Defesa Civil interdita deck da Praça da Estrada de Ferro em Porto Velho

Local não está em boas condições, segundo autoridades da capital.
Defesa Civil ainda não sinalizou a área, pois laudo ainda não foi emitido.

A Defesa Civil Municipal interditou o deck da Praça Estrada de Ferro Madeira Mamoré, nesta quarta-feira (18), em Porto Velho. De acordo com o coordenador municipal da Defesa civil, Marcelo santos, uma vistoria no local foi realizada e a interdição foi necessária, pois o local não está em boas condições. A previsão e que até segunda-feira (23) o local seja revitalizado.

Conforme Santos, a madeira que serve como piso do deck está quebrando. ” A madeira que serve como deck não oferece segurança para os visitantes da praça, pois ela não está em bom estado de uso. Por isso interditamos a área e estamos emitindo um laudo para a colocação de tapumes e fitas amarelas no local”, explicou Santos.

Sobre a revitalização do deck, Santos disse que uma força tarefa será realizada para que até o início da próxima semana a obra seja concluída.

“A Fundação Cultural (Funcultural) se uniu com a Secretaria Municipal de Serviços Básicos (Semusbs) e demais órgãos municipais para que até na segunda (23) o deck seja revitalizado, lembrando que não será uma obra paliativa. Toda madeira deverá ser trocada. Embora o local esteja isolado, existe uma parte que poderá continuar sendo usada para ver a beira do Rio Madeira”, disse Marcelo.

Já o secretário da Funcultural, Ocampo Fernandes, informou que um prazo maior será necessário para que o local passe por obras. “Precisamos de 30 ou até 90 dias para que as madeiras sejam trocadas e o local revitalizado. Isso não é apenas para o aniversário da cidade, se trata também de uma questão judicial que deveria ser cumprida na antiga gestão”, afirmou Ocampo.

Entenda o caso

Em novembro de 2015, o MPF moveu uma ação civil pública contra a Prefeitura de Porto Velho, quando Governo de Rondônia e a Uniã solicitaram que a Justiça Federal os obrigasse a cuidar da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Em fevereiro de 2016, a Justiça Federal expediu uma liminar atendendo a maior parte dos pedidos do MPF.

A prefeitura da cidade ficou responsável pela jardinagem do local e pela limpeza da EFMM dentro e no entorno do local.

Segundo a assessoria da Prefeitura de Porto Velho, a Secretaria Municipal de Serviços Básicos (Semusb) está cumprindo as exigências da Justiça Federal e constantemente faz reparos no local, desde o fim da cheia histórica de 2014. O MPF contradiz e afirma que a prefeitura só está cumprindo as exigências da Justiça Federal em uma das áreas da EFMM.

Fonte: g1.com

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