimis da Costa Braga e o juiz eleitoral Delson Xavier foram homenageados na última quinta-feira pelo Comando da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, representada pelo Costa Alves pelo apoio que eles prestam as forças armadas.

Sabe o pirarucu?

Esquece. É fria. Sai fora. Crie tambaqui, é bem melhor e mais rápido. E quem fala isso é a pesquisadora do Inpa, Elizabeth Gusmão, que afirma, “existem vários desafios que precisam ser superados para incrementar a produção do pirarucu na região, dentre eles, as exigências nutricionais, principalmente, por ser um peixe carnívoro e de grande porte”. E complementa, “em razão do hábito carnívoro, essa espécie requer altas concentrações de proteína na dieta, o que aumenta o investimento na produção, restringindo o interesse, sobretudo, dos pequenos produtores”. Portanto, não entre nessa furada. Lembra um pouco aquela época em que inventaram que criar avestruz em Rondônia “era um grande negócio”. Teve gente que faliu e até hoje não conseguiu se recompor financeiramente.

Nessa história

Basta o bom senso. Esse governo não consegue sequer executar as operações de tapa-buracos nas estradas, honestamente, você acredita que ele vai te ajudar a criar pirarucu? O resultado pode ser uma tremenda dor n…na cabeça.

Cunha, acunhando

Após romper com o governo o presidente da Câmara dos Deputados anunciou nesta sexta-feira a instauração da CPI do BNDES. Ele também quer apurar supostas irregularidades nos fundos de pensão das estatais. Esses dois requerimentos de criação de CPI estavam atrás na lista de espera de instalação. A do BNDES estava em sétimo na lista e a dos fundos de pensão, em oitavo. Apenas cinco comissões podem funcionar ao mesmo tempo. A decisão ocorre poucas horas depois de o peemedebista anunciar que rompeu com o governo federal e que fará parte da oposição. Ele acusa o Palácio Planalto de ter se articulado com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para incriminá-lo na Operação Lava Jato. Nesta quinta (16), o ex-consultor da Toyo Setal Júlio Camargo relatou à Justiça Federal do Paraná que Cunha lhe pediu propina de US$ 5 milhões.

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Andropausa: 8 sinais de que a sua testosterona está baixa

Você, homem, já ouviu falar na andropausa? Se sim, parabéns, já que não faz parte dos numerosos 57% de homens brasileiros que desconhecem o que é a queda de testosterona que pode acontecer conforme a idade avança. Aquele cansaço, depressão, alterações no humor podem ser, sim, uma baixa no hormônio masculino, que pode acontecer, normalmente, depois dos 40 anos. Para resolver isso, é necessário procurar um médico. Os sintomas da andropausa são depressão, alteração no humor, dimunuição da libido e disfunção erétil, diminuição dos músculos e redução da força, alteração nos pelos do corpo, osteoporose, distúrbios do sono e alteração da gordura visceral.

Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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