Congresso tem cordão de isolamento em dia de eleição para presidência da Câmara

Foram colocadas placas e grades em frente à Alameda das Bandeiras. Esplanada tem faixas e cartazes de apoio a candidatos à presidência da Câmara.

O congresso Nacional amanheceu com cordão de isolamento nesta quinta-feira (2), dia de eleição da presidência e da mesa diretora da Câmara dos Deputados. Havia placas e grades em frente à Alameda das Bandeiras, separando o prédio do restante do Eixo Monumental. A Polícia Militar trabalha com a possibilidade de manifestação.

Ao longo da Esplanada dos Ministérios, havia placas, faixas e cartazes fazendo propaganda para os candidatos ao cargo de presidente.

Disputam a presidência da Câmara os deputados Jovair Arantes (PTB-GO), André Figueiredo (PDT-CE), Júlio Delgado (PSB-MG), Jair Bolsonaro (PP-RJ), Luíza Erundina (PSOL-SP) e o atual presidente, Rodrigo Maia (DEM-RJ), favorito na disputa.

O estudante Jonathan Martins disse que foi ao Congresso entregar panfletos às 8h com as promessas de campanha de um deputado. “Cheguei aqui cedinho e já entreguei vários panfletos, tô no segundo milheiro”, afirmou.

Um adolescente que não quis se identificar disse que foi à frente do congresso panfletar para ajudar a mãe. “Minha mãe é secretária de um deputado e eu vim para ajudar a campanha, porque eu acredito que ele é o melhor candidato”, disse.

Anexo da Câmara com propaganda a candidatos à presidência (Foto: Vinícius de Souza/G1)
Anexo da Câmara com propaganda a candidatos à presidência (Foto: Vinícius de Souza/G1)

Eleição

Além de ter direito a residência oficial e corpo robusto de funcionários, o presidente da Câmara tem a função de conduzir e representar a Casa. Veja o perfil de todos os candidatos.

O presidente tem o poder regimental de decidir, em última instância, o que será colocado em pauta no plenário. Esse é um dos pontos que mais trazem poder ao presidente da Câmara, visto que ele pode colocar ou tirar de votação temas de interesse do presidente da República.

Além disso, após o impeachment de Dilma Rousseff, o presidente da Câmara passou a ser o primeiro na linha sucessória. Dessa forma, quem for eleito para o posto assumirá a presidência sempre que Temer estiver fora do país.

Fonte: g1.globo

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