Delegado ainda tem esperança de encontrar corpo de Amarildo

O titular da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil fluminense, delegado Rivaldo Barbosa, disse hoje (2) que ainda tem esperança de localizar o corpo do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza. O inquérito sobre o desaparecimento, que tem 2 mil páginas, já foi entregue ao Ministério Público (MP).

No inquérito,  (UPP) da Rocinha, major Edson Santos. Todos vão responder pelos crimes de tortura seguida de morte e ocultação de cadáver. Também foi pedida ao MP a prisão preventiva dos investigados, disse o delegado.

Barbosa declarou que as provas colhidas o levaram a uma convicção para pedir o indiciamento dos suspeitos. “Há um conjunto de provas testemunhais e um conjunto de provas de inteligência que fizeram que nós chegássemos a essa convicção, e isso foi levado ao Ministério Público”. Rivaldo informou que Amarildo não foi torturado dentro do contêiner que serve de base da UPP e que no local não foram encontradas marcas de sangue.

O ajudante de pedreiro sumiu no dia 14 de julho, depois de ser levado por PMs para a sede da UPP na comunidade. O ex-comandante da unidade sustentou que Amarildo foi ouvido e liberado, mas nunca apareceram provas que mostrassem o pedreiro saindo da UPP, pois as câmeras de vigilância que poderiam registrar a saída dele não estavam funcionando.

Fonte: Agência Brasil

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Alan Alex é jornalista, editor do site e da coluna Painel Político. Natural de Porto Velho foi criador e editor do site Portal364, trabalhou na redação dos jornais Diário da Amazônia, Folha de Rondônia, revista Painel Político, foi assessor de imprensa, é roteirista, editor de conteúdo e relações públicas. Também atuou como repórter de TV e rádio. É filiado à ABRAJI.

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