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Coluna – PMDB quer usar bailarina da praça como escada nas eleições 2014

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Olha essa

O PMDB, espertamente resolveu filiar a bailarina da Praça e pretende lança-la a deputada federal nas próximas eleições. A bailarina é uma figura folclórica da Capital, conhecida por sua alegria e pela simpatia. Os caciques peemedebistas calculam que ela pode atingir 10 mil votos, o que não lhe garante a eleição, mas faz escada para os ruins de voto, como Amir Lando e outros que só conseguem a vaga com essas artimanhas.

Evidente

Que não vamos discutir os méritos ou capacidade da bailarina da praça, mas essa prática não passa de oportunismo, e vem sendo utilizada por praticamente todas as legendas país afora, com artistas e pessoas conhecidas. Em alguns casos dá certo, como o Tiririca, que foi eleito e ainda puxou uns dois ou três sem votos.

2014

Vai ser um ano conturbado politicamente falando. Teremos eleições gerais e as velhas raposas estão à espreita. É bom o eleitor ficar atento, principalmente às promessas fáceis ou discursos mirabolantes. O serviço público é lento, burocrático e requer cautela. Qualquer um que chegar dizendo que resolve tudo de primeira, vai estar mentindo.

Podcast

Foi solto

Nesta quinta-feira o empresário Mário Neto, filho do ex-senador Mário Calixto. Ele havia sido preso na Operação Zagan, da Polícia Federal no final de novembro. O advogado de Mário Neto é Breno Mendes, o mesmo que defende Mário Calixto, que está na condição de “refugiado político” na Bolívia.

Tá complicado

A prefeitura repassou para a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) comandada pelo ex-deputado estadual Edson Gazoni, R$ 800 mil para decoração natalina da capital. Já falei sobre isso em coluna anterior, e torno a repetir, sou contra e acho que o próprio comércio tinha condições de bancar essa decoração. Não precisa ser cara, pode ser criativa e bonita. Se o dinheiro saísse dos bolsos deles, tenho certeza que estaria melhor que o que temos atualmente. Compraram um monte de pisca-pisca barato e enrolaram nas árvores e em outros locais. Está longe de ser uma decoração de R$ 800 mil.

Enquanto isso

A prefeitura de Ji-Paraná gastou R$ 100 mil e fez uma linda decoração na cidade. Se está caro ou barato não sei, mas que ficou bem melhor que a nossa, isso não resta dúvida. Aliás, já falamos sobre isso também, o prefeito de Ji-Paraná, Jesualdo Pires, vem conseguindo transformar o visual da cidade. A capital da BR está com outra cara, limpa, organizada e bem cuidada.

Não podemos

Dizer o mesmo de nossa capital. Infelizmente.

Porém

O prefeito Mauro Nazif anda animado. Diz ele que em 2014 vai conseguir fazer uma verdadeira revolução na cidade, pretende concluir as obras que estão paralisadas, resolver a questão da buraqueira e a coisa vai mudar. Vamos aguardar e torcer, porque em 2013 não aconteceu nada.

Legalize

A ONU advertiu e reprovou o fato do Uruguai ter aprovado uma lei que regula a produção e o uso de maconha. Segundo a entidade, a nova legislação fere tratados internacionais, dos quais o Uruguai assinou, no combate ao narcotráfico. O Narcotics Control Board Internacional (INCB), órgão da ONU, lamentou em um comunicado divulgado em Viena, a aprovação de tal lei por um país que tenha assinado convenções internacionais sobre drogas e diz que não foi levado em conta o impacto negativo da legalização na sociedade. A Convenção Única sobre Entorpecentes, de 1961, aprovada por 186 países, incluindo Uruguai somente contempla o uso de cannabis para fins médicos e científicos.

Polêmico

O projeto iniciado pelo presidente do Uruguai, José Mujica, legaliza a venda e cultivo de maconha e estabelece a criação de uma agência estadual reguladora, que é responsável pela emissão de licenças e controlar a produção e distribuição de drogas. Os consumidores registrados, conforme exigido pela regulamentação, podem comprar maconha em farmácias especialmente equipadas, até 40 gramas por mês ou até seis plantas cultivadas em casa que produzam até 480 gramas por colheita. As informações são da Agência EFE.

É claro

Que essa legislação uruguaia abre um perigoso precedente na América Latina. Apesar de parecer, à primeira vista, um avanço, não é. O problema não é a maconha em si, mas ela serve de abertura para outras drogas e atinge principalmente os adolescentes, que são alvos fáceis do narcotráfico. É um tema que requer reflexão e principalmente, bom senso por parte da sociedade.

Liberada

E vai responder em liberdade pelo assassinato de seu tio, o músico Zezinho Maranhão, Lourruama Alexandrina Onofre Souza, de 27 anos. O crime ocorreu no último sábado e ainda não tem explicação. O que se sabe até o momento é que a moça é, ou foi, usuária de drogas e isso teria sido um dos motivos, ela estaria, segundo testemunhas, sob o efeito dessas substâncias. Sua liberação teve o parecer favorável do Ministério Público.

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Mortes por câncer chegam a 8,2 milhões

O número global de mortes por câncer subiu para 8,2 milhões em 2012, refletindo principalmente a expansão da doença nos países em desenvolvimento. Os casos de câncer de mama foram os que mais cresceram. A mortalidade por câncer subiu 8% em relação aos 7,6 milhões da pesquisa anterior, em 2008, segundo dados da Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer (Iarc, na sigla em inglês), da Organização Mundial da Saúde (OMS). O câncer de mama matou 522 mil mulheres no ano passado, alta de 14% no mesmo período. “O câncer de mama também é uma importante causa de morte nos países menos desenvolvidos do mundo”, disse David Forman, diretor do Departamento de Informação sobre o Câncer da Iarc. Segundo ele, tal expansão “se deve em parte a uma mudança no estilo de vida… e em parte porque os avanços clínicos para o combate à doença não estão chegando às mulheres que vivem nessas regiões”. Estima-se que 14,1 milhões de pessoas tenham desenvolvido câncer em 2012, o que é cerca de 1,4 milhão a mais do que em 2008. Houve 1,7 milhão de diagnósticos de câncer de mama no ano passado, ou 20% a mais do que em 2008. A Iarc ainda prevê um “aumento substancial” nos casos mundiais de câncer, podem chegar a 19,3 milhões em 2025, acompanhando a expansão e envelhecimento da população. Outro fator importante para o avanço da doença é a difusão de estilos de vida antes restritos a países industrializados, o que provoca um aumento nos casos de câncer relacionados à reprodução, dieta e hormônios. O relatório diz que a incidência do câncer aumenta na maioria das regiões do mundo, mas que há “enormes desigualdades” entre nações ricas e pobres.

 

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