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CREMERO: Chapa 1 defende que privatizar a saúde não é uma opção

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O governo do Estado vem tentando, desde que assumiu, implantar um sistema falido, que já se mostrou ineficaz, dispendioso e o principal, facilitador de esquemas de corrupção por onde passou, que é o gerenciamento das unidades de saúde por entidades privadas. O modelo comprovadamente não beneficia em nada a população, tampouco a classe médica, que se vê obrigada a tratar seres humanos como mercadoria, com metas pré-estabelecidas de “produtividade”.

Os integrantes da Chapa 1 que disputa as eleições no Conselho Regional de Medicina de Rondônia (CREMERO) sempre se posicionou contrária a essas investidas. A saúde é um direito garantido pela Constituição, não pode ser transformado em mercadoria, na avaliação dos membros da Chapa 1.

O sistema que nosso Estado quer adotar, pela chamada “Organização Social de Saúde” (OSS), comprovadamente vem causando problemas nos mais diversos pontos do país e ao invés do governo implantar melhorias efetivas nas unidades de saúde, tenta empurrar a responsabilidade para o setor privado. E quando falamos em melhorias, questionamos coisas básicas, como consertar o telhado do Pronto Socorro João Paulo II, que alagou com a chuva que caiu sobre Porto Velho na última quinta-feira (10), deixando pacientes e profissionais de saúde em situação análoga à idade média.

Portanto, os membros da Chapa 1 são contra a interferência da classe política em questões internas da entidade médica. Tentar tomar o controle do CREMERO para obter apoio e implantar um modelo comprovadamente falido de saúde é um ato criminoso e deve ser rechaçado por toda a categoria.

A Chapa 1 quer renovar com responsabilidade, cobrando melhorias no setor de saúde, manter a fiscalização e principalmente, lutar por uma saúde de qualidade para a população de Rondônia e melhores condições de trabalho para a classe médica. Em reportagem veiculada na imprensa local durante esta semana, foi mostrada a triste situação em que se encontra a Policlínica Osvaldo Cruz, um prédio adaptado, que deveria ser uma instalação provisória e que já dura três anos. Os profissionais que atuam naquela unidade se esforçam para atender da melhor forma possível a população, mas faltam coisas básicas, como remendos nos pneus das cadeiras de rodas. Precisamos suturar essa ferida chamada descaso, e isso só pode ser feito com ética, trabalho e renovação.

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