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Coluna – Precatórios do Sintero envolvem até compra de casas por offshore no exterior

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Advogados já receberam sua parte e estão milionários, já os servidores, verdadeiros donos do dinheiro, estão morrendo na miséria

Olha essa

A balança que fiscaliza o peso das carretas que transitam na BR 364 (MT/RO), instalada em Ouro Preto do Oeste está desativada há meses por determinação do Tribunal de Contas da União atendendo a uma solicitação do Ministério Público do Trabalho. Eles alegam que o DNIT não pode usar mão de obra terceirizada na fiscalização. Que lindo! Enquanto isso, carretas alopradas de peso destroem toda a pavimentação da rodovia, colocam em risco a vida de milhares de pessoas que trafegam diariamente por uma das estradas mais movimentadas do país. É ou não uma tremenda brincadeira de mau gosto das autoridades desse país?

Falta responsabilidade

Os órgãos públicos desse país são completamente irresponsáveis no que diz respeito ao trato com dinheiro público. Uma situação meramente técnica como essa, certamente provocada por algum sindicato, se sobrepõe a questões sérias e caras, como a manutenção de rodovias, cujo custo por quilômetro é astronômico. Que se ajuste à lei, que se acabe com essa palhaçada paternalista. O Brasil precisa deixar de ser tão condescendente com funcionalismo público, que não gera riqueza, só gera despesa e problemas.

Falando em problemas

Olha essa situação. Os técnicos de educação, que já deveriam ter recebido seus quinhões nos precatórios do Sintero (que já deram até cadeia, e para quem não sabe do que se trata, clique AQUI), mas isso não aconteceu por um probleminha bem simples, os advogados atravessaram e receberam primeiro. Quem diz isso é o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que no Ofício 1086 deixou bem claro que em razão do grandioso pagamento feito aos advogados, e mais a sucumbência, a coisa emperrou.

Hélio Vieira

Um dos advogados dos precatórios, esteve em Brasília visitando o CNJ e o TST para tentar liberar os pagamentos de outra parte de seus honorários, e não tratou em nenhum momento da questão dos servidores. Ele, por exemplo, não participou de uma reunião ocorrida no início desse mês na Advocacia Geral da União sobre a isonomia, com Fábio Medima, Nereu Klosinsk e Manoelzinho do Sintero.

Mas a questão

É que os verdadeiros beneficiários dos precatórios estão morrendo, seja de doença, seja de velhice e alguns, como o Padre Zenildo, que não deixou herdeiros, sequer conseguiram desfrutar de seus direitos. O processo já foi visto, revisto, auditado, calculado, recalculado mas a justiça não paga de uma vez e não coloca um ponto final nesse assunto. Os precatórios do Sintero já enriqueceram até gatunos, como a advogada Elisiane de Lisieux Ferreira, renderam confusão em todas as instâncias. O que se sabe, com certeza até agora, é que quem não devia, recebeu, e quem precisa de fato, continua sonhando com o fim dessa triste e milionária novela.

Quer mais?

A coisa envolve até compra de casas através de offshores no exterior. Depois eu conto.

Deu ruim

O Rondoniaovivo divulgou na tarde desta terça-feira simultâneo com PAINEL POLÍTICO um vídeo de uma câmera de segurança que mostrou em detalhes como aconteceu a operação policial que resultou em um advogado com o rosto todo ensanguentado por sua própria culpa, conforme mostraram as imagens. O caso gerou forte (e precipitada) reação da OAB, que chegou a pedir a prisão dos policiais envolvidos no caso. Algumas questões que precisam ser pontuadas nesse caso.

1 – O advogado não foi defender cliente nenhum, conforme ele alegou. Ele estacionou para tentar fugir da blitz;

2 – Os policiais fizeram a abordagem de forma padrão, sequer mandaram ele encostar no carro e passar por uma revista, o que deveria ter sido feito, até pela própria segurança dos policiais;

3 – O advogado partiu para cima do policial, foi para a briga mesmo, e no mano a mano, só alguém fora do seu juízo perfeito tenta brigar com um policial de serviço, Vai apanhar mesmo.

4 – A OAB se precipitou desde o início, no afã de mostrar serviço e “garantir prerrogativas”, meteu os pés pelas mãos. Mais grave foi envolver a OAB nacional em um episódio que até então tinha uma versão duvidosa.

5 – Que o episódio sirva de lição para a OAB e para a Polícia Militar. Passou da hora das viaturas terem câmeras registrando a ação de policiais. Isso trás segurança tanto para os policiais quanto para a população.

Quem saiu ganhando

Foi o deputado Jesuíno Bobaid, que desde o começo vinha defendendo os policiais. Por sorte, tinha uma câmera filmando tudo. Ponto para ele. Já o pessoal da OAB, vai ter que começar a rever seu posicionamento. Foi o “mico do ano”. Falando nisso, acho que esse filtro de Exame de Ordem é pouco. Tinha que ter investigação social também. Tem acontecido cada presepada envolvendo algumas figuras da advocacia nos últimos tempos…

O vídeo:

Clínica Mais Saúde informa – Baralho e game ajudam a recuperar pacientes com derrame

Ficar horas em um jogo de buraco, bingo ou vídeo game como o Wii, pode ajudar na recuperação de pacientes que sofreram um acidente vascular cerebral (AVC). De acordo com um estudo publicado recentemente no periódico científico Lancet Neurology, atividades motoras simples que movimentam de forma intensa e repetitiva mãos e braços podem ajudar na retomada de funções prejudicadas pelo derrame. Com o objetivo de identificar quais atividades são mais eficientes na recuperação de pacientes após um AVC, pesquisadores do Hospital St. Michel, no Canadá, realizaram um experimento com 141 pessoas que sofreram um derrame e estavam com o movimento de mãos e braços comprometidos. Metade do grupo desempenhou a reabilitação por meio de jogos de Wii e a outra parte realizou atividades de recreação, como baralho. Além do tratamento normal, os exercícios foram praticados uma hora por dia, durante 15 dias. Os resultados mostraram que, em relação à recuperação de movimentos, ambos os grupos tiveram o mesmo desempenho. “Todos nós gostamos de tecnologia e temos a tendência de pensar que novas tecnologias são melhores que estratégias antigas, no entanto, algumas vezes não é o caso. Nesse estudo mostramos que atividades recreativas simples que podem ser implementadas em qualquer lugar são tão eficazes quanto a tecnologia”, afirmou Gustavo Saposnik, um dos autores do estudo.

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