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Criminosos de SC põem fogo em casal, filmam e divulgam nas redes

Polícia de Palhoça faz buscas pela segunda vítima. No local do crime, assassinos deixaram uma placa: "Morreu porque é cagueta (dedo duro)"

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A Polícia Civil de Palhoça, na Grande Florianópolis (SC), fez buscas nesta quarta-feira (22) à segunda vítima de um crime bárbaro que chocou a cidade. Bandidos atearam fogo a um casal na madrugada de terça-feira (22) em um matagal no bairro Pacheco, próximo a BR-101. O corpo de Rudimar Gonçalves Muller, de 18 anos, foi encontrado e identificado pelo IGP. Já Thuane Gonçalves da Cruz segue desaparecida.

Os criminosos filmaram a ação e compartilharam a crueldade nas redes sociais. As imagens mostram os bandidos torturando o jovem e, em seguida, incendiando a vítima. Depois, queimam a garota. A delegada Raquel Freire, titular da Divisão de Investigação Criminal do município, informa que equipes estiveram durante o dia na região, mas não encontraram a jovem.

Segundo a delegada, há indício de que a Thuane também tenha sido vítima de homicídio. No entanto, sem o corpo não há como confirmar. Sobre o compartilhamento dos vídeos, Raquel Freire é dura:

— Foram filmados pelos algozes por vontade deles, numa ação de reivindicar esses mortes, tendo como motivação a disputa de pontos de venda de drogas. O que importa é que a intenção de viralizar esses vídeos é justamente chocar a população e impor o medo.

Até o momento, nenhum dos assassinos foi preso. Junto ao corpo de Rudimar, os bandidos fixaram uma placa escrita “morreu porque é cagueta (dedo duro)“.

Zero Hora

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