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Comissionados podem ser exonerados para equilibrar as contas

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Degola

Os servidores estaduais comissionados ainda não perceberam que a maioria pode perder o cargo e levar um pé nas partes anatômicas traseiras. Pelo menos é o que dá para deduzir na ameaça feita pelo próprio governador em uma postagem em seu BLOG. Imprescindíveis para a vitória de reeleição, os comissionados serão dispensados para equilibrar as contas governamentais antes que entrem em colapso. No BLOG Confúcio Moura registrou que os portariados com DAS estão com os dias contados. Os que constarem na lista dos degolados vão vociferar amarelos de raiva.

Abuso

Suspenso por um pedido de vistas do juiz eleitoral Delson Fernando Barcellos Xavier, o julgamento que pede a cassação da candidatura de Confúcio Moura (PMDB) deverá ser retomado na próxima semana, no plenário do Tribunal Regional Eleitoral. No momento foram colhidos três votos, dois favoráveis aos peemedebistas (proferidos pelo desembargador Roosevelt Queiroz e pelo representante da OAB-RO, Juacy Loura Junior), alegando que a comilança servida não tem condão para cassar o governador por carecer de provas mais robustas, e um voto em sentido contrário. A divergência foi aberta pelo voto do juiz federal Dimis da Costa Braga, reconhecendo que na convenção do PMDB houve abuso de poder econômico com a distribuição indistinta de comida aos presentes.

Incontestável

Durante os debates restou inconteste entre os julgadores que houve distribuição de comida durante a convenção do PMDB que indicou Confúcio Moura como candidato à reeleição. O que analisam é se esse fato e as provas produzidas nos autos são capazes de caracterizar abuso de poder econômico com força suficiente para ensejar a cassação da chapa liderada por Confúcio Moura. Há jurisprudência para ambos os sentidos, embora a legislação eleitoral vede em tese a distribuição de qualquer coisa, particularmente um regabofe registrado na convenção peemedebista de forma desregrada. Aliás, inclusive os jornalistas presentes ao evento foram convidados para se fartarem com o menu servido.

Geni

O jornalista Gomes de Oliveira (sobrenome é nosso homônimo), durante os primeiros debates na corte eleitoral, foi alvo de controvérsias. Responsável pela captura das imagens da comilança, foi apresentado como uma espécie de “Geni” por responder a procedimentos investigatórios na polícia e na justiça como se tais procedimentos fossem suficientes para desmoralizar as imagens coligidas aos autos como prova da suposta irregularidade: as imagens são verdadeiras, lícitas e fortes. Portanto, é irrelevante ao desfecho do caso quem as capturou. Também não é de bom alvitre jogar a comida digerida em forma de adubo orgânico nas costas do jornalista, visto que os eventuais excessos que tenha cometido enquanto repórter devem ser analisados em procedimento distinto ao em análise. Não é o jornalista nem o exercício da profissão que estão em julgamento.

Desdenhando

Embora o placar atual esteja favorável ao governador, o voto divergente e mais um pedido de vista provocaram um susto ao núcleo governamental que desdenhava da ação proposta contra Confúcio Moura. Vários auxiliares palacianos em contato com a coluna apostavam que o Tribunal Regional Eleitoral mandaria a ação de investigação às calendas, por unanimidade. Mas se verificarmos as outras ações contra Confúcio Moura por crime eleitoral e que entrarão nas próximas pautas do TRE é possível intuir que o clima pedante atual ostentado pelos governistas pode contrariar a fanfarronice. Ademais, tecnicamente, como se diz no juridiquês, o voto do magistrado Dimis Braga foi LAPIDAR. E pedagógico.

Moita

Oficialmente o palácio trata com cautela a posse do Coronel Caetano no Departamento de Estradas e Rodagens (DER) para evitar uma reação destemperada do deputado estadual Lebrão, pois o órgão estava reservado ao parlamentar. O governo justificou que o deputado desistiu do cargo, mas a verdade, segundo apurou a coluna, é outra. Lebrão teria levado um “chapéu” do governador. Como não houve ainda nenhuma manifestação pública do parlamentar sobre a “desistência” é possível deduzir que dessa moita pode vir uma reação.

Candidatura

O ex-deputado federal Padre Ton (PT), candidato derrotado ao Governo de Rondônia, está levando em consideração a possibilidade de mudar de domicílio eleitoral para se candidatar à prefeitura de Rolim de Moura. O atual prefeito do município, Cesar Cassol (PP), não correspondeu com a municipalidade e está com avaliação em baixa e dificilmente conseguirá um segundo mandato.

Histórico

Tradicionalmente março é mês de polícia na rua prendendo. Hummmm!

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