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Coluna – Procuradora do MPF/RO é afastada por improbidade administrativa

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Ela respondeu a um Processo Administrativo e foi condenada pelo Conselho Nacional do Ministério Público

Jantinha

O senador Acir Gurgacz (PDT-RO) não resiste a um convite do PT, seja lá para o que for. O jornal O Globo, na sua edição do fim de semana, informa que o senador compareceu no jantar com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na semana passada em Brasília onde foi tratada uma alternativa para salvar o que resta da pele da presidente afastada Dilma Rousseff. O jornal espanhol El País foi além, colocou o senador como um dos “favoritos” de Dilma na tentativa de reverter seu impeachment. A surpresa foi o nome de Ivo Cassol como um dos possíveis salvadores da presidente.

Aliciamento

Lula e Dilma querem convencer alguns senadores a votarem pelo retorno da presidente afastada, o que no caso de Acir não é preciso muito esforço. Ele defende abertamente o retorno de Dilma sob a alegação que a mesma “convocaria um plebiscito e novas eleições” o que é totalmente inviável, tanto em relação á custos quanto a própria organização para que isso ocorresse. Essa proposta irresponsável partiu do PT, que aposta em uma vitória de Lula, já que a oposição não consegue se entender sobre um nome de consenso. Um retrocesso. Melhor deixar Temer, PT, PMDB, PP, PDT e todas as legendas que se encalacraram na Lava Jato terem suas fileiras limpas, para só então falarmos em novas eleições. Até 2018 muita coisa vai acontecer ainda.

Em Rondônia

Aqui em Brasília correm fortes rumores sobre a ação da Polícia Federal nos próximos meses no Estado. “O que parece ser certo hoje, certamente não será amanhã”, é dito em relação ao cenário político para 2018, que parece estar mais ou menos definido. Não está. Vai ter gente sendo pega de surpresa e conforme já falamos em colunas anteriores, traições vão ocorrer onde menos se espera. E devem afetar diretamente as pretensões de Maurão de Carvalho e Acir Gurgacz.

Falando em Rondônia

A Procuradora do Ministério Público Federal Gisele Dias de Oliveira Bleggi Cunha foi afastada por 75 dias de suas funções por determinação do Conselho Nacional do Ministério Público, em decisão proferida no dia 13 de junho de 2016. Sua punição se deve a um Processo Disciplinar Administrativo por improbidade administrativa. Quando era Procuradora em Tabatinga (AM) ela então acumulava dois gabinetes na Procuradoria, o dela e o de Ricardo Perin Nardi, Blegi assinou previamente etiquetas e as repassou aos servidores para que fossem coladas nos feitos judiciais criminais, sem a supervisão ou a análise dos processos.

Segundo a denúncia

A Procuradora da República, Gisele Bleggi delegou à analista Diana Correia Queiroga a seleção dos processos que deveriam ser remetidos ao seu gabinete, e aqueles que poderiam receber andamento imediato, com a colocação das etiquetas já assinadas. Assim, ficou determinado pela Indiciada que os processos considerados simples, como ciências, designações de audiências, prorrogação de prazo, expedição de carta precatória, receberiam a etiqueta previamente assinada e, apenas aqueles que merecessem a manifestação da Procuradora, deveriam ser encaminhados para seu conhecimento.

Consequência

Ainda de acordo com a denúncia, a referida delegação de atividades efetivamente causou prejuízo ao bom andamento dos seguintes feitos: 474- 20.2011.4.01.3201, 2009.32.01.000339-3, 2008.32.01.000255-9, 625-83.2011.4.01.3201 e 472-50.2011.4.01.3201, além de um processo de Tribunal de Júri desaforado de Tabatinga para Manaus, referente ao homicídio de um policial peruano que trabalhava em colaboração com a Polícia Federal no combate ao tráfico de drogas (2008.32.01.000252-8).]

Repeteco

Esse foi o segundo caso envolvendo procuradores do Ministério Público Federal de Rondônia em situações complicadas. O outro foi o de Douglas Kirchner, que foi acusado de bater na esposa com um cinto, além de outros maus tratos. Ele perdeu o cargo mas recorre da decisão. Veja abaixo a íntegra do voto do conselheiro do CNMP Orlando Rochabel Moreira, sobre o caso de Gisele Bleggi Cunha.

Olimpíadas 2016

Faltam 26 dias para o início dos jogos olímpicos no Brasil e confesso, estou com medo. Medo de passar vergonha diante de um público global, afinal, o mundo inteiro estará assistindo a abertura e até agora não vi nem um ensaio, nada. Acho que vai ser de “última hora”, como tudo no Brasil. Conheço muitos profissionais de segurança e inteligência que irão atuar nos jogos, sei de suas capacidades, mas também conheço o “jeito político” de fazer segurança no Brasil. Agora saberemos, de fato se Deus é brasileiro. Se não for, coitado de nós.

Falando nisso

Existe uma vaquinha em Curitiba para pagar a fiança de quem for preso tentando apagar a tocha, que passa pela capital paranaense nesta quinta, 14. Essa passagem da tocha já rendeu morte de onça, tentativa de apaga-la e mais recentemente a queda de um dos condutores, que escorregou e caiu de bunda no chão. Só falta mesmo alguém conseguir apagar o símbolo olímpico.

Enquanto isso

Em Pernambuco os presos pegaram os gatos que circulavam pelo presídio Professor Barreto Campelo e fizeram literalmente “churrasco de gato”. Os bichos tiveram a pele arrancada nas escadarias do presídio, foram pendurados, temperados e comidos. As imagens foram feitas por agentes penitenciários. Interessante que a segurança pública está mais interessada em quem vazou as imagens que apurar a festança que acontece dentro de uma unidade prisional. Coisas do Brasil.

Clínica Mais Saúde informa – Uso de maconha altera sistema de recompensa
Fumar maconha pode afetar o modo como as pessoas lidam com as conquistas. De acordo com um estudo publicado recentemente na revista científica JAMA Psychiatry, a droga amortece a capacidade do cérebro reagir positivamente a recompensas em dinheiro, por exemplo. Pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, analisaram os efeitos do uso prolongado da maconha no centro de recompensa do cérebro de 108 jovens com cerca de 20 anos. O experimento consistia em um jogo associado a uma recompensa monetária. Os participantes precisavam apertar um botão cada vez que um alvo aparecesse na tela à sua frente. Antes de cada partida, os pesquisadores diziam aos voluntários que, dependendo de sua performance, haveria as seguintes possibilidades: ganhar 20 centavos de dólar ou cinco dólares, perder as mesmas quantias anteriores ou não ter perda nem ganho. Os resultados mostraram que a quantidade de dopamina, conhecida como a substância do prazer, diminuiu de forma gradativa ao longo do tempo nos usuários de maconha. Além disso, quanto maior o uso da droga, menor a resposta. A nova pesquisa sugere também que quanto mais cedo uma pessoa começa a usar maconha, mais rápida será a possibilidade de ela se tornar dependente desta ou de outras substâncias.

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