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Coluna – PMDB sonha com PT e grupo Cassol lança dois candidatos

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Olha essa

No final do ano passado, atendendo a uma solicitação da vereadora Scheilla Cassol, o deputado Hermínio Coelho destinou, através de emenda parlamentar, R$ 300 mil para o município de Pimenta Bueno para a compra de um aparelho de mamografia, uma revindicação antiga das mulheres da região. O recurso foi liberado e está na conta do município. Porém, o Conselho Municipal de Saúde se posicionou contrário a compra do equipamento, e apresentou argumentos válidos.

Entre eles

Que a instalação, manuseio e manutenção custam caro, e correria o risco do equipamento ficar sem uso, devido a esses fatores. Lembrando que o Sistema Único de Saúde paga, por mamografia, R$ 22,50, enquanto que esse mesmo procedimento, em rede privada, não sai por menos de R$ 100. Com os argumentos do Conselho, criou-se um impasse, o que fazer, já que, se o equipamento não for comprado, o recurso volta para a Assembleia?

Parêntese

Antes de prosseguir com essa história, vamos fazer uma pequena observação, o modelo político brasileiro não foi feito para resolver problemas da população, foi feito para enriquecer alguns e continuar adoecendo e matando pessoas, isso dá dinheiro. Mais abaixo explico como funciona.

Continuando

Nesta sexta-feira, 16, uma reunião com representantes do Conselho, prefeito Jean Mendonça e a vereadora Scheilla Cassol serviu para dirimir todas as dúvidas e foram apresentadas algumas propostas. Definido mesmo foi que, o município não quer perder o recurso e deverá comprar o equipamento. O Conselho deve ser reunir na semana que vem e estabelecer a forma como isso será feito.

Câncer, uma indústria milionária

Com o crescimento espantoso, em todo o país, dos casos de câncer, foi criada uma indústria gigantesca para atender tanto pacientes quanto familiares. Sim, a família também adoece, já que toda ela se mobiliza para auxiliar o ente querido. E nessa indústria todos ganham muito dinheiro, menos a família e claro, o doente. Não é nenhuma novidade que, se a doença for detectada logo início, as chances de recuperação são maiores, mas também não é novidade que prevenção não é prioridade para a maioria dos brasileiros. Para se fazer consultas, principalmente na rede pública, perde-se de um a dois dias, entre agendamentos e o atendimento propriamente dito. O brasileiro precisa trabalhar, e claro, prioriza o sustento à própria saúde.

A partir disso

Temos um quadro propício para o crescimento da demanda. Algumas entidades prestam serviço de tratamento, como o Hospital do Câncer de Barretos, mas não por caridade. Além de receberem recursos do Sistema Único de Saúde, também recebem doações, são organizados leilões e fazem parcerias com estados e municípios. Rondônia entre eles. O Brasil precisa urgentemente mudar o modelo político estrutural. Os municípios não tem condiçoes financeiras de arcar com despesas hospitalares, e terminam firmando convênios com entidades, que vivem disso. Elas, porém, não conseguem suprir a demanda, que é imensa, sem contar que as pessoas precisam se deslocar para fazer esses tratamentos ou consultas e a maioria não tem condições, mesmo com toda a ajuda, a situação é de penúria.

Nosso modelo

É cruel. Não adianta os municípios terem equipamentos, se não tem estrutura de pessoal. E gente qualificada custa caro. Em países desenvolvidos, prioriza-se a qualificação. O programa “Mais Médicos” lançado pelo Governo Federal ano passado, além de trazer médicos cubanos, tirou vários profissionais que preferiram ir atuar em outras cidades, que oferecem melhores vantagens. A população não consegue entender esse modelo, e tende a culpar prefeitos, secretários e os profissionais de saúde. Já falamos sobre isso antes, enquanto não forem feitas profundas mudanças na estrutura, tudo que se fizer será paliativo. Municípios e estados precisam ter autonomia para poder atender, com dignidade suas populações. O resto é papo furado.

