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Concurso para Educação do DF fecha com 152,8 mil inscritos

Ao todo, são previstas 2,9 mil vagas para cargos efetivos. Seleção de temporários recebeu mais de 40 mil candidatos.

Entre os dias 22 e 29 de janeiro, será realizado o processo seletivo para contratação de 2,9 mil funcionários efetivos da Secretaria de Educação do Distrito Federal. Os salários variam de R$ 2.068 a R$ 5.237. As inscrições para o concurso foram de 2 a 23 de dezembro e receberam 152.808 candidaturas.
São 800 vagas de contratação imediata para professores e 900 para assistentes. Destes últimos, 530 aprovados serão para formação de cadastro de reserva. As vagas para assistente se dividem entre analistas (90 vagas), monitores (250) e técnicos (560).

São 800 vagas de contratação imediata para professores e 900 para assistentes. Destes últimos, 530 aprovados serão para formação de cadastro de reserva. As vagas para assistente se dividem entre analistas (90 vagas), monitores (250) e técnicos (560).

O cargo mais procurado foi o de monitor, com mais de 70 mil inscritos. Em seguida, as maiores concorrências ficaram para as vagas de gestor educacional de apoio administrativo, com 60.659 inscritos, e, professor de educação básica com 35.370 candidatos.
Das 2,9 mil vagas, 38 serão para suprir profissionais que se aposentaram, foram exonerados ou já faleceram. Os aprovados podem ser convocados até 2019.

Professores substitutos

A Secretaria de Educação também abriu concurso para formação de cadastro de reserva para professores substitutos. As inscrições foram encerradas no dia 2 de janeiro e 40.069 pessoas se candidataram.
O GDF informou que cerca de 6 mil profissionais podem ser chamados em fevereiro. As provas serão aplicadas no dia 15 de janeiro. Os salários oferecidos variam de R$ 1.929,43 a R$ 3.858,87

As vagas disponíveis são para professores de diversas áreas: administração, artes, biologia, biomedicina, ciências naturais, contabilidade, direito, educação física, eletrônica, eletrotécnica, enfermagem, engenharia, farmácia, filosofia, física, fisioterapia, geografia, história, informática, espanhol, francês, inglês, japonês, libras, língua portuguesa, matemática, música, nutrição, odontologia, psicologia, química, sociologia e telecomunicações.

Eles irão atuar, segundo demanda da secretaria, tanto nas coordenações regionais de ensino como nas escolas técnicas e nas unidades escolares especializadas, como é o caso da Escola de Música de Brasília.
A pasta informou que os professores aprovados serão chamados para suprir carências provisórias e que os contratos não terão caráter de vínculo empregatício com o governo.

Fonte: g1.com

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