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Definido novo piso salarial do comércio para a capital

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A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia- Fecomércio/RO e o Sindicato dos Empregados do Comércio de Porto Velho-Sindecom encerraram as negociações sobre o piso salarial da categoria, um dos itens que estava pendente para a conclusão definitiva da Convenção Coletiva de Trabalho 2010/2011.A partir deste mês, o piso da categoria passa a ser de R$ 815,00 (Oitocentos e quinze Reais) mensais e para os que aderirem ao REPIS o valor de R$  755,00 (Setecentos e Cinquenta e Cinco Reais) mensais, para as empresas que tenham até 10 empregados..= Também ficou definido que, a partir de  1º de março de 2014, os salários de todos os empregados no comércio de Porto Velho, na base territorial do SINDECOM, que não recebem piso salarial da categoria, serão reajustados em 7% (sete por cento) sobre os salários percebidos em 1º de março de 2014. A convenção abrange a base sindical do Sindecom e os sindicatos filiados à Fecomércio que são o Sindicato do Comércio Varejista de Materiais Elétricos e Aparelhos Eletrodomésticos do Estado de Rondônia – SINDIÉLETRICO/RO; do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos do Estado de Rondônia – SINDIPEÇAS/RO; das Empresas Revendedoras de Materiais Papelaria e Desenho do Estado de Rondônia – SIMPER/RO, dos Lojistas no Comércio do Estado de Rondônia – SINDILOJAS/RO, do Sindicato Atacadista de Gêneros Alimentícios do Estado de Rondônia – SINGARO/RO, Sindicato de Bebidas do Estado de Rondônia – SIDIBER/RO e Sindicato das Empresas de Informática do Estado de Rondônia – SEPD/RO.

Segundo o presidente da Fecomércio/RO, Raniery Araújo Coelho, que agradeceu à comissão de negociação o esforço para chegar a um acordo na convenção, o resultado foi muito satisfatório não somente por ter conservado os principais pontos anteriormente acordado, inclusive com as chamadas cláusulas sociais, bem como pela fixação de que,  quando as homologações forem no formato digital, ou seja, no sistema Homolognet, terão um custo de R$ 5,00 (cinco reais) para as empresas, por funcionário. Para Raniery, “È preciso entender os dois lados e entendendo as necessidades dos empresários e dos comerciários, fazer uma convenção que seja a melhor possível dentro das limitações existentes. Creio que garantimos um bom resultado”. Para o empresário e dirigente da Fecomércio, Osmar Santana, que participou diretamente do acordo, a negociação foi boa para as duas partes afirmando “Que tivemos o bom senso e a cordialidade para construir um bom relacionamento entre as duas classes e quando se alcança isto todos saem ganhando”.

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