Correndo atrás

A grande pergunta que vem sendo feita nos últimos dias é, quem será o vice (ou a vice) de Confúcio Moura? O senador Valdir Raupp continua insistindo em tentar convencer o PT a fazer parte do projeto de reeleição, mas para isso precisa tirar Padre Ton do processo. Ele não quer ser vice e insiste na candidatura própria. De outro lado, o grupo liderado por Fátima Cleide avalia essa possibilidade. A queda de braço dentro do PT deve ser definida nos próximos dias. A executiva nacional não vai intervir, mas deve fazer uma recomendação para que a aliança com o PMDB seja feita. Em Brasília, Fátima tem muito mais força que Ton, principalmente porque ela é a “queridinha” de Dilma.

Enquanto isso

O deputado Maurão de Carvalho continua como pré-candidato ao governo no grupo liderado pelo senador Ivo Cassol. Jaqueline, irmã de Ivo também continua como pré-candidata ao governo. Nesta sexta-feira, após conversa que durou quase duas horas, Maurão explicou a Cassol que seu nome se consolidou junto ao grupo e ele pretende continuar na disputa. Ivo ponderou que o PR, de Jaqueline, também pode pleitear a vaga e quem estiver melhor nas próximas semanas, será o candidato de fato.

Portanto

O grupo de Ivo conta com duas pré-candidaturas ao governo. Mas isso pode mudar. Existe uma movimentação interna no sentido de dar sustentabilidade a candidatura de Maurão. Jaqueline, por enquanto, só tem o apoio de sua legenda e de seu irmão. Resta saber qual será a reação dos demais partidos com a notícia de duas pré-candidaturas. Tem gente que acha que essa situação enfraquece o grupo, mostrando desunião e dando a impressão que o italiano quer mandar em tudo. Muita gente não está vendo com bons olhos essa “cassolândia” toda, de uma vez só, na dsputa eleitoral. Além de Jaqueline ao governo, Cassol quer eleger sua filha Karine para a Assembleia e sua esposa, Ivone para o Senado. Seja como titular ou como suplente de Carlos Magno. A briga ainda vai longe.

Tudo aberto

Mesmo com a denúncia feita por fiscais que atuam em Vilhena, as “porteiras” do Estado continuam abertas e o governo não está nem aí para a evasão fiscal que está acontecendo. É como se o Estado tivesse muito dinheiro para estar desprezando a receita oriunda da entrada de mercadorias por Vilhena.

Não entendi

Duas pontes na BR 364 em Rondônia estão sob “monitoramento”, sabe-se lá o que isso quer dizer. Uma entre Pimenta Bueno e Cacoal e outra em Candeias do Jamary. Interessante que em Candeias existem vários avisos, entre eles o de não “acelerar nem freiar sobre a ponte”. Será que “monitoramento” quer dizer “estamos esperando ela cair para poder arrumar”?

Não sai

Mário Português, que foi candidato a prefeito em 2012, não deve disputar eleições este ano. O empresário pretende aguardar até 2016. Se ele perceber que Mauro Nazif vai continuar “dormindo Nazif” ele se candidata a prefeito. Fora isso, prefere ficar cuidando de sua fazenda.

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Cérebro masculino ‘desliga’ diante de comerciais para mulheres

O cérebro dos homens ‘desliga’ diante de comerciais dirigidos ao público feminino. E o primeiro comercial do break, muitas vezes mais caro que os demais, tem menos potencial de gerar emoção — o cérebro parece demorar alguns segundos para fazer a transição entre conteúdo e comercial. Os dados são da pesquisa “Emotionology”, apresentada no Rio pela Turner, empresa do grupo Time Warner, maior produtora de notícias e entretenimento do mundo, que distribui no Brasil canais como CNN International, Boomerang, Cartoon Network, TNT e Warner Channel, entre outros. Além da primeira fase quantitativa, com 2700 entrevistas na América Latina, foi feita uma segunda fase qualitativa, com 72 voluntários no Brasil, Argentina e México (24 em cada país), em que foi usada ressonância magnética de imagem funcional para medir o engajamento e as emoções diante de filmes e comerciais de TV. O estudo foi realizado em dois grupos etários – 18 a 24 e 35 a 49 anos — em parceria com cientistas do Neurensics, da Universidade de Amsterdã, e da Unicamp. Entre as descobertas quantitativas, 59% das pessoas afirmam que sempre ou frequentemente assistem a um filme mais de uma vez, para reviver experiências despertadas. Entre os filmes, a animação foi o gênero que despertou mais emoções positivas e o terror, as negativa.

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