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Coluna – Patrimônio de políticos cresce mais que capim no inverno

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Rasteira

Ivo Cassol quase conseguiu dar um tombo sem precedentes no grupo de seu desafeto político, Expedito Júnior, e de quebra ainda deixar Expedito Neto, candidato a deputado federal, filho de Júnior, fora do páreo nestas eleições. É que o senador conseguiu convencer, sabe-se lá como, o presidente do Solidariedade (SDD) Francisco de Assis Pinto a registrar uma segunda ata. Nesta, estavam fora o filho de Expedito e os candidatos a deputado estadual Alex Redano e Gilvani Fernandes, vereador em Ouro Preto do Oeste. A confusão não terminou ainda. A Executiva Nacional do SDD interviu, mas cabe ao Tribunal Regional Eleitoral decidir qual ata será válida, ou ainda, anular as duas e deixar o SDD fora da disputa.

Assis Pinto

Está sumido desde que aprontou a traquinagem. Ivo Cassol não comentou o assunto, mas no sábado o clima no escritório do PP/PR era de euforia pela “rasteira” aplicada. Expedito lamentou e disse aguardar a decisão do TRE, “não gosto desse tipo de atitude”, disse. Porém, meses atrás o mesmo Expedito havia conseguido o SDD da mesma forma, com intervenção da nacional. Então fica tudo empatado.

Interessante

Que o Solidariedade está aparecendo no sistema do TRE em duas coligações, na de Cassol, “O Respeito Está de Volta” e na de Expedito, “Frente Muda Rondônia”.

Agora pode

Candidatos já estão liberados para pedir votos. Nas redes sociais, pipocam montagens com fotos.

Decisiva

Essa semana vai ser movimentada para alguns candidatos, entre eles o ex-prefeito de Alvorada do Oeste Laerte Gomes, que está em Brasília batalhando para conseguir uma certidão e poder registrar sua candidatura sem grandes problemas. Outro que também está na expectativa é Moreira Mendes, que aguarda uma decisão sobre seu recurso. Os dois estão otimistas.

Ressaca

O deputado estadual Maurão de Carvalho está organizando sua campanha. Ele, que foi pré-candidato a governo, está agora correndo atrás do prejuízo. Apesar de tudo, segundo Maurão, “não ficaram mágoas”.

Como faz?

Até os bagres que restaram no Madeira sabem que não tem como um servidor público ficar milionário, se ele depender do salário. Existe teto, vem os descontos, enfim, uma série de mecanismos de controle que complicam a vida do sujeito. Mas parece que essas coisas não se aplicam aos políticos. O governador Confúcio Moura é exemplo disso. E ele deveria ministrar palestras, porque conseguiu, em 7 anos entre ser prefeito de Ariquemes e governador de Rondônia, aumentar seu patrimônio em mais de 2.000%. Isso mesmo, seu rico dinheirinho cresceu, e muito ao longo desses anos.

Fermento

Confúcio declarou nas eleições de 2008, um modesto patrimônio de pouco mais de R$ 319 mil. Na época ele era prefeito de Ariquemes e estava disputando a reeleição. Em 2010, quando foi candidato ao governo, sua fortuna estava em mais de R$ 8 milhões. Um verdadeiro fenômeno financeiro.

Cadê os R$ 2 milhões?

Agora em 2014, o governador declarou patrimônio de R$ 6,5 milhões, entre dinheiro e bens, como terrenos e até uma dívida pública de pouco mais de R$ 2 milhões. Sem contar um empréstimo de mais de R$ 700 mil feito a sua filha, Bárbara Moura. Os valores de alguns imóveis (que são surreais) baixaram, outros aumentaram, enfim, parece que comprar imóvel em Ariquemes é uma questão de oportunidade, tinha até terreno de R$ 1.500 na declaração de 2010.

O caso

Do governador é escandaloso, e deveria haver uma forma mais eficaz de controle sobre o patrimônio dos políticos nesse país. Não vamos nem falar sobre a quantidade de cabeças de gado em fazenda de político.

Falando em valores

Essa questão de valores de imóveis declarados pelos políticos chega a ser uma afronta a inteligência de qualquer cidadão, principalmente com a cara dos juízes eleitorais. É subestimar a inteligência de qualquer pessoa. Quer ver um exemplo? O ex-prefeito de Porto Velho Roberto Sobrinho, que agora é candidato a deputado federal, declarou nas eleições de 2008 ser proprietário de uma linha telefônica no valor de R$ 500. Na declaração desse ano, ele alega ser proprietário de uma linha no valor de R$ 300. Quem vende linha telefônica hoje em dia?

Definido

Após idas e vindas e muita discussão, o grupo liderado pelo senador Ivo Cassol lançou dona Ivone Cassol para o Senado, tendo como suplentes o pastor Jânio Alencar e o empresário vilhenense Ilário Bodanese. Com isso, fica resolvida a questão do Senado. Disputam uma única vaga Acir Gurgacz (atual senador), Aluízio Vidal, Ivone Cassol, Rubens Moreira Mendes e Walter Silvano Gonçalves.

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Anticoncepcionais serão em microchips daqui a 4 anos

Controlar a ingestão da pílula anticoncepcional diariamente, no mesmo horário, pode parecer uma tarefa simples, mas casos de esquecimento são comuns e, por si só, essa rotina é maçante. Para facilitar o dia a dia das mulheres que fazem uso do medicamento, existem soluções como injeções e adesivos, mas uma start-up americana pretende resolver de vez a questão com o implante de um chip. Com sede em Massachusetts, nos EUA, a MicroCHIPS desenvolveu um pequeno dispositivo que promete controlar a fertilidade da mulher por 16 anos. O chip mede 20mm x 20mm x 7mm e deve ser implantado nas nádegas, no braço ou no abdômen. Ele libera diariamente 30 microgramas de levonorgestrel, hormônio presente em diversos contraceptivos. Caso a mulher mude de ideia e queira ter um filho, basta desligar o chip com um controle remoto. Para voltar a usar o método contraceptivo, basta um novo clique. Segundo a empresa, o chip deve começar a ser testado no ano que vem nos EUA, com previsão para chegar ao mercado em 2018. O chip é de titânio e platina para evitar rejeição, com uma fina membrana que libera o medicamento com uma pequena carga elétrica. Apesar de o sistema já ter demonstrado funcionar corretamente, ainda existem questões a serem resolvidas, como a necessidade de criptografar o sistema para evitar o ataque de hackers.

 

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