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Coluna – Professor lotado no Detran recebeu R$ 39 mil de salário em janeiro

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Pelas usinas

Se engana redondamente quem acreditou que Dilma Roussef esteve em Rondônia por causa da dramática situação que se encontra os desabrigados de Porto Velho. Ela esteve aqui por um simples detalhe, para amenizar a onda de insatisfação com as usinas, construídas pelo governo federal, que até hoje não sabe explicar de fato o que está acontecendo, se é um primário erro de engenharia ou uma obra da natureza. Sua presença, estrategicamente feita na Base Aérea, foi desnecessária. Ela já tinha lido dezenas de relatórios e visto inúmeros vídeos da situação calamitosa em que estamos.

Foi exatamente

Seu “companheiro” de partido, o ex-prefeito Roberto Sobrinho, um dos maiores responsáveis pela situação em que nos encontramos atualmente. Para quem não sabe ou não lembra ele é proprietário de uma empresa que loca caçambas para Santo Antônio. A pergunta que fica é a seguinte, como contratado da usina, ele iria se opor de alguma forma ao empreendimento? Negaria licenças, faria fiscalização, cobraria como deve? Ele sequer foi expulso do partido da presidente, que também só veio por essas bandas por estarmos em um ano eleitoral. Ou alguém acredita que ela veio pela cor dos olhos do prefeito Mauro Nazif?

Fora da pauta

A enchente é uma anomalia, lamentável, está causando prejuízos imensos a centenas de famílias, mas o rio vai baixar. Agora os dois temas que poderiam, e deveriam ter sido tratados pela ilustre visitante, ela simplesmente recusou-se a falar porque “não estava na pauta”, que são eles a transposição dos servidores para a União e a interminável dívida do Beron. Esses dois problemas não acabam, nem quando o rio baixar. Quanto ao “anúncio de construção da ponte” lá em Abunã, essa já foi anunciada dezenas de vezes, inclusive a licitação já havia sido feita, mas o sócio de Orestes Muniz, o deputado federal do Mato Grosso Roberto Dorner (PP), sempre consegue um “jeitinho”” de emperrar essa obra. E duvido muito que Dilma resolva essa situação. Gostaria muito de estar errado.

Desânimo

E os psicultores de Rondônia estão cada vez mais desanimados com a falta de apoio ao setor. Para se ter uma idéia, o governo do Acre construiu um Cen­tro de Alevinagem no Com­plexo Industrial do Peixe, um investimento de cerca de R$ 20 milhões que já está em pleno funcionamento. Eles começaram a obra no início de 2012. O local fornece alevinos, ração e ainda compra a produção e processa. O peixe sai embalado e pronto para a venda. O governo da atrapalhação de Rondônia havia anunciado no primeiro ano que faria “200 hectares de lâminas de água”, não conseguiu fazer cinco.

Com outros mercados

Mais fortalecidos, o custo de produção em Rondônia está ficando alto e tem muita gente desistindo. Nosso Estado vinha em uma crescente nesse setor e estagnou geral. Quem cria peixe sabe bem do que estou falando. Principalmente os pequenos criadores, responsáveis por grande parte do pescado que abastece o mercado local.

Olha essa

Que bom seria se todos os professores de Rondônia tivessem a mesma sorte que seus companheiros, os professores nível III Eliseu Alves da Silva e Gildete Miranda de Souza Alencar. O primeiro recebeu a bagatela salarial de R$ 37.980,42 e a segunda R$ 18.857,92, no mês de janeiro. Ambos estão lotados no Detran de Rondônia.

Interessante

Observar que Gildete, por exemplo, esteve entre os dias 27/02 a 05/03 (período de carnaval), no município de Cacoal, com o “objetivo de realizar visita a CIRETRAN e participar do Encontro de Atividades para Grupos Evangélicos sobre o tema trânsito e a igreja(?)”. Para isso ela ganhou sete diárias do DETRAN. A portaria 1065/GAB Detran, publicada em 21 de fevereiro confirma isso.

Resta saber

Qual o trabalho que ambos desenvolvem no DETRAN para receberam salários tão altos.

Na coluna

Do dia 7 deste mês, antes ainda da escolha da lista tríplice pelo Tribunal de Justiça anunciamos que o então candidato a desembargador Hiram Marques estaria recebendo uma “forcinha” do atual presidente da OAB, Andrey Cavalcante. E o lobby deu certo. Hiram foi indicado pelo TJ na lista e foi “escolhido” pelo governador Confúcio Moura, mesmo não tendo sido o mais votado pelo Tribunal.

Sucessão

No último sábado, em Ji-Paraná o Partido Progressista (PP) reuniu algumas legendas para dar início a discussão sobre candidaturas para 2014. No encontro foram sentidas as faltas do PV e PTB, que haviam ficado de comparecer. PROS, PSDC, PR, PPS e PTN enviaram lideranças, mas a reunião não definiu absolutamente nada.

Expectativa

Na verdade, a maioria dos presentes aguardava com ansiedade o discurso do senador Ivo Cassol, para ver qual rumo ele pretende seguir e quem esperava por isso, ficou frustrado. Ivo pregou a união das legendas que estavam presentes, mas não indicou nenhum nome, pelo contrário, afirmou que todos os partidos ali presentes, e mesmo outros, poderiam formar a aliança e lançar um nome, “mas o interessado deve ocupar seu espaço, se não vem outro e ocupa”, filosofou o senador, deixando sorridente Maurão de Carvalho, de longe o que está mais articulado, ao menos dentre esses partidos.

Por fora

Apesar de não estar presente, o deputado Neodi foi lembrado como postulante a pré-candidato ao governo. A esposa de Cassol, Ivone, fez sua estréia discursando na reunião. Prestou apoio ao marido, agradeceu aos amigos e encerrou a fala informando que está à disposição, mas não disse nem que sim, nem que não. O irmão de Ivo, César Cassol, atual prefeito de Rolim de Moura, falou sobre sua gestão no município e insinuou que está a disposição do projeto político, mas não deixou claro também o que quer. Fala-se em senado ou governo, mas a possibilidade é remota. Mais fácil seria ele conseguir a vaga de vice.

Resumindo

A grande estrela do encontro foi Ivo, que continua sendo o candidato preferido pelos partidos, mas devido a sua condenação no STF, essa possibilidade é praticamente nula. Com o líder ferido, a matilha observa. Partir para o ataque ou debandar, é questão de tempo. Basta os prazos apertarem.

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Adoçante da planta da tequila pode ajudar diabéticos

Um adoçante 100% natural criado a partir do agave – planta usada para fabricar a tequila – pode reduzir o nível de glicose no sangue e ajudar diabéticos do tipo 2 a controlar sua glicemia. O adoçante atuaria, ainda, na redução do peso, é o que aponta uma pequisa mexicana apresentada na Reunião Nacional da Sociedade Química Americana, que acontece em Dallas, nos Estados Unidos. Segundo os pesquisadores do Centro de Investigações e Estudos Avançados em Biotecnologia e Bioquímica de Irapuato, em Guanajuato, no México, as propriedades benéficas do agave se dariam por ele não ser digerido pelo organismo, mas mesmo assim atuar como uma fibra adoçante. O estudo foi conduzido em ratos e ainda não se sabe se em humanos produziria o mesmo efeito, mas o adoçante já é apontado pelos cientistas como uma nova opção para obesos e diabéticos.Nos ratos, o agavins aumentou os níveis de GLP-1, um peptídeo que estimula a produção de insulina, regula a pressão arterial e retarda o esvaziamento do estômago. Por isso, sugere o estudo, ele pode ajudar no emagrecimento.

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