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Correios poderá cobrar de servidores mensalidade para plano de saúde

A decisão foi determinada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). Pais de funcionários só poderão continuar no convênio até julho de 2019

Mudanças no plano de saúde dos trabalhadores dos Correios foram determinadas pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), nesta segunda-feira (12/3). De agora em diante, os funcionários da estatal terão que pagar mensalidade proporcional ao salário e ao número de dependentes para manter o convênio médico. Na alteração, os pais dos funcionários da empresa precisarão ser excluídos do plano em julho de 2019. A informação é do jornal O Globo.

Servidores da estatal em todo o país decidiram realizar uma paralisação contra as mudanças no plano. As alterações foram pedidas pelos Correios com a justificativa de reequilibrar as contas da empresa. Atualmente, não há pagamento de mensalidade e a coparticipação do beneficiário é de 7% do valor das consultas, situação que os Correios consideram insustentável.

De acordo com o texto, além dos próprios empregados, seus cônjuges, filhos e pais são incluídos como beneficiários da Postal Saúde, criada para gerir diretamente o convênio dos empregados. Diversas tentativas de acordo foram feitas entre a diretoria da empresa e os sindicatos. Como não houve entendimento entre as partes, o assunto foi à julgamento no tribunal.
O TST decidiu manter pais e mães no plano de saúde dos empregados até junho de 2019, quando uma nova negociação entre a empresa e os sindicatos terá início. A única ressalva feita foi para o caso em que os familiares estiverem em tratamento para doenças graves, que poderão continuar no plano.

Os funcionários da estatal também precisarão pagar, a partir da data de publicação do julgamento, uma mensalidade para a Postal Saúde. O valor será proporcional ao salário e ao número de dependentes incluídos no convênio.

O tribunal também alterou as regras de coparticipação, que é um percentual das consultas e procedimentos que o funcionário divide com a empresa. Segundo o ministro do TST Aloysio Corrêa da Veiga não poderá haver cobrança de coparticipação para internação, afirmou O Globo. O limite para as demais cobranças, consultas e exames, por exemplo, será de dois salários para funcionários da ativa e três salários para aposentados.

Fonte: metropoles

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