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Coluna – Sindicatos perdem a noção e anunciam greves em plena crise

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Saúde e Caerd apresentam pauta inviável na atual conjuntura e Polícia Civil ainda mantém a coerência

Sem acordo

Polícia Civil, servidores da Saúde e Caerd andam às turras com o governo Confúcio e prometem endurecer nos próximos dias. Os policiais apertam o governo há meses e a última ação foi a instalação de outdoors em todo o Estado cobrando o PCCS da categoria. Eles também mantém a pressão em eventos públicos onde o governador comparece (cada vez mais raros). Já os servidores da Saúde querem a implantação da GAE, das 24 horas da Radiologia e da insalubridade, PCCR, Auxílio-Alimentação e Retroativo da Progressão (na crise atual, será pouco provável ter sucesso com uma pauta tão extensa) e a Caerd diz que “não quer aumento e sim reposição” o que dá na mesma.

Com isso

Rondônia deve voltar à velha “lenga-lenga” de greves e discursos inflamados contra Confúcio. Quem acompanha PAINEL POLÍTICO sabe que nunca fomos partidários do governo, mas o momento atual requer bom senso. Os servidores públicos de Rondônia, bem ou mal, estão recebendo seus salários em dia, diferente de muitos estados. O Brasil atravessa uma crise sem precedentes, política, moral e financeira e querer qualquer tipo de “reposição” é no mínimo uma insensatez nessa altura do campeonato. Coisa de sindicalista acostumado a ficar encostado enquanto os trabalhadores, de fato, vão à luta defender seus salários no dia a dia.

Gasta demais

Os sindicatos no Brasil, de uma forma em geral, são dispendiosos e torram dinheiro de seus filiados com bobagens. Sedes suntuosas, clubes e “eventos sindicais” custeados com recursos do suor da massa, que enfrenta rotina de hospitais ruins, delegacias abandonadas ou falta de estrutura para fazer seu trabalho com dignidade. Evidente que todos devem (e tem direito) de serem bem remunerados, mas conclamar greve nesse momento tão complicado de nossa história, é no mínimo uma irresponsabilidade. Se eu fosse o governador deixava fazer. Chama o exército, a PM ou quem quer que seja para suprir os grevistas. Até agora, em toda essa confusão, os únicos que mantém a coerência são os policiais civis. Protestam com veemência, mas sem forçar a barra com uma greve. Ai teríamos o caos…

Falando em gastos desnecessários

Os deputados federais de Rondônia andam torrando suas verbas de gabinete sem dó. Dos oito, a mais moderada é Mariana Carvalho que gastou “apenas” R$ 116.897,36 entre janeiro e julho desse ano. A segunda mais “comedida” é Marinha Raupp, que já gastou R$ 161.434,80. Lúcio Mosquini vem na esteira, com R$ 183.047,14 e em quarto lugar Marcos Rogério, que já gastou R$ 210.033,91.

Agora a coisa fica séria

Lindomar Garçon já mandou para o ralo R$ 284.468,43, seguido de Expedito Netto, que consumiu R$ 256.620,04. Em penúltimo lugar temos Luiz Cláudio que já gastou nos primeiros sete meses de 2016, R$ 277.017,87 e o campeão, grande vencedor, Nilton Capixaba, que atingiu a marca dos R$ 288.504,14. Os meses que ele menos gastou foram os de férias, em janeiro “só” R$ 14.356,94 e em julho módicos R$ 5.486,20. Só que em junho o deputado mandou ver com incríveis R$ 64.323,39.

Juntos

Os deputados federais de Rondônia já consumiram em 2016, entre combustíveis, passagens aéreas, alimentação e hospedagem R$ 1.778.023,69. Isso quer dizer que, se for mantido o ritmo, até o fim do ano eles terão custados para nós, pobres mortais trabalhadores, pelo menos R$ 3 milhões. E você ai, querendo fazer greve. Devia ir para a rua protestar contra essa gastança toda.

Familiar?

O governador Confúcio Moura disse que quando pensou em construir o Espaço Alternativo, queria um “ambiente familiar”. Parece que a coisa não deu certo. Além, é claro, de não ter conseguido concluir as obras, o local virou uma verdadeira zona. Só que agora abrigada pelos escombros das obras inacabadas. Não é de hoje que circulam vídeos mostrando “proezas” de jovens que frequentam o local. Algumas bem explícitas, como mostramos em matéria nesta terça-feira.

Clínica Mais Saúde informa – Um em cada três jovens tem problemas sexuais

Mais de 30% dos jovens enfrentam problemas sexuais comumente relacionados a pessoas mais velhas. De acordo com um estudo publicado recentemente no periódico científico Journal of Adolescent Health, mais de um terço de homens e mulheres com idade entre 16 e 21 anos enfrentaram distúrbios como disfunção erétil, ejaculação precoce ou dificuldade de chegar ao clímax no último ano. Embora 36% dos homens e 42% das mulheres tenham dito que procuraram ajuda sobre sua vida sexual, eles geralmente recorreram à familiares, amigos, informações na mídia ou buscas online. Apenas 4% dos homens e 8% das mulheres que tiveram problemas sexuais procuraram algum tipo de ajuda profissional. Kaye Wellings, professos da London School of Hygiene & Tropical Medicine e coautor do estudo ressalta a importância da educação sexual abordar a “importância da comunicação e do respeito nas relações para ajudar os jovens a compreender e resolver os problemas que podem ocorrer em suas vidas sexuais”.

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