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Coluna – Pai de Arthur Pietro é espancado no presídio por outros detentos

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Olha essa

Ouvindo nesta quinta-feira o programa “Falando a Verdade” do jornalista Eudes Lustosa (recomendo a audiência) na rádio 95 fm, ele falou sobre o furto dos aparelhos de ar-condicionados do almoxarifado da Secretaria de Saúde, ocorrido em janeiro deste ano e que vinha sendo mantido “em sigilo”, até a coluna revelar. Mas Eudes fez um questionamento importante, sobre quais as providências adotadas em relação ao furto que havia ocorrido na secretaria de Educação, ano passado, quando roubaram notebooks, ar-condicionados, televisores e outros equipamentos.

Pois bem

Fui atrás e descobri o seguinte, não aconteceu nada. A polícia até hoje não encerrou as investigações (tem inclusive a suspeita morte de um funcionário do almoxarifado), o governo também não terminou de pagar a empresa responsável pela vigilância (no caso a Rocha, do ex-senador Expedito Júnior), só para variar está devendo cerca de R$ 11 milhões. Porém, o Tribunal de Contas determinou que, quando o governo for efetuar esse pagamento, retenha cerca de R$ 500 mil para ressarcir os prejuízos.

Ou seja

Passado pouco mais de um ano (os furtos foram em março do ano passado), nada foi feito. Pelo jeito o Estado não está precisando nem de dinheiro nem de equipamentos para as escolas. Vivemos na “Suiça brasileira”.

Voltando ao furto na Sesau

Foi registrada uma ocorrência de “receptação de furto de central de ar”, no 5º DP, porém não consta em nenhuma delegacia a ocorrência do furto, o que caracteriza prevaricação por parte do pessoal do almoxarifado. Isso porque, diante do ocorrido, deveria ter sido registrada uma ocorrência policial e feita comunicação aos órgãos competentes, como Tribunal de Contas e Ministério Público.

Tanto o chefe

Do almoxarifado, André Luiz Weiber Chaves e o secretário Williamens Pimentel devem explicações sobre essa situação o mais rápido possível. Aliás, a coisa nessa estado está ficando ridícula, são tantos escândalos, que a coisa banalizou. Pior é não ver nenhum resultado prático, nem punições, nem afastamentos. Confúcio se faz de gato morto sobre qualquer denúncia em relação a seu governo. Me desculpe o governador, mas denúncias devem ser apuradas e para isso, afaste-se os responsáveis. Se eles forem inocentes, voltam. O que não dá é para ficar no cargo sob suspeita.

E mais

A SESAU deveria entregar um inventário físico-financeiro do Almoxarifado e do Patrimônio Total (acervo patrimonial) para conferência. Sei não, mas acho que quando isso for feito, vão descobrir que tem muito mais coisa faltando nesse patrimônio.

No toco

Quando um veículo quebra, a expressão utilizada na gíria é que ele está “no toco”, ou seja, sem rodas, parado sobre estacas de madeira. Pois é “no toco” que se encontram atualmente cinco caminhões caçamba na residência do DER em Ouro Preto do Oeste. Apenas quatro estão rodando. Nessa mesma residência, os funcionários ficaram 16 dias parados porque não tinham combustível para rodar nas camionetes.

Nova prática

A turma está sempre arrumando um jeito criativo para desviar recursos públicos. Pois alguns deputados de Rondônia acharam uma “fórmula mágica”. Na época que José Bianco governava Rondônia, praticamente todos os deputados mantinham “fundações beneficentes” em seus municípios. O governo repassava R$ 50 mil/mês para cada “fundação” que normalmente era administrada por parentes do deputado. Como isso foi proibido, porque descobriu-se que os recursos das fundações viravam bois e fazendas, eles inovaram com as “emendas parlamentares”.

Barganha

O esquema é bem simples, o deputado arruma uma entidade dessas de pasta, transforma ela em “utilidade pública” para que possa receber recursos públicos e isso feito pela própria Assembleia no plenário e as emendas vão para as tais entidades.     Quando cai na conta, é retirada uma pequena parte para execução de algum curso ou compra de algum equipamento e “o troco” é dividido entre o deputado e a diretoria da entidade. Claro que esses fatos são largamente negados, mas se alguém for atrás, vai achar.

Interessante

Observar o afinco que alguns parlamentares tem em relação a suas emendas. Brigam por elas igual cachorro briga por osso. Cá entre nós, deveria ter mais transparência em relação a essas emendas, tipo, uma relação de entidades que recebem, quanto receberam e para quê. Presar contas com meia dúzia de notas frias é fácil, difícil é publicar onde o recurso foi gasto. Sempre tem alguém que conhece alguém e termina falando. O Ministério Público poderia fazer essa recomendação.

Surra

Felipe Rogério Pinheiro, pai do pequeno Arthur Pietro, foi duramente espancado no presídio Uro Panda, onde está recolhido desde que a polícia descobriu ter sido ele o autor da morte de seu filho. Para falar no portguês bem popular, ele levou uma “mega peia” dos presos e a família pediu que ele fique em uma cela, separado dos demais presos para evitar uma nova surra ou coisa pior. Sou contra a violência, mas esse ai mereceu a peia.

Violência

E a bruxa andou solta nesta quinta-feira em Porto Velho. Dois homens foram baleados no início da tarde na zona leste e no início da noite um aluno do SENAC levou dois tiros na cabeça na praça Aluizio Ferreira. No meio da tarde, um acidente na BR 364, sentido Acre incendiou um caminhão e vitimou o motorista de um Fox. Isso tudo só neste dia 3.

Saíram

Do governo Lúcio Mosquini (DER) e Marcelo Bessa (SESDEC). Ambos vã disputar cargos de deputado federal pelo PMDB.

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‘Hormônio do amor’ induz membros de grupo a mentir

Um estudo realizado em Israel descobriu que membros de um grupo que inalam o “hormônio do amor” têm chances maiores de mentir. Este hormônio, oxitocina, é conhecido por ser liberado quando há um vínculo estreito entre grupos. O hormônio também é liberado por mães durante o parto e a amamentação. Os resultados da pesquisa realizada pela Universidade Ben-Gurion de Negev sugerem que indivíduos que fazem parte de grupos nos quais há um relacionamento mais próximo têm mais chances de mentir quando a mentira beneficia o grupo, do que quando a mentira apenas beneficia o indivíduo. O estudo foi publicado na revista especializada PNAS.

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